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Festival Delírio Tropical entra na segunda semana com atrações para todos os públicos

Após o sucesso da primeira semana, o Festival Delírio Tropical entra na reta final embalado por um caldeirão de ritmos que promete ferver a Arena de Verão de Vila Velha, localizada na Praia de Itapuã, na altura da Rua Dr. Jair de Andrade com a Av. Gil Veloso. Toda a programação é gratuita.
A maratona de shows do Festival de Música Regional do Espírito Santo recomeça na próxima terça, dia 27 de janeiro, com atrações infantis como o Gato Galáctico, e prossegue até domingo, com apresentações de rock, blues, samba, axé music, country, reggae e MPB. De acordo com a organização do evento, cerca de 200 mil pessoas devem circular pelo local nos dez dias de festival.
A sétima edição do Delírio Tropical tem patrocínio da Aegea Saneamento, Supermercados Carone, Vports, Cartões BB, Banco do Brasil e Vale; apoio da ES Gás, Farmácia Mônica, Loga, Galwan, Rede Tribuna, RHI e Arte Institute de Portugal, TVE-ES e Espírito Santo FM 89.1; e o apoio institucional da Prefeitura Municipal de Vila Velha. A realização é da Puri Produções, gzz.art e Ministério da Cultura – Governo Federal, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Ao todo, o festival reúne mais de 80 atrações e 100 horas de shows de artistas regionais do Brasil e do exterior, configurando-se como um amplo painel da produção musical autoral do Espírito Santo.
Terça e quarta: para as crianças
Nesta semana, devido ao adiamento da programação do dia 21 de janeiro para o dia 27, em função das condições climáticas, a programação infantil será em dose dupla. Na terça-feira, as crianças e as famílias poderão se divertir com o Cortejo animado do Palhaço Passarim e os mascotes da AEGEA, Tina Show, Gato Galáctico e a Banda de Congo Raízes. Na quarta, as atrações serão o Cortejo animado com Palhaço Passarim e os mascotes da AEGEA, Macakids, Turma Tube e a Banda de Congo Mestre Alcides.
Quinta-feira: pop, rock e blues
Na quinta-feira (28), o pop, o rock e o blues irão dominar a programação, com o encontro dos compositores Bruno Caliman e Nano Vianna e do guitarrista Saulo Simonassi com a cantora Dona Fran, e o show de encerramento da Big Bat Blues Band, que comemora os 20 anos de lançamento do álbum “Todo dia é dia de blues”. Nos intervalos dos shows, o DJ Tuzzão comandará as picapes.
Sexta: hardcore Vila Velha
Na sexta (30), diversas vertentes do rock vão ocupar o palco do festival. Natural de Alegre, no sul do Espírito Santo, a banda Estado de Sítio vai realizar o show comemorativo aos seus 25 anos de carreira, com repertório autoral influenciado pelo estilo grunge de Seattle e pelo rock nacional.
O cantor e compositor Metteoro fará uma homenagem ao movimento pernambucano Mangue Beat; a banda Whatever Happened to Baby Jane contará com a participação especial de Roberta de Razão e o Muddy Brothers vai exibir sua sonoridade setentista. Fechando a noite, a banda Mukeka Di Rato, referência do hardcore nacional, vai apresentar a turnê do álbum “Generais de Fralda”. No discotecagem, DJ Charles JR.
Sábado: axé vibrante
No sábado (31), a programação começa cedo, às 9h, com DJ Relima, e prossegue no ritmo do samba com Bloco Oitentação, Regional da Nair e Mais Astral, que vai aproveitar o show para gravar um DVD ao vivo. A MPB autoral será representada pela cantora Ada Koffi e pelos encontros de Fábio Carvalho e Caju; e Marcos Bifão convida Alexandre Borges. O encerramento será sob a axé vibrante de Beto Kauê, figura central do carnaval capixaba, que possui uma extensa discografia com 12 CDs e 4 DVDs gravados ao longo de sua carreira.
Domingo: moqueca de ritmos
O domingo (01), último dia de festival, será embalado por uma moqueca de ritmos que define a pluralidade do Delírio Tropical: vai ter música eletrônica com DJ Anacá, repertório de marchinhas com a Siri de Tamanco, mega roda de samba com os grupos Explosão do Pagode, CHOPPSAMBA, Samba Sim e Opção de Pagode, o pop moderno de Mariana Coelho com participação de Bella Mattar, a energia do Samba Crioulo, o clima de rodeio do Dallas Country e o roots reggae do Macucos, com o projeto Timbamarley e a participação especial de Rodrigo Lorio.
