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Estado de SP tem recorde de operações contra alcoolemia, com crescimento de 125% em 2025

marcelo

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Estado de SP tem recorde de operações contra alcoolemia, com crescimento de 125% em 2025
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Estado de SP tem recorde de operações contra alcoolemia, com crescimento de 125% em 2025

O fortalecimento das operações contra a alcoolemia no estado de São Paulo tem produzido resultados expressivos ao longo dos últimos anos. Na comparação entre 2025 e 2024, o número de operações cresceu 125% – passando de 565 para 1.273 – enquanto a quantidade de veículos abordados aumentou quase 95% (de 401,7 mil para 781,1 mil). Em uma perspectiva histórica, o volume de operações realizadas em 2025 é quase 14 vezes maior do que o registrado em 2021.

“O crescimento das operações em 2025 decorre principalmente de uma estratégia de integração institucional. Houve uma reorganização do planejamento e o fortalecimento das ações coordenadas com nossos parceiros, Polícia Militar e Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, que já possuem capilaridade territorial e presença permanente nas vias. Se trata de uma política pública mais inteligente, que passou a utilizar de forma integrada as estruturas já existentes. Quando o motorista percebe que a chance de fiscalização é real e constante, o comportamento tende a mudar”, explica Anderson Poddis, Diretor de Fiscalização de Trânsito do Detran-SP.

As operações contra alcoolemia são planejadas de forma estratégica, considerando os dados do Infosiga, plataforma que integra informações referentes a sinistros de trânsito – tanto nas cidades, quanto em rodovias, onde é possível abordar um número maior de veículos em menos tempo. Dirigir sob efeito de álcool é o segundo maior fator de sinistros e óbitos no trânsito, atrás apenas para o excesso de velocidade. “A legislação brasileira sobre alcoolemia é bastante rigorosa e reconhecida internacionalmente. O principal fator para a redução dos números é a combinação de fiscalização contínua, eficiente e bem distribuída no território com ações educativas”, complementa Poddis.

Para 2026, estão previstos avanços no uso de dados e inteligência para o planejamento das operações, maior integração com municípios por meio do SISTRAN-SP e ações educativas mais direcionadas a perfis de risco específicos. O objetivo é tornar a política de combate à alcoolemia cada vez mais eficiente, previsível e capaz de reduzir sinistros de trânsito e, consequentemente, salvar vidas.

Janeiro de 2026

Desde o início do ano, foram realizadas 46 operações contra alcoolemia no estado, ou seja, mais de uma operação por dia. No total, 30.341 veículos foram fiscalizados, resultando em 771 infrações por alcoolemia, sendo 665 recusas ao teste do bafômetro, 42 autuações por direção sob efeito de álcool, duas por embriaguez, além de outras duas recusas com crimes – quando o condutor está visivelmente embriagado aos olhos do agente de fiscalização e se recusa a fazer o teste de bafômetro.

Infrações por Alcoolemia

Tanto dirigir sob efeito de álcool – quando o teste do etilômetro aponta o índice de até 0,33 mg de álcool por litro de ar expelido – quanto recusar-se a soprar o bafômetro são consideradas infrações gravíssimas, segundo os artigos 165 e 165-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), respectivamente.

Em ambos os casos, o valor da multa é de R$ 2.934,70 e o condutor responde a processo de suspensão da carteira de habilitação. Se houver reincidência no período de 12 meses, a multa é aplicada em dobro, ou seja, no valor de R$ 5.869,40. Na autuação por direção sob efeito de álcool, quando há nova ocorrência durante o período de suspensão da CNH, além da multa em dobro, o motorista responderá ainda a processo administrativo que poderá culminar na cassação do seu direito de dirigir, se forem esgotados todos os meios de defesa. Nesta última situação, ele terá de reiniciar todo o processo de habilitação para voltar a dirigir – e somente após transcorrido o prazo de 24 meses depois da cassação.

Já os casos de embriaguez ao volante, quando os motoristas apresentam índice a partir de 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido no teste do etilômetro, são considerados crimes de trânsito. Os motoristas flagrados nessa situação, além de receberem a multa de R$ 2.934,70 e responderem ao processo de suspensão da CNH, são também conduzidos ao distrito policial. Se condenados, eles poderão cumprir de seis meses a três anos de prisão, conforme prevê a Lei Seca, também conhecida como “tolerância zero”.

O post Estado de SP tem recorde de operações contra alcoolemia, com crescimento de 125% em 2025 apareceu primeiro em Agência SP.

Fonte: Agência – SP

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Quase 3,5 milhões de veículos já estão licenciados em SP

marcelo

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Quase 3,5 milhões de veículos já estão licenciados em SP
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Milhões de pessoas já se anteciparam e quitaram o licenciamento 2026 em São Paulo, de acordo com números do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP). Ao todo, 3,398 milhões de veículos estão licenciados, cerca de 13% de toda a frota ativa do estado. A capital, com mais de 1 milhão de licenciamentos ou quase um terço do total, lidera entre os municípios à frente de Campinas, Guarulhos, São Bernardo do Campo e Ribeirão Preto.    

