Brasil
Centro TEA Paulista já atendeu mais de 3 mil pessoas e fortalece a inclusão em São Paulo

Em seis meses de funcionamento, o Centro TEA Paulista, equipamento da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD), já realizou mais de três mil atendimentos e se consolidou como referência estadual no acolhimento e inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e de seus familiares.
Localizado na Vila Leopoldina, zona oeste da capital paulista, o espaço faz parte de uma ação estratégica da SEDPcD para fortalecer a rede de apoio e atenção às pessoas com deficiência em todo o estado. Desde sua inauguração, em julho de 2025, o Centro TEA Paulista já atendeu mais de 800 pessoas, oferecendo suporte multidisciplinar, acolhimento familiar e articulação com políticas públicas de saúde, educação e assistência social.
Os serviços especializados abrangem psicoterapia breve, rodas de conversa e grupos de escuta, mediação de conflitos e orientações jurídicos e sociais e emissão da CipTEA (Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista) e da Identificação Veicular.
Além disso, no local funciona um Polo de Empregabilidade Inclusiva (PEI), com orientação para inclusão no mercado de trabalho, oficinas de empreendedorismo, produção artesanal e encaminhamento a oportunidades profissionais.
A estrutura do Centro conta ainda com salas sensoriais adaptadas, e biblioteca física e digital com acervo especializado sobre TEA. Também são oferecidas atividades de arte e cultura, como oficinas de arteterapia e leitura interativa, e modalidades esportivas adaptadas, com aulas regulares com foco em coordenação motora, socialização e bem-estar.
Outro destaque é um programa de capacitação continuada, com cursos, oficinas, seminários e workshops para familiares, cuidadores, e profissionais da rede pública e privada. Mais de 500 profissionais da área de saúde, educação e assistência social concluíram a formação por meio de palestras que fortalecem o conhecimento técnico e ampliam a rede de apoio às famílias.
“O Governo de São Paulo tem o compromisso de fortalecer a rede de atenção às pessoas com deficiência em todo o estado e além dele. O Centro TEA Paulista demonstra como estamos construindo políticas públicas de inclusão que unem conhecimento técnico, acolhimento humanizado e parceria com os municípios, e agora inspirando também outros estados”, afirmou o secretário de Estado, Marcos da Costa.
Representantes municipais e autoridades públicas de mais de 60 municípios já visitaram o espaço para conhecer o funcionamento e buscar parcerias, demonstrando que o modelo paulista inspira novas iniciativas em todo o estado. Essa troca de experiências é fundamental para que o acolhimento às pessoas com TEA se torne uma ação sólida, contínua e de alcance regional.
No mesmo local, ainda funciona o Centro de Cidadania da Pessoa com Deficiência, que amplia o atendimento e o suporte às pessoas com deficiência no estado e já realizou mais de 300 atendimentos em seis meses.
“O Centro TEA Paulista não é apenas um espaço físico, mas um símbolo do compromisso do Governo de SP com a inclusão e o respeito à diversidade. Cada atendimento realizado, cada família acolhida e cada profissional capacitado representa um passo na construção de uma sociedade mais empática, acessível e justa”, resume o secretário Marcos da Costa.
Serviço
Funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
Localização: Rua Galileo Emendabili, 99 – Jardim Humaitá – São Paulo – SP
Contatos: (11) 3116-7406 e centroteapaulista@sp.gov.br
Para mais informações: https://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/sec_deficiencia/centro_tea_paulista
Mais informações
Departamento de Comunicação
Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
(11) 5212-3749
comunic@sp.gov.br
Fonte: Agência – SP
Brasil
Censo de saneamento rural: saiba como identificar um agente

