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Festival Beira-Mar de Teatro movimenta Itaoca entre 18 e 21 de dezembro

marcelo

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Festival Beira-Mar de Teatro movimenta Itaoca entre 18 e 21 de dezembro
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O Festival Beira-Mar de Teatro vai acontecer entre os próximos dias 18 e 21 de dezembro, em tenda montada em Itaoca, balneário de Itapemirim, cidade do litoral sul do Espírito Santo. A programação, gratuita, tem produção do grupo teatral Boyásha.

No primeiro dia, quinta-feira (18), estão previstas duas atrações. Às 18h,  A Cia NÓS de Teatro, de Cachoeiro de Itapemirim, apresentará “Um Cesto de Histórias”, sessão de narrativas inspiradas em lendas do folclore brasileiro. E às 20h, o Circo Dux, do Rio de Janeiro (RJ), vai marcar presença com o seu “Mix Dux”, uma miscelânea de seus melhores números teatrais em mais de 18 anos de pesquisa cênica.

No dia seguinte, sexta-feira (19), haverá mais dois espetáculos. A partir das 18h, a Imprópria Trupe, da Serra, colocará em cena “O Menino do Dedo Verde”, peça sobre um garoto de oito anos que descobre que possui um polegar verde com poderes especiais. Às 20h, vai ser a vez do Grupo Teatral Gota, Pó e Poeira, de Guaçuí, encenar “A Lenda de um Homem sem Nome”, sobre um homem sovina e interesseiro que oculta um passado misterioso com forças sobrenaturais.

No sábado (20), a programação vai começar mais cedo. Das 10h às 12h, o Fórum Livre da Cultura de Itapemirim vai organizar um debate especial sobre políticas públicas culturais. À tarde, a partir das 15h30, haverá uma roda de capoeira e maculelê com a Academia de Capoeira Guerreiros da Arte, entidade sem fins lucrativos de Itapemirim que desenvolve ações regulares de formação cultural e cidadã junto a moradores de todas as idades, incluindo pessoas com deficiência.

Ainda no sábado, mas à noite, mais dois espetáculos. Às 18h, o Ato Falho Coletivo, de Vila Velha, vai apresentar “Se Nós Fôssemos Peixes”, sobre um cardume que arma uma espécie de motim contra o “Sr. Barão” no fundo do mar. E a partir das 20h, Gab Kruger, de Guarapari, vai encenar “Giros”, espetáculo sobre uma carismática artista itinerante que viaja de cidade em cidade montando seu acampamento para contar suas histórias.

No domingo (21), último dia de festival, a programação vai começar às 13h com uma feirinha de adoção de animais. O objetivo é arrecadar alimentos para cães e gatos resgatados pela ONG Patrulha Animal – Associação de Proteção Animal de Itapemirim-ES, e também serão oportunizadas adoções responsáveis de bichos resgatados nas ruas do município. Além de promover conscientização, o espaço é uma homenagem ao cachorro Beira-Mar, que era muito querido na região e faleceu em 2023.

Às 17h, se a vez de Chris Estéticah, de Cachoeiro, se apresentar com a performance “Não Recomendada”, sobre corpos que não se enquadram nos padrões ditos “normais”. Já o Grupo Galpão, de Belo Horizonte (MG), uma das companhias mais populares do Brasil, terá a responsabilidade de fechar o festival, às 19h.

A companhia mineira vai apresentar “De Tempo Somos – Um Sarau do Grupo Galpão”. Reunindo canções, poesia e festa, o espetáculo apresenta 25 músicas do repertório do grupo – de montagens antigas até trabalhos recentes -, além de textos sobre a passagem do tempo e o processo de criação artística.

Ao final de cada espetáculo, será realizado um bate-papo entre os artistas e o público. A Trupe Maratimba, de Guarapari, também ficará responsável por fazer pinturas faciais ao longo de todos os dias de evento.

Oficinas

Além das apresentações, serão ofertadas três oficinas gratuitas. No dia 18, das 14h às 17h, o Circo Dux vai ministrar a formação “Iniciação à Palhaçaria”. No dia 19, haverá duas oficinas: “Contação de Histórias”, com a Cia NÓS de Teatro, das 10h às 12h; e de “Preparação Vocal”, com o grupo Boyásha, das 14h às 17h.

Ao todo, haverá 25 vagas para cada oficina. Os interessados em participar deverão procurar a produção do festival por meio de WhatsApp: (27) 99577-6191.

“Traço recorrente nas ações dos grupos brasileiros na atualidade, as oficinas e trocas estabelecidas nos festivais de teatro têm cumprido importante papel no desenvolvimento de pensamento crítico, de posicionamento ideológico e de linguagens estéticas, dando consistência ao seu discurso artístico dos festivais e contribuindo para a sistematização de seus processos criativos”, comenta Murilo Iglesias, integrante do grupo Boyásha e diretor artístico do Festival Beira-Mar de Teatro.

