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Avengers Doomsday: Steve Rogers retorna como Capitão América em trailer supostamente vazado
Primeiro trailer de Vingadores será lançado nas sessões de Avatar: Fogo e Cinzas, mas supostamente vazou online. E aí, o que você acha do possível retorno de Steve Rogers?

Depois de Vingadores: Ultimato ter encerrado a jornada de Steve Rogers de forma quase perfeita, com direito a dança, amor e aposentadoria ao lado de Peggy Carter, o Universo Cinematográfico da Marvel parece pronto para reabrir essa porta.
Um trailer supostamente vazado de Avengers: Doomsday começou a circular nas redes sociais e indica que Chris Evans está de volta ao papel do Capitão América original — algo que, até pouco tempo atrás, soava improvável até para os padrões do MCU.
As imagens, de qualidade bastante baixa, teriam surgido antes da exibição oficial do teaser nos cinemas, programada para acompanhar as sessões de Avatar: Fire and Ash. Mesmo assim, o material já foi suficiente para incendiar discussões entre fãs, especialmente por sugerir que Steve Rogers pode ter levado uma vida tranquila longe dos holofotes… até agora.
Segundo rumores que circulam nos bastidores de Hollywood, esse seria apenas o primeiro de uma série de teasers exclusivos de cinema, cada um focado em um personagem-chave de Avengers: Doomsday. E a Marvel, ao que tudo indica, resolveu começar justamente pelo herói que ajudou a construir a base emocional da franquia.
Trailer vazado mostra Steve Rogers em clima doméstico
O teaser atribuído a Avengers: Doomsday mostra Steve Rogers chegando de moto em casa, caminhando até o interior do imóvel e encarando com nostalgia seu antigo uniforme do Capitão América. Na sequência mais comentada, ele aparece segurando um bebê, enquanto uma versão suave, ao piano, do tema clássico dos Vingadores toca ao fundo.
A cena termina com a frase “Steve Rogers will return in Avengers: Doomsday” surgindo na tela preta. A gravação tremida e desfocada levanta dúvidas sobre a autenticidade do vídeo — inclusive a possibilidade de ser uma criação em IA —, mas relatos de remoções por DMCA reforçam a tese de que a Marvel está tentando conter a circulação do material.
Bebê misterioso e teorias sobre Peggy Carter
Um frame específico do teaser, amplamente compartilhado no X (antigo Twitter), mostra Steve segurando a criança, o que imediatamente alimentou teorias. A principal delas sugere que o bebê seria filho de Steve Rogers com Peggy Carter, algo nunca confirmado oficialmente no MCU, mas plausível dentro do final de Ultimato.
A idade aparente da criança descartaria, por exemplo, a ideia de que se trate de Franklin Richards, personagem importante dos quadrinhos ligado ao Quarteto Fantástico. Por enquanto, a identidade do bebê permanece um mistério — e provavelmente será usada como isca emocional na campanha do filme.
Marvel aposta em múltiplos teasers focados em personagens
De acordo com o insider Daniel Richtman, a Disney planeja lançar quatro teasers diferentes de Avengers: Doomsday nos cinemas. O primeiro seria centrado em Steve Rogers, seguido por prévias dedicadas a Thor (Chris Hemsworth) e ao Doutor Destino, interpretado por Robert Downey Jr. O último trailer teria um foco mais amplo, destacando o elenco e o conflito principal.
A estratégia explicaria por que diferentes versões do material estariam circulando em salas de cinema, aumentando a confusão sobre o que é real ou não. Também reforça a ideia de que a Marvel quer criar eventos semanais em torno do filme, reacendendo o hype aos poucos.
Para aumentar ainda mais o mistério, Joe e Anthony Russo publicaram recentemente no Instagram uma imagem enigmática acompanhada da hashtag #AvengersDoomsday. A foto mostra um close indefinido — que alguns fãs juram ser a roda de uma motocicleta, possivelmente a mesma usada por Steve no teaser vazado.
Embora os diretores não tenham confirmado nada, a publicação foi interpretada como uma provocação calculada, sugerindo que os rumores não estão tão distantes da realidade quanto a Marvel gostaria de admitir publicamente.
O retorno de Steve Rogers pode desfazer Ultimato?
A volta de Steve Rogers inevitavelmente levanta uma questão delicada: Avengers: Doomsday vai desfazer o impacto emocional de Ultimato? Para muitos fãs, o final do Capitão América foi um raro exemplo de encerramento respeitoso e satisfatório dentro de uma franquia gigante.
Ao mesmo tempo, a decisão de trazer de volta figuras centrais dos Vingadores originais — incluindo Downey Jr., agora como Doutor Destino — reforça a percepção de que a Marvel está apostando pesado na nostalgia para recuperar relevância após uma fase instável do MCU.
Embora o retorno de Chris Evans seja empolgante, ele também escancara a dependência da Marvel em personagens consagrados. A escalação de atores dos antigos filmes dos X-Men e o foco no elenco clássico sugerem que Doomsday será, em grande parte, uma celebração do passado — o que pode funcionar comercialmente, mas dividir o público criativamente.
