Brasil
Quase 400 mil novos negócios foram abertos no estado de SP em 2025

O estado de São Paulo registrou, entre janeiro e novembro de 2025, a abertura de 378.566 novas empresas, resultado 11,3% superior ao mesmo período de 2024, quando foram contabilizadas 340.188 constituições. O volume já supera o total de constituições registradas em todo o ano passado e consolida 2025 como um ano de avanços na modernização do ambiente de negócios.
Os números refletem um conjunto de ações implementadas ao longo do ano pela Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), instituição vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), com foco na simplificação de processos, digitalização dos serviços e ampliação do registro automático de empresas.
Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jorge Lima, os resultados refletem uma estratégia integrada de estímulo ao empreendedorismo. “Esse crescimento está ligado à melhoria no ambiente de negócios e desburocratização promovida por ações como o Facilita SP, aliada ao apoio ao empreendedor por meio de políticas de fomento, crédito e qualificação. Nosso trabalho se sustenta em três pilares: na simplificação dos processos de abertura de empresas, no financiamento e na capacitação”, destaca.
Registro empresarial
Ao longo de 2025, a Jucesp intensificou a digitalização dos processos de registro mercantil, ampliou a integração entre sistemas e consolidou soluções que reduziram prazos e aumentaram a previsibilidade para quem empreende no estado.
Segundo o presidente da Jucesp, Márcio Massao Shimomoto, os resultados demonstram o impacto direto dessas iniciativas. “O avanço da digitalização, a integração entre órgãos e a ampliação do registro automático tornaram o processo de abertura de empresas mais simples, rápido e seguro para o empreendedor paulista”, afirma.
Facilita SP
Um dos principais marcos de 2025 foi a consolidação do Facilita SP. O programa de liberdade econômica, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, classificou as atividades econômicas pelo seu grau de risco. Para as de baixo risco, licenças e alvarás são dispensadas. Além disso, o empreendedor conta com mais transparência e previsibilidade em seus empreendimentos sabendo exatamente qual será sua jornada ao abrir um negócio.
A iniciativa alcançou 100% de adesão dos municípios paulistas, totalizando os 645 municípios do estado. Desse total, 610 municípios adotam a classificação de risco do Estado, deliberada pelo Comitê Facilita SP, o que proporciona maior agilidade no início das atividades empresariais e mais segurança jurídica aos empreendedores. Os demais municípios possuem classificação de risco própria.
No campo operacional, o Portal Facilita SP, lançado em dezembro de 2024, reuniu, em um único fluxo, a consulta de risco e o registro de empresas de baixa complexidade. Em 2025, o portal registrou a criação de 150.444 usuários e a abertura de 107.184 processos de viabilidade.
Segundo Guilherme Monteiro, contador especializado em legalização empresarial, o Portal Facilita SP mudou significativamente a rotina de abertura de empresas no estado. “Hoje consigo conduzir todo o processo de forma mais direta, com menos tempo de espera. Antes, abrir uma empresa era como construir uma casa etapa por etapa, com licenças em diferentes órgãos. Com o Facilita SP, o processo ocorre em um fluxo único e digital, permitindo que a atividade comece quase imediatamente”, afirma.
Com a viabilidade locacional automatizada, 430 municípios passaram a oferecer resposta em uma média de menos de três minutos, avanço que impacta diretamente cerca de 70% do volume de operações de registro de empresas no estado.
Os ganhos de eficiência também se refletem nos prazos. Enquanto o tempo médio geral de abertura de empresas no estado foi de 1 dia e 10 horas, os processos realizados pelo Portal Facilita SP foram concluídos, em média, em 2 horas e 12 minutos, considerando constituições elegíveis para registro automático.
Fonte: Agência – SP
Brasil
Censo de saneamento rural: saiba como identificar um agente