O Festival Beira-Mar de Teatro conta com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (Pnab), por meio de edital da Secretaria de Estado da Cultura (Secult-ES). O evento também tem o apoio da Secretaria de Cultura de Itapemirim, da empresa Events Macchina e da ONG Patrulha Animal.

Programação

Quinta-feira (18)
14h – Oficina “Iniciação à Palhaçaria”, com Circo Dux (Rio de Janeiro, RJ)
17h – Pintura facial infantil, com a Trupe Maratimba – Arte e Recreação (Guarapari, ES)
18h – Espetáculo “Um Cesto de Histórias”, da Cia NÓS de Teatro (Cachoeiro de Itapemirim, ES)
20h – Espetáculo “Mix Dux”, do Circo Dux (Rio de Janeiro, RJ)

Sexta-feira (19)
10h – Oficina “Contação de Histórias”, com Cia NÓS de Teatro (Cachoeiro de Itapemirim, ES)*
14h – Oficina “Preparação Vocal”, com grupo Boyásha (Itapemirim, ES)*
17h – Pintura facial infantil, com a Trupe Maratimba – Arte e Recreação (Guarapari, ES)
18h – Espetáculo “O Menino do Dedo Verde”, da Imprópria Trupe (Serra, ES)
20h – Espetáculo “A Lenda de um Homem Sem Nome”, do Grupo de Teatral Gota, Pó e Poeira (Guaçuí, ES)

Sábado (20)
10h – Debate “Políticas Públicas Culturais”, com o Fórum Livre da Cultura de Itapemirim*
15h30 – Roda de capoeira e maculelê com a Academia de Capoeira Guerreiros da Arte (Itapemirim, ES)
17h – Pintura facial infantil, com a Trupe Maratimba – Arte e Recreação (Guarapari, ES)
18h – Espetáculo “Se Nós Fôssemos Peixes”, do Ato Falho Coletivo (Vila Velha, ES)
20h – Espetáculo “Giros”, de Gab Krueger (Guarapari, ES)

Domingo (21)
13h – Feirinha de Adoção de Animais, com a ONG Patrulha Animal (Itapemirim, ES)
13h – Pintura facial infantil, com a Trupe Maratimba – Arte e Recreação (Guarapari, ES)
17h – Performance “Não Recomendada”, com Chris Estéticah (Cachoeiro de Itapemirim, ES)
19h – Espetáculo “De Tempo Somos – Um Sarau do Grupo Galpão”, com o Grupo Galpão (Belo Horizonte, MG)

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Guarapari recebe festival gratuito na Praia do Morro com mais de 10 atrações

marcelo

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Guarapari recebe festival gratuito na Praia do Morro com mais de 10 atrações
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Entre os dias 5 e 8 de fevereiro, a Praia do Morro, em Guarapari, será o palco do Guarapari Music Festival. Instalado ao lado do Parque Filadélfia, o evento oferece quatro dias de programação gratuita com um line-up eclético: são mais de dez atrações que transitam pelo sertanejo, pagode, axé, pop rock, reggae, funk, congo e MPB.

A abertura será na quinta-feira (5), com show da banda Sambasoul, às 20 horas, seguida da apresentação da banda Casaca, às 22 horas.  Na sexta-feira (6), sobem ao palco Anderson Ventura, às 19 horas, Pagode e Cia, às 21 horas, e Jefinho Faraó e Funk Retrô, às 23 horas.

Já no sábado (7), a programação começa às 19 horas com o Luau do Casanova, seguido por Pele Morena, às 21 horas, e Magioni, às 23 horas. O encerramento, no domingo (8), fica por conta do grupo Pedala Samba, às 18 horas, da cantora Flavia Mendonça, às 20 horas, e da dupla Breno e Bernardo, às 22 horas.

Nos intervalos das apresentações, a animação do público fica por conta dos DJs XL e Relima. Segundo os idealizadores do projeto, Oscar Soares e Wellington Rosa, o objetivo é resgatar a essência das férias no estado. ‘Queremos proporcionar as memórias dos verões capixabas, com eventos pós-praia e valorização das bandas locais, unindo música, gastronomia e convivência familiar em um ambiente leve’, afirmam.

Praça gastronômica

Além da música, o público poderá desfrutar de uma praça gastronômica com opções para todos os gostos e bolsos, com pratos a partir de R$ 12. O cardápio inclui desde os clássicos hambúrgueres e pizzas até o tradicional churrasquinho. As crianças também têm diversão garantida em uma área kids exclusiva (serviço tarifado).

O festival é realizado por Anauê Produções e Bloco Surpresa, e apoio da Prefeitura Municipal de Guarapari.