Ainda assim, vale lembrar que trailers da Marvel nem sempre contam a história completa. Mesmo que “Steve Rogers will return”, isso não significa necessariamente que seu legado será reescrito de forma negativa.
Quando Avengers: Doomsday estreia?
Avengers: Doomsday está atualmente marcado para estrear em 18 de dezembro de 2026. O filme foi adiado em relação à data original de março e agora divide o calendário com Duna: Parte Três, embora seja provável que um dos dois mude de data para evitar um confronto direto.
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“Agora É Que São Elas!” traz Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco a Vitória

Júlia Rabello, Maria Clara Gueiros e Priscila Castello Branco desembarcam em Vitória pela primeira vez, com o espetáculo “Agora É Que São Elas!”, comédia de esquetes escrita e dirigida por Fábio Porchat, sucesso pelo Brasil e Europa. A montagem será apresentada entre os dias 24 a 26 de abril, no Teatro Universitário – UFES, com sessões na sexta e sábado, às 20h, e no domingo, às 17h, os ingressos já estão à venda, no Sympla.com.br , com realização da WB Produções.
No palco, as atrizes se transformam em 20 personagens diferentes, interpretando homens e mulheres como protagonistas de nove esquetes que abordam situações cotidianas com humor rápido, afiado e altamente identificável. Os textos misturam criações recentes e outros escritos por Porchat em 2004 e 2005, que seguem extremamente atuais e conectados com o comportamento da década de 2020.
“É um humor de identificação. As pessoas se reconhecem nos personagens ou conhecem alguém que se parece com eles. São encenações do dia a dia, situações que a gente vive. Um comentário que achei divertido”, explica Fábio Porchat.
Na época em que escreveu parte dos textos, Porchat era estudante da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), no Rio de Janeiro, e chegou a encenar alguns esquetes ao lado do saudoso colega Paulo Gustavo.
“Foi muito lindo revisitar esses textos escritos há 20 anos, que eu fiz na escola pro meu colega Paulo Gustavo. E foi bom ver que esse material ainda é atual, funciona e é engraçado. Se estivermos conectados ao que acontece ao nosso redor, vamos entender o Brasil, os costumes e as pessoas que estão à nossa volta”, afirma.
Entre os esquetes apresentados está “Superstição”, que mostra o reencontro de duas amigas que não se viam há anos — uma extremamente supersticiosa e a outra totalmente cética — interpretadas por Maria Clara Gueiros e Júlia Rabello. Em “Selfie”, Priscila Castello Branco e Maria Clara vivem uma situação desconfortável quando um fã aborda uma atriz famosa em um restaurante e, enquanto tenta tirar uma foto, passa a listar defeitos da artista que diz admirar. Já o esquete mais recente, “Meu Bebê”, traz Júlia e Priscila como um casal que compara obsessivamente o próprio filho de oito meses com os filhos das amigas, morrendo de medo que o bebê não seja o mais inteligente de todos.
Diferentes gerações da comédia no mesmo palco
O espetáculo reúne três atrizes de gerações distintas da comédia brasileira, que despontaram para o público em diferentes plataformas. A carioca Maria Clara Gueiros, bailarina de formação, estreou no teatro em 1987 e ganhou popularidade nacional no humorístico Zorra Total. Também carioca, Júlia Rabello se tornou conhecida como um dos principais nomes do Porta dos Fundos e participou de novelas como A Regra do Jogo e Rock Story. Já a paulistana Priscila Castello Branco transitou pelo drama no teatro e por novelas da TV Globo, mas se consolidou no stand-up, com destaque para o solo Tô Quase Lá.
A primeira temporada do espetáculo foi um grande sucesso de público. A peça estreou com casa cheia no Festival de Curitiba, em março de 2024, lotou por quatro meses o Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro — com sessões extras aos sábados — e ainda passou por temporada com ingressos esgotados em Niterói.
Para Porchat, o sucesso da montagem está diretamente ligado ao trabalho coletivo.
“A peça é despretensiosa. Tem três grandes comediantes no palco, que dominam e têm consciência do potencial delas. Um texto de comédia só funciona quando é feito por comediantes que acreditam nele. Essas mulheres melhoram o meu texto e as piadas, e eu acho isso incrível”, destaca.
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Legado de Luz del Fuego mobiliza evento cultural em Cachoeiro

O Centro de Cachoeiro de Itapemirim (sul do Espírito Santo) receberá, neste sábado (11), o evento cultural “Ainda há luz?”, das 16h às 21h. A programação vai celebrar a trajetória da artista e ativista Luz del Fuego, (1917-1967) e homenagear Marco Antônio Reis (1997-2025), fundador da Cia NÓS de Teatro. A programação contemplará atrações em diversas linguagens artísticas, em dois locais diferentes.
O evento terá entrada gratuita e contará com recursos de acessibilidade, incluindo intérprete de Libras, audiodescrição, sinalização acessível e distribuição de abafadores de ruído para pessoas com sensibilidade auditiva.
