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Show de Lilian Lomeu abre a programação de verão na Nova Orla de Cariacica

A estação mais quente do ano começou com o pé direito em Cariacica. Na noite desta sexta-feira (2), a cantora Lilian Lomeu subiu ao palco na Nova Orla para abrir oficialmente o Cariacica Verão 2026. Com muita energia, o show marcou o início de uma programação especial que promete movimentar o município ao longo de 19 dias.
Durante todo o período do evento, o local se transforma em um verdadeiro polo de lazer. Além dos shows musicais, a agenda conta com atividades físicas e recreação na Rua do Lazer, garantindo diversão para moradores que buscam aproveitar o cenário privilegiado da orla.
Rua do Lazer
As manhãs de domingo (dias 4, 11, 18 e 25), das 8h às 12h, serão dedicadas à Rua de Lazer, com recreação infantil, brinquedos infláveis, pula-pula, pintura facial e distribuição gratuita de pipoca, algodão-doce e picolé. No mesmo horário, o público poderá participar das animadas aulas de ritmos.
Trânsito
As vias da região permanecem liberadas para o tráfego durante a maior parte da programação. A interdição ocorrerá apenas aos domingos, das 8h às 12h, exclusivamente para a realização das atividades da Rua de Lazer.
Confira a programação
A festa continua a todo vapor neste sábado (3). A partir das 20 horas, o samba toma conta da avenida com a apresentação de Emerson Xumbrega e o show do grupo Acoustic Family. Confira a agenda completa:
03/01 – Acoustic Family e Emerson Xumbrega – 20h
04/01 – Vinil Urbano com DJs da equipe Volta pro Vinil – 10h
07/01 – Anderson Andrade – 19h
09/01 – Bloco Em Cima da Hora – 20h
10/01 – Fabricio Hoffmann – 20h30
11/01 – Aula de Ritmo e Marcos Coco – 10h
14/01 – Curta a Quarta na Orla
16/01 – Show de samba com Devid Aguiar – 20h
17/01 – Escola de samba Independente de Boa Vista – 20h30
18/01 – Vinil Urbano com DJ Gastação Infinita e Elemento 26 – 10h
21/01 – Curta a Quarta na Orla com Banda Elemento 26 – 19h
23/01 – Comitiva Violeira – 20h
24/01 – Escolas de samba Pega no Samba e Independente de Boa Vista – 20h30
25/01 – Aula de Ritmos e Banda de Congo Mestre Tagibe – 10h
28/01 – Orquestra de Violões Cordes e Acordes – 19h
30/01 – Escola de samba União Jovem de Itacibá – 20h
31/01 – Blocos de Carnaval – 20h
01/02 – Cânticos Infantis – 10h
*Programação sujeita a alterações
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Com homenagem a mestre Ciça, Viradouro é campeã e conquista o 4º título no Carnaval do Rio