Serviço

Evento: Guarapari Music Festival

Data: 05 a 08 de fevereiro

Horários: 17h às 01h

Local: Av. Celso Bastos Couto. Quadra 112, Praia do Morro – Guarapari, lado do Parque Filadélfia.

Entrada: Gratuita

Programação Musical

05/02 (qui) – 20h: Sambasoul

05/02 (qui) – 22h: Casaca

06/02 (sex) – 19h: Anderson Ventura

06/02 (sex) – 21h: Pagode e Cia

06/02 (sex) – 23h: Jefinho Faraó e Funk Retrô

07/02 (sáb) – 19h: Luau do Casanova

07/02 (sáb) – 21h: Pele Morena

07/02 (sáb) – 23h: Magioni

08/02 (dom) – 18h: Pedala Samba

08/02 (dom) – 20h: Flávia Mendonça

08/02 (dom) – 22h: Breno e Bernardo

Nos intervalos: Dj XL e Dj Relima

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Exposição “Arte em todos os sentidos” no MAES entre fevereiro e abril

marcelo

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Exposição “Arte em todos os sentidos” no MAES entre fevereiro e abril
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Entre fevereiro e abril, o Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio Del Santo (MAES), no Centro de Vitória, abre suas salas para uma exposição que propõe ao público um encontro ampliado com a produção artística moderna e contemporânea brasileira a partir de um recorte singular: o olhar construído ao longo de décadas por um colecionador privado. A mostra Arte em Todos os Sentidos apresenta 41 obras de 36 artistas capixabas e nacionais, reunidas a partir de um acervo particular que, pela primeira vez, passa a ser compartilhado de forma sistemática com o grande público.

A exposição integra o projeto Acervo RDA – Preservação e Difusão do Acervo Ronaldo Domingues de Almeida na Midiateca Capixaba, iniciativa voltada à preservação, organização e disponibilização pública de um conjunto expressivo de obras de arte. O projeto foi contemplado no Edital nº 18/2024 da Secretaria da Cultura do Espírito Santo e conta com recursos do Funcultura e da Política Nacional Aldir Blanc, do Ministério da Cultura, articulando ações de difusão cultural, memória e acesso democrático à arte.

Exposição “Arte em todos os sentidos” no MAES entre fevereiro e abril

O recorte apresentado no MAES evidencia a diversidade de linguagens, suportes e gerações que atravessam a coleção. Pinturas, gravuras, desenhos, fotografias e esculturas compõem um percurso que permite observar aproximações e contrastes entre diferentes momentos da arte brasileira, sem a pretensão de estabelecer uma narrativa linear ou cronológica. A exposição propõe, antes, uma leitura aberta, em que obras e artistas se colocam em relação a partir da experiência sensível do visitante.

A curadoria parte da compreensão de que uma coleção privada, quando exposta publicamente, deixa de operar apenas como expressão de um gosto individual e passa a atuar como dispositivo cultural. Nesse deslocamento, o acervo assume caráter público e contribui para a construção de repertórios compartilhados, ampliando o debate sobre memória, território e produção artística.

Exposição “Arte em todos os sentidos” no MAES entre fevereiro e abril

Um dos eixos centrais da mostra é a convivência entre artistas amplamente reconhecidos no cenário nacional e nomes fundamentais da produção capixaba. No caso dos artistas do Espírito Santo, a seleção privilegia obras que revelam facetas menos evidentes de suas trajetórias. Já a presença de artistas de outros estados — alguns deles raramente exibidos em Vitória — amplia o campo de referências e insere a produção local em diálogo com contextos mais amplos da arte brasileira.

O título Arte em Todos os Sentidos nasce a partir de uma obra de Paulo Bruscky, integrante do acervo, e funciona como chave conceitual da exposição. A escolha aponta para a ideia de arte como experiência que ultrapassa o campo visual, envolvendo comunicação, percepção e reflexão.

A abertura do acervo ao público é resultado de um processo de amadurecimento do próprio colecionador, Ronaldo Domingues de Almeida, que atua como curador adjunto da exposição. Em seu depoimento, ele destaca que a coleção não foi pensada como projeto desde o início, mas se constituiu de maneira espontânea, a partir do convívio cotidiano com a arte e das relações estabelecidas com artistas ao longo do tempo.

“Nunca planejei formar um acervo ou me tornar colecionador. Queria apenas conviver com arte no meu espaço cotidiano. Foi pelas pessoas — amigos, artistas, visitas — que me vi reconhecido como colecionador, antes mesmo de assumir essa condição para mim”, afirma.

Exposição “Arte em todos os sentidos” no MAES entre fevereiro e abril

Segundo Almeida, o crescimento do acervo esteve sempre ligado à experiência proporcionada por cada obra, combinando interesse estético, reflexão e uma dimensão afetiva que orientou suas escolhas. Com o passar dos anos, no entanto, a permanência das obras restrita ao espaço privado passou a ser questionada.