Com o avanço do Projeto Brotar, que realiza o censo de saneamento nas áreas rurais de 371 municípios do estado de São Paulo, é importante que as comunidades das áreas contempladas pela pesquisa saibam fazer a identificação correta dos recenseadores que visitam as propriedades rurais.
O censo começa com um formulário, que deverá ser respondido pela população das residências mapeadas, cujas informações são essenciais para direcionar os investimentos e obras necessárias em cada região. Esse formulário é intermediado por um entrevistador de campo, que estará sempre identificado.
Como identificar os recenseadores
Para garantir a segurança das comunidades, todos os profissionais em campo devem seguir rigorosamente o padrão visual estabelecido:
- Vestimenta: Uso obrigatório de colete e boné com a logomarca oficial do “Projeto Brotar”.
- Identificação: Crachá visível contendo nome, foto e identidade visual do programa.
- Equipamento: Coleta de dados realizada digitalmente via aplicativo em dispositivos móveis.
Parceria com a Polícia Militar
A operação conta com o suporte direto da Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo para levar clareza às áreas recenseadas. A estratégia de proteção inclui:
- Canais de Comunicação: Divulgação de informações oficiais em grupos de WhatsApp das comunidades rurais.
- Vizinhança Solidária: Apoio do programa da Polícia Militar e dos Conselhos Comunitários de Segurança (CONSEGs) para validar a presença das equipes.
- Orientação: A população deve responder ao formulário apenas para agentes devidamente caracterizados.
O censo deve ocorrer até dezembro de 2026 e é o primeiro passo para levar rede de água e esgoto a mais de 820 mil domicílios que antes não eram atendidos pela Sabesp por questões contratuais. A presença dos agentes é essencial para mapear as soluções tecnológicas de saneamento que serão instaladas em cada propriedade, visando a universalização do serviço. Cabe ressaltar que o ano de 2033 é a data limite para a universalização do saneamento básico no Brasil.
No entanto, a Sabesp decidiu pela antecipação deste prazo para 2029 nos municípios atendidos pela companhia. O Brotar é executado pela Sabesp, junto com o Laboratório de Informações Estratégicas Agroambientais do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), da APTA, o órgão de pesquisa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
Fonte: Agência – SP
Brasil
Com 96 equipes e mais de 2 mil jogadores, Taça Paulistana de Futebol Amador tem início no dia 11

A bola vai rolar para a Taça Paulistana de Futebol Amador 2026. Apoiado pela Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, o campeonato tem a sua primeira rodada marcada para o próximo dia 11.
Serão 96 equipes de futebol amador de todas as regiões da capital paulista e mais de 2 mil jogadores envolvidos. O formato de disputa prevê grupos com quatro times cada, onde os dois melhores se classificam para a fase eliminatória. Todos os jogos acontecem em um único campo, o CDC Jardim São José, em Pirituba, zona oeste da capital. A final acontece em 12 de julho.
“A Taça tem como principal objetivo incentivar a prática do futebol amador como ferramenta de transformação, promovendo integração social e qualidade de vida”, afirma Rodolfo Dalonso, presidente do Instituto Esporte e Cidadania, entidade responsável por organizar o torneio.
O acesso a todas as partidas da Taça é gratuito. O CDC Jardim São José fica na Rua Dom Manuel D’Elboux, 30, Vila Pereira Cerca – Pirituba.
Lei Paulista de Incentivo ao Esporte
Regulamentada pelo decreto 55.636 de 26/03/2010, a Lei Estadual de Incentivo ao Esporte de São Paulo contempla projetos vinculados às áreas educacional, formação desportiva, rendimento, sociodesportivo, participativa, gestão e desenvolvimento e infraestrutura. Ela possibilita à iniciativa privada o apoio a projetos esportivos elaborados por entidades privadas sem fins lucrativos de natureza esportiva ou por Prefeituras no Estado de São Paulo.
Fonte: Agência – SP
Brasil
USP oferece curso de extensão sobre economia, cultura e poder na internet

A disciplina de pós-graduação Economia, Cultura e Poder na Internet agora também será ofertada como curso de extensão para pessoas externas à USP. As aulas acontecerão entre 11 de março e 1º de julho de 2026, às quartas-feiras, das 9h às 12h, no Auditório do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, na Cidade Universitária, em São Paulo. São 40 vagas destinadas a profissionais, pesquisadores e demais interessados nos impactos sociais, econômicos e políticos da internet. As inscrições vão até o meio-dia de 20 de fevereiro, neste link, com confirmação da matrícula a partir de 2 de março.
Coordenado por Pablo Ortellado (EACH-USP e IEA-USP) e Luiz Fernando Martins Castro (NIC.br), o curso tem como objetivo apresentar uma análise crítica e interdisciplinar das transformações promovidas pelo ambiente digital. A programação aborda desde os fundamentos técnicos e a história da internet até temas contemporâneos como economia de dados, governança digital, inteligência artificial, regulação jurídica, polarização política nas redes sociais e os efeitos culturais das tecnologias digitais.
O curso é uma realização da Cátedra Oscar Sala, parceria do IEA com o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O objetivo é qualificar o debate acadêmico e público sobre as dimensões técnicas, econômicas, políticas, jurídicas e culturais da internet, contribuindo também para a formulação de políticas públicas na área.
Para aprovação, os participantes deverão cumprir frequência mínima de 75% e apresentar um trabalho final em formato de artigo voltado ao público amplo.
Mais informações e inscrições estão disponíveis aqui.
Fonte: Agência – SP