As atividades terão início no espaço Sessão 103, onde ficará a exposição que dá nome ao evento, com obras dos artistas visuais Haysian Costa, Andi Fraga e Mew Mew. Haverá, ainda, a exibição do documentário “Divina Luz”, sobre a trajetória de Luz del Fuego; a inauguração da Biblioteca Marco Antônio Reis; e a realização da performance “Nu Escuro”.
A partir das 17h30, vai ser realizado um cortejo em direção à Praça de Fátima, um dos principais espaços de cultura e lazer de Cachoeiro. No local, está prevista a realização de uma batalha de slam (poesia falada) a partir das 18h, contando com prêmios em dinheiro. Apenas mulheres (cis e trans) poderão participar, e as interessadas precisam se inscrever até sexta-feira (10) por meio de formulário online.
A programação na praça incluirá também: “dança do fogo”, com Raíza Dietrich; intervenção artística “Palavra Colada”, do Cine Por Elas; grafite no tecido, com o artista Nomad; set musical com DJs Avelã e Gabriel Rasta; além de microfone aberto para leituras, depoimentos e homenagens.
O evento tem como ponto de partida o legado de Luz del Fuego, nome artístico de Dora Vivácqua, que nasceu em Cachoeiro. Mulher à frente de seu tempo, ela criou na Ilha do Sol, no Rio de Janeiro, um território radical de liberdade e experimentação voltado ao naturismo, entre os anos 1950 e 1960 – um espaço onde corpos dissidentes encontravam abrigo e onde a arte se afirmava como gesto de enfrentamento ao conservadorismo.
Essa memória se entrelaça à trajetória recente do Centro Cultural Luz del Fuego, criado pela Cia NÓS de Teatro, que funcionou entre setembro de 2023 e abril de 2025 em Cachoeiro. Em meio a um cenário de precarização, o espaço acolheu cursos gratuitos, apresentações, encontros comunitários e diversas ações voltadas à formação e ao fortalecimento de vínculos no território.
No centro dessa história estava Marco Antônio Reis, um dos fundadores do espaço e figura fundamental para a cena cultural cachoeirense, mas que faleceu precocemente no ano passado. “Assim como Dora, Marco construiu um lugar de criação, acolhimento e transformação. Sua trajetória, atravessada também por desafios relacionados à saúde mental, revela a complexidade de sustentar espaços independentes de arte e cuidado em contextos adversos”, comenta Brenda Perim, produtora cultural da Cia NÓS de Teatro.
“Ao aproximar essas duas trajetórias separadas por décadas, mas unidas pelo mesmo gesto fundador”, continua Brenda, “o evento propõe uma leitura sensível e política sobre corpos, arte e resistência. Tanto Dora quanto Marco arderam com intensidade rara, enfrentando incompreensões e limites impostos por estruturas sociais e institucionais, deixando, ainda assim, rastros luminosos”.
O evento “Ainda há luz” é uma realização da Cia NÓS de Teatro, com apoio do Cineclube Jece Valadão, do Sessão 103 e do Levante de Rua. A iniciativa conta com recursos do Funcultura, acessados por meio de edital da Secretaria de Estado da Cultura (Secult-ES).
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Maior festival de hambúrguer do ES chega a 2ª edição com 160 lanchonetes participantes

Experimente abrir um aplicativo de delivery na sua cidade e constate: o hambúrguer é, sem dúvidas, o prato mais pedido pelos “fominhas” capixabas. Seja o clássico “podrão” de bairro ou o enfeitado lanche gourmet, o importante é que seja acompanhado de muita maionese temperada. E é por isso que foi criado um concurso para eleger o melhor hambúrguer do Espírito Santo.
O Circuito Burger, maior festival capixaba de hambúrguer, chega à sua 2ª edição em 2026 mirando ampliar o sucesso do ano passado. Com cerca de 160 lanchonetes participantes, o concurso será realizado em 16 municípios de Norte a Sul do Espírito Santo, onde os clientes poderão provar criações inéditas e exclusivas de um dos pratos mais famosos do mundo. O evento vai acontecer de 10 a 31 de maio por meio do aplicativo Plus Delivery.
A ideia do Circuito Burger é eleger o melhor hambúrguer do ano no Espírito Santo. Para participar, cada lanchonete deve criar uma receita inédita, que poderá ser avaliada pelos clientes que a pedirem por meio da plataforma de delivery de comida.
O concurso tem ainda as categorias Atendimento, Entrega e Qualidade do Produto. E aqui não há limites para a criatividade: pode “podrão”, gourmet, com carne de frango, carne de peixe, sem carne (vegano), com maionese de batata, banana frita, o dobro ou triplo de bacon, acompanhamentos diferentões… e por aí vai.
Na primeira edição do Circuito Burger, em 2025, foram mais de 15 mil lanches vendidos em duas semanas e meia. Ao todo, a movimentação financeira gerada pelo evento foi de mais de R$ 10 milhões nas cidades participantes.
“Neste ano, vamos expandir o que deu certo para mais cidades, incluindo desde os pequenos deliveries até as grandes lanchonetes. Todo o processo, do pedido à votação, acontece dentro do aplicativo Plus Delivery”, afirma Luiz Henrique Sabadini, organizador do Circuito Burger.
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