Com o avanço do Projeto Brotar, que realiza o censo de saneamento nas áreas rurais de 371 municípios do estado de São Paulo, é importante que as comunidades das áreas contempladas pela pesquisa saibam fazer a identificação correta dos recenseadores que visitam as propriedades rurais.
O censo começa com um formulário, que deverá ser respondido pela população das residências mapeadas, cujas informações são essenciais para direcionar os investimentos e obras necessárias em cada região. Esse formulário é intermediado por um entrevistador de campo, que estará sempre identificado.
Como identificar os recenseadores
Para garantir a segurança das comunidades, todos os profissionais em campo devem seguir rigorosamente o padrão visual estabelecido:
- Vestimenta: Uso obrigatório de colete e boné com a logomarca oficial do “Projeto Brotar”.
- Identificação: Crachá visível contendo nome, foto e identidade visual do programa.
- Equipamento: Coleta de dados realizada digitalmente via aplicativo em dispositivos móveis.
Parceria com a Polícia Militar
A operação conta com o suporte direto da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo para levar clareza às áreas recenseadas. A estratégia de proteção inclui:
- Canais de Comunicação: Divulgação de informações oficiais em grupos de WhatsApp das comunidades rurais.
- Vizinhança Solidária: Apoio do programa da Polícia Militar e dos Conselhos Comunitários de Segurança (CONSEGs) para validar a presença das equipes.
- Orientação: A população deve responder ao formulário apenas para agentes devidamente caracterizados.
O censo deve ocorrer até dezembro de 2026 e é o primeiro passo para levar rede de água e esgoto a mais de 820 mil domicílios que antes não eram atendidos pela Sabesp por questões contratuais. A presença dos agentes é essencial para mapear as soluções tecnológicas de saneamento que serão instaladas em cada propriedade, visando a universalização do serviço. Cabe ressaltar que o ano de 2033 é a data limite para a universalização do saneamento básico no Brasil.
No entanto, a Sabesp decidiu pela antecipação deste prazo para 2029 nos municípios atendidos pela companhia. O Brotar é executado pela Sabesp, junto com o Laboratório de Informações Estratégicas Agroambientais do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), da APTA, o órgão de pesquisa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
Fonte: Agência – SP
Brasil
Com 96 equipes e mais de 2 mil jogadores, Taça Paulistana de Futebol Amador tem início no dia 11

A bola vai rolar para a Taça Paulistana de Futebol Amador 2026. Apoiado pela Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, o campeonato tem a sua primeira rodada marcada para o próximo dia 11.
Serão 96 equipes de futebol amador de todas as regiões da capital paulista e mais de 2 mil jogadores envolvidos. O formato de disputa prevê grupos com quatro times cada, onde os dois melhores se classificam para a fase eliminatória. Todos os jogos acontecem em um único campo, o CDC Jardim São José, em Pirituba, zona oeste da capital. A final acontece em 12 de julho.
“A Taça tem como principal objetivo incentivar a prática do futebol amador como ferramenta de transformação, promovendo integração social e qualidade de vida”, afirma Rodolfo Dalonso, presidente do Instituto Esporte e Cidadania, entidade responsável por organizar o torneio.
O acesso a todas as partidas da Taça é gratuito. O CDC Jardim São José fica na Rua Dom Manuel D’Elboux, 30, Vila Pereira Cerca – Pirituba.
Lei Paulista de Incentivo ao Esporte
Regulamentada pelo decreto 55.636 de 26/03/2010, a Lei Estadual de Incentivo ao Esporte de São Paulo contempla projetos vinculados às áreas educacional, formação desportiva, rendimento, sociodesportivo, participativa, gestão e desenvolvimento e infraestrutura. Ela possibilita à iniciativa privada o apoio a projetos esportivos elaborados por entidades privadas sem fins lucrativos de natureza esportiva ou por Prefeituras no Estado de São Paulo.
Fonte: Agência – SP
Brasil
USP oferece curso de extensão sobre economia, cultura e poder na internet

A disciplina de pós-graduação Economia, Cultura e Poder na Internet agora também será ofertada como curso de extensão para pessoas externas à USP. As aulas acontecerão entre 11 de março e 1º de julho de 2026, às quartas-feiras, das 9h às 12h, no Auditório do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, na Cidade Universitária, em São Paulo. São 40 vagas destinadas a profissionais, pesquisadores e demais interessados nos impactos sociais, econômicos e políticos da internet. As inscrições vão até o meio-dia de 20 de fevereiro, neste link, com confirmação da matrícula a partir de 2 de março.
Coordenado por Pablo Ortellado (EACH-USP e IEA-USP) e Luiz Fernando Martins Castro (NIC.br), o curso tem como objetivo apresentar uma análise crítica e interdisciplinar das transformações promovidas pelo ambiente digital. A programação aborda desde os fundamentos técnicos e a história da internet até temas contemporâneos como economia de dados, governança digital, inteligência artificial, regulação jurídica, polarização política nas redes sociais e os efeitos culturais das tecnologias digitais.
O curso é uma realização da Cátedra Oscar Sala, parceria do IEA com o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O objetivo é qualificar o debate acadêmico e público sobre as dimensões técnicas, econômicas, políticas, jurídicas e culturais da internet, contribuindo também para a formulação de políticas públicas na área.
Para aprovação, os participantes deverão cumprir frequência mínima de 75% e apresentar um trabalho final em formato de artigo voltado ao público amplo.
Mais informações e inscrições estão disponíveis aqui.
Fonte: Agência – SP