“Com o tempo, a pergunta tornou-se inevitável: qual o sentido de manter tantas obras restritas a poucos? Dessa inquietação nasceu a vontade de partilhar, de transformar o privado em público”, relata.

Esse desejo de compartilhamento se concretiza agora em duas frentes complementares: a exposição física no MAES e a digitalização das obras para inserção na Midiateca Capixaba. Para o colecionador, mesmo em um contexto em que a obra de arte circula como mercadoria, ela preserva uma dimensão simbólica que exige circulação, encontro e fruição coletiva para cumprir plenamente sua função social.

O acervo de Ronaldo Domingues de Almeida reúne centenas de obras de aproximadamente 100 artistas, entre modernos e contemporâneos, com forte presença de artistas capixabas. Integram esse conjunto nomes históricos como Homero Massena, Levino Fânzeres e Álvaro Conde, além de artistas contemporâneos como Hilal Sami Hilal, Andreia Falqueto, Júlio Tigre, Sandro Novaes, Claudia Colares, Orlando de Faria Rosa, Lando, Didico e Rick Rodrigues. O diálogo com a produção nacional se estabelece por meio de obras de artistas como Amilcar de Castro, Tomie Ohtake, Cildo Meireles, Alex Vallauri, Sante Scaldaferri e Antônio Poteiro.

Ao apresentar um fragmento desse acervo ao público, Arte em Todos os Sentidos convida o visitante a refletir sobre o papel das coleções privadas na construção da história da arte e sobre a importância de transformar patrimônios individuais em bens culturais compartilhados.

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Sambão do Povo: o palco do carnaval que nasceu da força popular

marcelo

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Sambão do Povo: o palco do carnaval que nasceu da força popular
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Principal símbolo do Carnaval de Vitória, o Sambão do Povo só existe graças à mobilização direta da comunidade carnavalesca da capital capixaba. Oficialmente chamado de Complexo Cultural Walmor Miranda, em homenagem a um dos mais tradicionais reis momo do Espírito Santo, o espaço é conhecido popularmente por um nome que reflete sua origem: Sambão do Povo.

O espaço que receberá nesta sexta (6) e sábado o desfile 2026 do grupo especial, é parte fundamental da história deste que virou o terceiro mais importante evento de carnaval do país.

Localizado no bairro Mário Cypreste, na região da Grande Santo Antônio, em Vitória, o sambódromo capixaba foi inspirado na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. O projeto foi apresentado por Sinval Siri, então secretário municipal de Turismo, durante a gestão do ex-prefeito de Vitória, Hermes Laranja, como alternativa definitiva para sediar os desfiles das escolas de samba da capital.

Comunidade garantiu a construção do Sambão do Povo

A previsão inicial era que o Sambão do Povo fosse concluído ainda em 1986, após o sucesso do desfile realizado na Avenida Nossa Senhora da Penha, uma das principais vias de Vitória. No entanto, atrasos na obra colocaram em risco a realização do Carnaval de Vitória de 1987.

Sambão do Povo: o palco do carnaval que nasceu da força popular
Obra do Sambão do Povo com apoio da comunidade / Reprodução da Internet

Diante da possibilidade de a capital ficar sem desfile, sambistas, moradores e lideranças comunitárias se uniram em um grande mutirão popular. Liderado por Sinval Siri, o esforço coletivo permitiu que o Sambão do Povo fosse construído em menos de 120 dias, um feito histórico para a cultura do Espírito Santo. A inauguração oficial ocorreu em 27 de fevereiro de 1987.

Interrupção dos desfiles e retomada do Carnaval em Vitória

O Sambão do Povo foi palco dos desfiles do Carnaval de Vitória até 1992. Naquele ano, diversas escolas de samba decidiram não desfilar em protesto contra a falta de apoio financeiro da Prefeitura de Vitória e da iniciativa privada, responsáveis pelo custeio das agremiações.

Além disso, o sambódromo enfrentava problemas estruturais, incluindo a demolição de parte da arquibancada para a construção de uma quadra que nunca foi executada. Com isso, os desfiles no Sambão do Povo foram interrompidos até 2001.

Sambão do Povo: o palco do carnaval que nasceu da força popular
Carnaval de Vitória. Foto: PMV

Mesmo fora do sambódromo, o Carnaval não deixou de acontecer na capital. Em 1998, os desfiles voltaram às ruas de Vitória, com apresentações na Avenida Jerônimo Monteiro, no Centro, em formato de exibição, sem competição.

Após reformas estruturais, já na gestão do ex-prefeito Luiz Paulo Vellozo Lucas (2001–2004), o desfile das escolas de samba retornou definitivamente ao Sambão do Povo, onde permanece até hoje como o principal palco do Carnaval do Espírito Santo e um dos maiores símbolos da cultura popular de Vitória.

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