Economia
Concurso 2.971: Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões
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2 horas atrásem

O prêmio do concurso 2.971 da Mega-Sena acumulou nesta terça-feira (10). 
A estimativa de prêmio do próximo concurso, que será realizado no dia 12 de fevereiro, é de R$ 55 milhões.
Nenhum apostador acertou as seis dezenas: 01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56
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Na quina, 33 apostas acertaram. Cada uma vai receber o valor de R$ 65.041,25.
Outras 2.294 apostas levaram a quadra, alcançando R$ 1.542,26 cada.
Fonte: Agência Brasil
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Economia
FGC aprova plano emergencial para cobrir rombo do Banco Master
Publicado
8 horas atrásem
10 de fevereiro de 2026
O conselho do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) aprovou nesta terça-feira (10) um plano emergencial para recompor o caixa após o impacto financeiro provocado pela liquidação do Banco Master. A medida busca garantir que o fundo, mantido pelas instituições financeiras para cobrir eventuais quebras e liquidações, tenha liquidez compatível com os riscos do sistema financeiro já até o fim do primeiro trimestre.

O plano prevê a antecipação imediata do equivalente a cinco anos de contribuições futuras dos bancos associados, dividida em três parcelas mensais. O cronograma inclui ainda novos adiantamentos: mais 12 meses de aportes em 2027 e outros 12 meses em 2028, o que, na prática, representaria até sete anos de contribuições antecipadas.
- Ipea diz que mercado de trabalho pode absorver fim da escala 6×1.
- Portos brasileiros movimentaram 1,4 bi de toneladas de cargas em 2025.
- Diretor Jurídico do BRB deixa cargo após caso Banco Master.
Além disso, as instituições financeiras concordaram em elevar temporariamente o valor das contribuições mensais ao FGC. O aumento extraordinário deve variar entre 30% e 60% e valer por, no mínimo, cinco anos, segundo fontes envolvidas nas negociações.
Pelas regras atuais, os bancos associados recolhem mensalmente 0,01% sobre o total de instrumentos financeiros cobertos pela garantia do fundo. No caso dos Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE), as alíquotas são mais altas e variam de acordo com a estrutura das emissões.
Em nota, o FGC afirmou que discute a recomposição da própria liquidez com as instituições associadas e com o Banco Central, mas evitou detalhar as alternativas em análise. “As discussões estão em andamento e uma deliberação deverá ocorrer no curto prazo”, declarou.
Compulsórios
Outra alternativa em discussão no setor é a destinação de parte dos recursos do compulsório de depósitos à vista, reservas que os bancos são obrigados a manter no Banco Central (BC), para reforçar o caixa do FGC. A proposta, no entanto, depende de autorização do BC, que ainda não se manifestou sobre o tema.
Até o momento, o FGC desembolsou cerca de R$ 36 bilhões de um total superior a R$ 40 bilhões previstos para ressarcir os credores do Banco Master. O fundo ainda não iniciou os pagamentos relacionados ao Will Bank, que integrava o conglomerado e teve a liquidação decretada posteriormente. Nesse caso, a estimativa é de aproximadamente R$ 6,3 bilhões em garantias.
O restante das perdas está associado a linhas de crédito concedidas pelo próprio FGC a empresas do grupo Master.
Governança
A recomposição do caixa é vista pelo setor financeiro como etapa prévia a uma possível reforma nas regras do fundo. Entre as discussões preliminares estão medidas para ampliar a fiscalização da qualidade dos balanços das instituições associadas, restringir níveis elevados de alavancagem e reduzir a concentração da distribuição de produtos financeiros em poucas plataformas.
Parte das instituições financeiras, principalmente os bancos tradicionais de maior porte, crítica o uso do FGC nos últimos anos. Segundo esse segmento, algumas plataformas e instituições de menor porte usaram o FGC para alavancar balanços (usando recursos emprestados para emprestar), com o fundo sendo usado arbitrariamente para recompor perdas de investidores num modelo de negócio insustentável.
Fonte: Agência Brasil
Economia
2025: indústria cresce mais que a média do Brasil em sete estados
Publicado
13 horas atrásem
10 de fevereiro de 2026
Em 2025, sete estados do país viram a produção industrial crescer em ritmo superior ao da média nacional, com destaque para o Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Enquanto a indústria brasileira avançou 0,6% em 2025 na comparação com 2024, o Espírito Santo saltou mais de 10%, e o Rio, mais de 5%.