“Do ES para o mundo”
Para o diretor Sullivan Silva, a programação foi construída de modo a consolidar o Delírio Tropical como um marco do calendário estadual, exaltando a cultura capixaba e expandindo seu reconhecimento para os mercados nacional e internacional. “O Delírio Tropical se apresenta como um festival de música que exalta o orgulho do território e que fala para públicos diversos. É um palco do Espírito Santo para o mundo, que une o novo e o tradicional, o vintage e o cool, a alma capixaba e o pulsar do Brasil, conectando a cultura capixaba, a economia criativa e o turismo internacional”, define.
FESTIVAL DELÍRIO TROPICAL: Sétima edição do Festival de Música Regional do Espírito Santo
Data: de 27 de janeiro a 01 de fevereiro
Local do Festival: Arena de Verão da Prefeitura Municipal de Vila Velha, localizada na Praia de Itapuã, na altura da Rua Dr. Jair de Andrade com a Avenida Gil Veloso
Entrada: gratuita
Patrocínio: Aegea Saneamento, Supermercados Carone, Vports, Cartões BB e Banco do Brasil, e Vale
Apoio: ES Gás, Farmácia Mônica, Loga, Galwan, Rede Tribuna, RHI e Arte Institute de Portugal, TVE-ES e Espírito Santo FM 89.1
Apoio institucional: Prefeitura Municipal de Vila Velha
Realização: Puri Produções, gzz.art e Ministério da Cultura (MinC), por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura
Formulário de Acessibilidade: festivaldeliriotropical.com.br
PROGRAMAÇÃO:
27/01 – Terça-feira
16h – Cortejo animado com Palhaço Passarim e os mascotes da AEGEA
18h – Tina Show
20h – Gato Galáctico
21h30 – Banda de Congo Raízes
28/01 – Quarta-feira
16h – Cortejo animado com Palhaço Passarim e os mascotes da AEGEA
18h –Macakids
20h – Turma Tube
21h30 – Banda de Congo Mestre Alcides
29/01 – Quinta-feira
17h – DJ Tuzzão
18h15 – Bruno Caliman convida Nano Vianna
19h30 – DJ Tuzzão
20h – Saulo Simonassi convida Dona Fran
21h30 – DJ Tuzzão
22h – Big Bat Blues Band – Show especial de 20 anos do álbum “Todo dia é dia de blues”
30/01 – Sexta-feira
16h – DJ Charles JR.
16h30 – Estado de Sítio (especial 25 anos)
17h30 – DJ Charles JR.
17h50 – Metteoro especial Mangue Beat
19h20 – DJ Charles JR
19h40 – Whatever Happened to Baby Jane convida Roberta de Razão
20h40 – DJ Charles JR.
21h – Muddy Brothers
22h30 – DJ Charles JR.
23h – Mukeka di Rato (turnê do novo álbum “Generais de Fralda”)
31/01 – Sábado
9h – DJ Relima
10h30 – Bloco Oitentação
11h30 – Regional da Nair
14h – Ada Koffi Mar de Dentro
15h30 – DJ Relima
16h – Fábio Carvalho convida Caju
17h30 – DJ Relima
18h – Mais Astral (gravação de DVD)
20h – DJ Relima
20h30 – Marcos Bifão convida Alexandre Borges
21h45 – DJ Relima
22h15 – Beto Kauê
01/02 – Domingo
9h – DJ Anacá
10h – Siri de Tamanco
11h – Mega Roda de Samba com Explosão do Pagode, CHOPPSAMBA, Samba Sim e Opção de Pagode
13h30 – Mariana Coelho convida Bella Mattar
15h – Samba Crioulo
17h – DJ Anacá
17h30 – Dallas Country
19h – DJ Anacá
19h30 – Macucos especial Timbamarley part. Rodrigo Lorio
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Com homenagem a mestre Ciça, Viradouro é campeã e conquista o 4º título no Carnaval do Rio

A Unidos do Viradouro é a grande campeã do Carnaval 2026 do Rio de Janeiro. É a quarta vez que a escola conquista o título na Marquês de Sapucaí desde que foi fundada, em 1946.
A escola emocionou ao levar para a avenida o enredo “Pra cima, Ciça”, em homenagem ao mestre de bateria que soma 15 anos de história na agremiação.
Na apuração, realizada na tarde desta quarta-feira (18) na Marquês de Sapucaí, a agremiação teve notas perfeitas em todos os quesitos e totalizou 270 pontos, apenas 0,1 ponto à frente de Beija-Flor e Vila Isabel.
A Viradouro é uma escola de samba de Niterói, mas há muitos anos participa do Carnaval na cidade do Rio. Possui três títulos de campeã do Grupo Especial, conquistados nos anos de 1997, 2020 e 2024.
Na última vez em que foi campeã, a agremiação fez um desfile tecnicamente perfeito ao levar para a Sapucaí o enredo “Arroboboi, Dangbé”, sobre o culto vodum às serpentes.