A Unidos do Viradouro é a grande campeã do Carnaval 2026 do Rio de Janeiro. É a quarta vez que a escola conquista o título na Marquês de Sapucaí desde que foi fundada, em 1946.
A escola emocionou ao levar para a avenida o enredo “Pra cima, Ciça”, em homenagem ao mestre de bateria que soma 15 anos de história na agremiação.
Na apuração, realizada na tarde desta quarta-feira (18) na Marquês de Sapucaí, a agremiação teve notas perfeitas em todos os quesitos e totalizou 270 pontos, apenas 0,1 ponto à frente de Beija-Flor e Vila Isabel.
A Viradouro é uma escola de samba de Niterói, mas há muitos anos participa do Carnaval na cidade do Rio. Possui três títulos de campeã do Grupo Especial, conquistados nos anos de 1997, 2020 e 2024.
Na última vez em que foi campeã, a agremiação fez um desfile tecnicamente perfeito ao levar para a Sapucaí o enredo “Arroboboi, Dangbé”, sobre o culto vodum às serpentes.
Durante a apuração do Grupo Especial, a torcida da Unidos do Viradouro tomou a Cidade do Samba e fez festa a cada nota 10 anunciada para a escola de Niterói.
Assim que o locutor anuncia a pontuação máxima, o espaço em vermelho e branco explodia em gritos e bandeiras agitadas. Um coro puxava o ritmo da comemoração: “Olê, olê, olê, olê, olá… Ciça, Ciça!”.
Terceira a desfilar na madrugada de terça-feira (17), segundo dos três dias de apresentações do Grupo Especial do Rio, a Viradouro emocionou a Sapucaí.
Com homenagem a Ciça, mestre da bateria da própria escola, que também teve passagens pela Estácio de Sá, Unidos da Tijuca, Grande Rio e União da Ilha, a escola reuniu mestres de bateria de outras agremiações em uma alegoria. Selminha Sorriso e Claudinho, há 30 anos na Beija-Flor, desfilaram como destaque. A porta-bandeira e o mestre-sala estavam ao lado de Ciça, em 1992, pela Estácio, quando ela foi campeã naquele ano.
O ponto mais alto da noite foi quando a Viradouro recriou a ação inovadora do desfile de 2007, do carnavalesco Paulo Barros, ao levar toda a bateria sobre um carro. Ciça subiu a escadaria que levava ao topo da alegoria de mãos dadas com Juliana Paes, rainha de bateria há 20 Carnavais.
“Eu acho que posso morrer feliz”, disse Paulo Barros. O carnavalesco desfilou em outro carro, intitulado Jogada de Mestre, chorando e acenando ao público presente.
CLASSIFICAÇÃO FINAL DO CARNAVAL RIO 2026
1º – Viradouro – 270
2º – Beija-Flor – 269,9
3º – Vila Isabel – 269,9
4º – Salgueiro – 269,7
5º – Imperatriz Leopoldinense 269,4
6º – Mangueira – 269,2
7º – Unidos da Tijuca – 268,7
8º – Grande Rio – 268,7
9º – Tuiuti – 268,5
10º – Portela – 267,9
11º – Mocidade – 267,4
12º – Acadêmicos de Niterói – 264,6
O carro que levou a bateria tinha um enorme coração na frente que, ao brilhar, mostrava a silhueta de uma caveira, apelido de Ciça. Ao final do desfile, foi realizada uma paradinha, e os surdos da bateria simulavam o batimento cardíaco. O público cantou os versos do enredo da escola: “Se for para morrer, que seja do samba”.
“Sou enredo no maior Carnaval do mundo. A emoção é triplicada, um momento único da minha vida”, afirmou Ciça.
Durante o desfile, Ciça participou da comissão de frente e, depois, trocou de roupa para levar a bateria do recuo.
Outro destaque da escola foi o abre-alas, com um enorme leão que rugia, além de patas e cabeça móveis e uma coroa giratória. A alegoria, de 15 metros, simbolizava a Estácio de Sá.
Com 12 mil lâmpadas de LED, o carro representava a favela que virava tambores; nas janelas, telas mostravam sambistas como Dominguinhos do Estácio e Luiz Melodia.
Uma ala tinha 50 mulheres fantasiadas de Luma de Oliveira, recriando a fantasia que ela usou com uma coleira com o nome do então marido. No desfile deste ano, a coleira tinha o nome de Ciça.
A Viradouro recebeu penalidade por excesso de pessoas com camisetas nas laterais e na parte da frente da escola durante o desfile. A punição foi apenas financeira, sem desconto de pontos na apuração.

TODAS AS CAMPEÃS DO CARNAVAL DO RIO DE JANEIRO
Portela – 22 títulos
Mangueira – 20
Beija-Flor – 15
Salgueiro – 9
Império Serrano – 9
Imperatriz Leopoldinense – 9
Mocidade Indep. de Padre Miguel – 6
Unidos da Tijuca – 4
Viradouro – 4
Vila Isabel – 3
Unidos da Capela – 2
Estácio de Sá – 1
Prazer da Serrinha – 1
Vizinha Faladeira – 1
Recreio de Ramos – 1
Acadêmicos do Grande Rio – 1
Fonte: Liesa (Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro)
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – ALÉXIA SOUSA
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“Para nadar é preciso vencer o mar” chega ao complexo jesuítico de Reis Magos