- Haddad defende nova arquitetura para benefícios sociais .
- Novas regras para vales-alimentação e refeição entram em vigor .
- Brasileiros sacaram em dezembro R$ 429 milhões esquecidos em bancos.
Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal Regional, divulgada nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para medir o desempenho da indústria nacional anualmente, o IBGE apura informações em 18 localidades. Fazem parte da pesquisa 17 unidades da federação (UF) que têm participação de, no mínimo, 0,5% no total da industrial nacional, e o Nordeste como um todo.
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Veja onde houve crescimento anual acima da média do país (0,6%) em 2025:
- Espírito Santo: 11,6%
- Rio de Janeiro: 5,1%
- Santa Catarina: 3,2%
- Rio Grande do Sul: 2,4%
- Goiás: 2,4%
- Minas Gerais: 1,3%
- Pará: 0,8%
Motores
Por causa do peso de 11,38% do total da economia nacional, o Rio de Janeiro exerceu maior influência positiva na média nacional, logo à frente do Espírito Santo.
O analista da pesquisa, Bernardo Almeida, aponta que Rio de Janeiro foi impulsionado pelo setor extrativo, com aumento na extração de petróleo e gás natural. O vizinho Espírito Santo, pelo crescimento na extração de petróleo, minério de ferro e gás natural.
“Santa Catarina aparece como terceira maior influência, puxada principalmente pelos setores de alimentos e por máquinas, aparelhos, e materiais elétricos”, pontua. Em relação aos alimentos, ele cita carnes e miudezas de aves congeladas, preparações e conservas de peixe, e embutidos de carnes de suínos.
Três estados viram a indústria crescer no ano passado, mas abaixo da média nacional:
- Bahia: 0,3%
- Paraná: 0,3%
- Amazonas: 0,1%
Em oito localidades pesquisadas, a produção industrial recuou, com destaque negativo para o Rio Grande do Sul.
- Ceará: -0,6%
- Região Nordeste: -0,8%
- São Paulo: -2,2%
- Pernambuco: -3,8%
- Maranhão: -5,1%
- Mato Grosso: -5,8%
- Rio Grande do Norte: -11,6%
- Mato Grosso do Sul: -12,9%
Explicações
Como São Paulo tem o maior peso de toda indústria brasileira – responde por um terço de tudo o que é produzido nas fábricas do país – a queda no desempenho em 2025 (-2,2%) exerceu a maior pressão negativa em 2025.
De acordo com Bernardo Almeida, entre os setores que mais contribuíram para esse desempenho negativo paulista estão o de derivados do petróleo, com quedas na produção de álcool etílico, óleo diesel, gasolina automotiva, asfalto de petróleo e naftas.
O pesquisador acrescenta ainda o setor farmacêutico, com redução na fabricação de medicamentos.
Nos dois estados com quedas superiores a dois dígitos, o responsável é a fabricação de coque, derivados do petróleo e biocombustíveis.
No Rio Grande do Norte, o recuo de 23,2% foi puxada por diesel e gasolina; em Mato Grosso do Sul, depressão de 61,5% foi motivada por baixa produção de álcool etílico.
Fonte: Agência Brasil
Economia
Inflação oficial de janeiro fica em 0,33% e se mantém dentro da meta
Publicado
18 horas atrásem
10 de fevereiro de 2026
Os preços da conta de luz e da gasolina mediram força em janeiro e fizeram a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. Em janeiro de 2025, o IPCA tinha sido de 0,16%.

Com o resultado, a inflação oficial – medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – acumula 4,44% em 12 meses dentro do limite máximo de tolerância da meta do governo.
- Mercado reduz previsão da inflação para 3,97% este ano.
- Inflação do aluguel sobe 0,41% em janeiro, mas tem queda em um ano.
- Prévia da inflação oficial de janeiro perde força e fica em 0,20% .
A gasolina exerceu a maior pressão de alta, respondendo por 0,10 ponto percentual (p.p.) do índice, enquanto a conta de luz mais barata representou -0,11 p.p.
Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.
A meta
A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. Desde novembro passado, o IPCA está dentro do limite de tolerância.
Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.
Instituições financeiras ouvidas pelo Boletim Focus, do Banco Central, estimam que o IPCA deve terminar o ano em 3,97%.
O índice
O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Ao todos, são coletados preços de 377 subitens (produtos e serviços).
A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre – além de Brasília, Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.
Fonte: Agência Brasil

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