Durante a apuração do Grupo Especial, a torcida da Unidos do Viradouro tomou a Cidade do Samba e fez festa a cada nota 10 anunciada para a escola de Niterói.
Assim que o locutor anuncia a pontuação máxima, o espaço em vermelho e branco explodia em gritos e bandeiras agitadas. Um coro puxava o ritmo da comemoração: “Olê, olê, olê, olê, olá… Ciça, Ciça!”.
Terceira a desfilar na madrugada de terça-feira (17), segundo dos três dias de apresentações do Grupo Especial do Rio, a Viradouro emocionou a Sapucaí.
Com homenagem a Ciça, mestre da bateria da própria escola, que também teve passagens pela Estácio de Sá, Unidos da Tijuca, Grande Rio e União da Ilha, a escola reuniu mestres de bateria de outras agremiações em uma alegoria. Selminha Sorriso e Claudinho, há 30 anos na Beija-Flor, desfilaram como destaque. A porta-bandeira e o mestre-sala estavam ao lado de Ciça, em 1992, pela Estácio, quando ela foi campeã naquele ano.
O ponto mais alto da noite foi quando a Viradouro recriou a ação inovadora do desfile de 2007, do carnavalesco Paulo Barros, ao levar toda a bateria sobre um carro. Ciça subiu a escadaria que levava ao topo da alegoria de mãos dadas com Juliana Paes, rainha de bateria há 20 Carnavais.
“Eu acho que posso morrer feliz”, disse Paulo Barros. O carnavalesco desfilou em outro carro, intitulado Jogada de Mestre, chorando e acenando ao público presente.
CLASSIFICAÇÃO FINAL DO CARNAVAL RIO 2026
1º – Viradouro – 270
2º – Beija-Flor – 269,9
3º – Vila Isabel – 269,9
4º – Salgueiro – 269,7
5º – Imperatriz Leopoldinense 269,4
6º – Mangueira – 269,2
7º – Unidos da Tijuca – 268,7
8º – Grande Rio – 268,7
9º – Tuiuti – 268,5
10º – Portela – 267,9
11º – Mocidade – 267,4
12º – Acadêmicos de Niterói – 264,6
O carro que levou a bateria tinha um enorme coração na frente que, ao brilhar, mostrava a silhueta de uma caveira, apelido de Ciça. Ao final do desfile, foi realizada uma paradinha, e os surdos da bateria simulavam o batimento cardíaco. O público cantou os versos do enredo da escola: “Se for para morrer, que seja do samba”.
“Sou enredo no maior Carnaval do mundo. A emoção é triplicada, um momento único da minha vida”, afirmou Ciça.
Durante o desfile, Ciça participou da comissão de frente e, depois, trocou de roupa para levar a bateria do recuo.
Outro destaque da escola foi o abre-alas, com um enorme leão que rugia, além de patas e cabeça móveis e uma coroa giratória. A alegoria, de 15 metros, simbolizava a Estácio de Sá.
Com 12 mil lâmpadas de LED, o carro representava a favela que virava tambores; nas janelas, telas mostravam sambistas como Dominguinhos do Estácio e Luiz Melodia.
Uma ala tinha 50 mulheres fantasiadas de Luma de Oliveira, recriando a fantasia que ela usou com uma coleira com o nome do então marido. No desfile deste ano, a coleira tinha o nome de Ciça.
A Viradouro recebeu penalidade por excesso de pessoas com camisetas nas laterais e na parte da frente da escola durante o desfile. A punição foi apenas financeira, sem desconto de pontos na apuração.

TODAS AS CAMPEÃS DO CARNAVAL DO RIO DE JANEIRO
Portela – 22 títulos
Mangueira – 20
Beija-Flor – 15
Salgueiro – 9
Império Serrano – 9
Imperatriz Leopoldinense – 9
Mocidade Indep. de Padre Miguel – 6
Unidos da Tijuca – 4
Viradouro – 4
Vila Isabel – 3
Unidos da Capela – 2
Estácio de Sá – 1
Prazer da Serrinha – 1
Vizinha Faladeira – 1
Recreio de Ramos – 1
Acadêmicos do Grande Rio – 1
Fonte: Liesa (Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro)
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – ALÉXIA SOUSA
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“Para nadar é preciso vencer o mar” chega ao complexo jesuítico de Reis Magos

O complexo jesuítico de Reis Magos, em Nova Almeida, recebe, na próxima terça-feira (24), a partir de 16h, a exposição “Para nadar é preciso vencer o mar”, do artista José Bechara.
A iniciativa, que ocupa o recém-restaurado Centro de Interpretação Aldeia de Reis Magos, promove um encontro entre a arquitetura do século XVII e a força da arte contemporânea, reforçando o papel do monumento como um espaço vivo de produção cultural.