O complexo jesuítico de Reis Magos, em Nova Almeida, recebe, na próxima terça-feira (24), a partir de 16h, a exposição “Para nadar é preciso vencer o mar”, do artista José Bechara.
A iniciativa, que ocupa o recém-restaurado Centro de Interpretação Aldeia de Reis Magos, promove um encontro entre a arquitetura do século XVII e a força da arte contemporânea, reforçando o papel do monumento como um espaço vivo de produção cultural.
Após passar por uma profunda readequação e restauro, o complexo agora serve de cenário para obras que exploram métodos e materiais diversificados. A exposição de Bechara, que conta com o apoio da Prefeitura da Serra, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer (Setur), irá apresentar pinturas inéditas e esculturas de variadas dimensões.
A exposição utiliza materiais que dialogam com o tempo e a natureza, como processos de oxidação em lonas e o uso de rochas ornamentais em esculturas externas, aproveitando a iluminação e a atmosfera única do complexo histórico.
Para o prefeito da Serra, Weverson Meireles, a chegada de grandes mostras ao município é fundamental para a valorização da identidade local.
“A mostra fortalece o diálogo entre arte, memória e território, reafirmando a vocação cultural de Reis Magos. Iniciativas como esta valorizam nossa identidade, ampliam o acesso à cultura e reconhecem a potência criativa que transforma lugares, aproxima pessoas e fortalece o sentimento de pertencimento”, destaca o prefeito.
Imersão e Patrimônio
O Centro de Interpretação Aldeia de Reis Magos, tombado pelo Iphan, foi planejado para oferecer uma experiência comunicativa sobre a história dos indígenas e jesuítas no Espírito Santo. Com a inclusão de mostras de arte contemporânea, o espaço amplia sua vocação, atraindo não apenas fiéis e historiadores, mas também entusiastas das artes visuais.
Para a exposição de José Bechara, o espaço abre as portas de forma gratuita. Os interessados, porém, devem retirar ingressos no link a seguir: “Para nadar é preciso vencer o mar”
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Projetos levam música para a Prainha e praças da cidades a partir de domingo

A Prefeitura de Vila Velha vai realizar novas edições dos projetos Arte no Parque e Luau da Vila, com apresentações musicais em diferentes regiões do município. A programação vai integrar o calendário cultural da cidade e vai ocupar espaços públicos com shows e atividades formativas.
No próximo domingo (22), o Arte no Parque vai acontecer em frente à Igreja do Rosário, na Prainha, com palco montado na área externa. Às 16h30, o cantor e violeiro Jorge dos Santos vai subir ao palco com a viola de 15 cordas, instrumento criado por ele em 2013 e que se tornou sua principal marca artística. Natural de Caratinga (MG), o músico iniciou carreira em 2007 e reúne mais de mil composições próprias registradas.
Às 18 horas, o grupo América 4 vai apresentar show construído a partir de pesquisa musical desenvolvida ao longo de 38 anos de trajetória. O repertório vai dialogar com a música andina e com ritmos latino-americanos, incorporando referências do tropicalismo, da MPB, do congo e do maracatu, além de influências regionais do Espírito Santo e de Minas Gerais.
E na próxima semana, nos dias 27 e 28, o Luau da Vila e o Arte no Parque vão ampliar a programação cultural em outros pontos da cidade.
Na sexta-feira (27), o Luau da Vila vai acontecer no Parque Urbano Duque de Caxias. Às 18h30, o músico Felipe Peó vai conduzir um aulão de forró aberto ao público. Às 19 horas, ele fará show em homenagem a Luiz Gonzaga. Às 20h30, a banda Big River vai interpretar canções de Alceu Valença.
No sábado (28), o Arte no Parque vai retornar à Igreja do Rosário, na Prainha, com duas sessões do projeto Jovens Pianistas Capixabas, às 16h30 e às 19h30.
Também no sábado (28), o Luau da Vila chegará à Ponta da Fruta. Às 17h30, o grupo América 4 vai se apresentar. Às 19 horas, Jorge dos Santos executará repertório autoral na viola de 15 cordas. Às 21 horas, Big River encerra a noite com tributo a Alceu Valença.
O secretário municipal de Cultura, Roberto Patrício Junior, afirma que a ocupação cultural dos espaços públicos amplia o acesso da população à produção artística e fortalece vínculos entre território e comunidade. “Quando o município ativa praças e espaços históricos com música e formação artística, ele reforça a identidade local e amplia a circulação de bens simbólicos. A cultura estrutura pertencimento, memória e autoestima coletiva”, diz.
Confira a programação
Arte no Parque
Domingo (22/02)
Local: Em frente à Igreja do Rosário, Prainha
16h30 – Jorge dos Santos
18h – América 4
Sábado (28/02)
Local: Igreja do Rosário, Prainha
16h30 – Jovens Pianistas Capixabas – Primeira sessão
19h30 – Jovens Pianistas Capixabas – Segunda sessão
Luau da Vila
Sexta-feira (27/02)
Local: Praça Duque de Caxias
18h30 – Aulão de forró com Felipe Peó
19h – Felipe Peó canta Luiz Gonzaga
20h30 – Big River canta Alceu Valença
Sábado (28/02)
Local: Ponta da Fruta
17h30 – América 4
19h – Jorge dos Santos – Viola 15 Cordas
21h – Big River canta Alceu Valença