Após passar por uma profunda readequação e restauro, o complexo agora serve de cenário para obras que exploram métodos e materiais diversificados. A exposição de Bechara, que conta com o apoio da Prefeitura da Serra, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer (Setur), irá apresentar pinturas inéditas e esculturas de variadas dimensões.
A exposição utiliza materiais que dialogam com o tempo e a natureza, como processos de oxidação em lonas e o uso de rochas ornamentais em esculturas externas, aproveitando a iluminação e a atmosfera única do complexo histórico.
Para o prefeito da Serra, Weverson Meireles, a chegada de grandes mostras ao município é fundamental para a valorização da identidade local.
“A mostra fortalece o diálogo entre arte, memória e território, reafirmando a vocação cultural de Reis Magos. Iniciativas como esta valorizam nossa identidade, ampliam o acesso à cultura e reconhecem a potência criativa que transforma lugares, aproxima pessoas e fortalece o sentimento de pertencimento”, destaca o prefeito.
Imersão e Patrimônio
O Centro de Interpretação Aldeia de Reis Magos, tombado pelo Iphan, foi planejado para oferecer uma experiência comunicativa sobre a história dos indígenas e jesuítas no Espírito Santo. Com a inclusão de mostras de arte contemporânea, o espaço amplia sua vocação, atraindo não apenas fiéis e historiadores, mas também entusiastas das artes visuais.
Para a exposição de José Bechara, o espaço abre as portas de forma gratuita. Os interessados, porém, devem retirar ingressos no link a seguir: “Para nadar é preciso vencer o mar”
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Projetos levam música para a Prainha e praças da cidades a partir de domingo

A Prefeitura de Vila Velha vai realizar novas edições dos projetos Arte no Parque e Luau da Vila, com apresentações musicais em diferentes regiões do município. A programação vai integrar o calendário cultural da cidade e vai ocupar espaços públicos com shows e atividades formativas.
No próximo domingo (22), o Arte no Parque vai acontecer em frente à Igreja do Rosário, na Prainha, com palco montado na área externa. Às 16h30, o cantor e violeiro Jorge dos Santos vai subir ao palco com a viola de 15 cordas, instrumento criado por ele em 2013 e que se tornou sua principal marca artística. Natural de Caratinga (MG), o músico iniciou carreira em 2007 e reúne mais de mil composições próprias registradas.
Às 18 horas, o grupo América 4 vai apresentar show construído a partir de pesquisa musical desenvolvida ao longo de 38 anos de trajetória. O repertório vai dialogar com a música andina e com ritmos latino-americanos, incorporando referências do tropicalismo, da MPB, do congo e do maracatu, além de influências regionais do Espírito Santo e de Minas Gerais.
E na próxima semana, nos dias 27 e 28, o Luau da Vila e o Arte no Parque vão ampliar a programação cultural em outros pontos da cidade.
Na sexta-feira (27), o Luau da Vila vai acontecer no Parque Urbano Duque de Caxias. Às 18h30, o músico Felipe Peó vai conduzir um aulão de forró aberto ao público. Às 19 horas, ele fará show em homenagem a Luiz Gonzaga. Às 20h30, a banda Big River vai interpretar canções de Alceu Valença.
No sábado (28), o Arte no Parque vai retornar à Igreja do Rosário, na Prainha, com duas sessões do projeto Jovens Pianistas Capixabas, às 16h30 e às 19h30.
Também no sábado (28), o Luau da Vila chegará à Ponta da Fruta. Às 17h30, o grupo América 4 vai se apresentar. Às 19 horas, Jorge dos Santos executará repertório autoral na viola de 15 cordas. Às 21 horas, Big River encerra a noite com tributo a Alceu Valença.
O secretário municipal de Cultura, Roberto Patrício Junior, afirma que a ocupação cultural dos espaços públicos amplia o acesso da população à produção artística e fortalece vínculos entre território e comunidade. “Quando o município ativa praças e espaços históricos com música e formação artística, ele reforça a identidade local e amplia a circulação de bens simbólicos. A cultura estrutura pertencimento, memória e autoestima coletiva”, diz.
Confira a programação
Arte no Parque
Domingo (22/02)
Local: Em frente à Igreja do Rosário, Prainha
16h30 – Jorge dos Santos
18h – América 4
Sábado (28/02)
Local: Igreja do Rosário, Prainha
16h30 – Jovens Pianistas Capixabas – Primeira sessão
19h30 – Jovens Pianistas Capixabas – Segunda sessão
Luau da Vila
Sexta-feira (27/02)
Local: Praça Duque de Caxias
18h30 – Aulão de forró com Felipe Peó
19h – Felipe Peó canta Luiz Gonzaga
20h30 – Big River canta Alceu Valença
Sábado (28/02)
Local: Ponta da Fruta
17h30 – América 4
19h – Jorge dos Santos – Viola 15 Cordas
21h – Big River canta Alceu Valença