Os números mostram a adesão dos condutores à possibilidade de regularizar a documentação antes do início do calendário oficial, que vai de julho a dezembro, conforme o final da placa. Essa é uma facilidade para os condutores do estado que desejam também pagar o IPVA de forma integral e começar o ano sem pendências. Este ano, a atualização da documentação é instantânea após o pagamento. 

Para resolver com rapidez, o melhor caminho é pelo portal do Detran-SP, onde o licenciamento pode ser feito em minutos, com a facilidade adicional de verificar e pagar via pix, na mesma hora, multas que estejam pendentes – e mesmo o licenciamento do ano anterior, caso esteja em atraso. Para licenciar um veículo registrado em São Paulo, é preciso antes quitar eventuais multas de trânsito, além do IPVA. No licenciamento, o responsável pelo veículo deve informar o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e pagar a taxa correspondente que, neste ano, é de R$ 174,08. 

Após o pagamento, o condutor pode baixar ou imprimir em papel comum o documento digital atualizado pelo portal do Detran-SP, do Poupatempo ou da Senatran, ou pelos aplicativos Detran-SP e Poupatempo Digital. O documento pode ser salvo no celular ou guardado em papel. Outro caminho rápido é pagar a taxa em um banco conveniado, via internet banking, aplicativo ou no caixa eletrônico.   

Se o licenciamento não estiver disponível para pagamento, o condutor deverá verificar se há algum tipo de impedimento como multas ou débitos pendentes, ou ainda algum bloqueio (judicial, gravame ou outros). 

Recolhimento do veículo 

O licenciamento é obrigatório, já que é um meio de o Detran-SP ter visibilidade e controle da frota de veículos em circulação no estado. Sua pendência pode levar ao recolhimento do veículo, que, uma vez fiscalizado, será retirado das ruas e levado a um pátio credenciado.  

Em caso de recolhimento, a liberação pode ser feita de maneira imediata, em poucos minutos, a partir da Liberação Instantânea de Veículos (LIVE), novo serviço online disponível no site oficial do Detran-SP. Com a LIVE, o cidadão solicita a liberação assim que o veículo chega ao pátio, tendo no celular o ofício de liberação digital, expedido pelo Detran-SP, desde que, é claro, quite os valores em aberto, como o da estadia no pátio e o do licenciamento. 

Fonte: Agência – SP

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Governo de SP pretende entregar mais de 155 mil cestas básicas até abril

marcelo

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Governo de SP pretende entregar mais de 155 mil cestas básicas até abril
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O Governo de São Paulo iniciou, nesta semana, as primeiras entregas de cestas básicas de 2026, ação que continuará até abril e pretende distribuir 155.155 unidades em 645 municípios, abrangendo todas as 16 regiões administrativas do Estado. A ação tem como objetivo fortalecer o apoio alimentar às famílias em situação de vulnerabilidade social em todo o território paulista.

As retiradas e entregas seguem um modelo logístico estratégico e descentralizado, que direciona os carregamentos para pontos mais próximos dos municípios atendidos. Para isso, são utilizados diferentes polos logísticos, como o município de Araras, pontos regionais e o Centro de Distribuição do Fundo Social de São Paulo, na capital, garantindo maior eficiência operacional e agilidade no atendimento.

Nesta etapa, são atendidas as regiões administrativas de Araçatuba, Baixada Santista, Barretos, Bauru, Campinas, Central, Franca, Itapeva, Marília, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.

Os volumes de cestas distribuídos variam de acordo com o número de municípios em cada região. A região de São José do Rio Preto concentra o maior número de cidades contempladas, com 96 municípios e a distribuição de quase 14 mil cestas básicas. Em seguida, destacam-se Campinas, com 90 municípios e cerca de 23 mil unidades, e a Região Metropolitana de São Paulo, que reúne 39 municípios e recebe pouco mais de 27 mil cestas.

A programação foi organizada de forma escalonada, assegurando regularidade no abastecimento e eficiência logística. Em algumas regiões, a retirada das cestas é realizada diretamente pelos municípios; em outras, as entregas ocorrem em pontos estrategicamente definidos pelo Fundo Social de São Paulo, sempre com foco em aproximar a distribuição da realidade local.

A iniciativa integra as ações permanentes do Governo do Estado de São Paulo voltadas ao enfrentamento da insegurança alimentar e ao fortalecimento da rede de proteção social. As cestas são destinadas aos Fundos Sociais Municipais, responsáveis pela distribuição às famílias acompanhadas pelos serviços socioassistenciais, garantindo que o apoio chegue de forma organizada e direcionada a quem mais precisa.

Para a primeira-dama do Estado e presidente do Fundo Social de São Paulo, Cristiane Freitas, a iniciativa reafirma o compromisso do governo com o atendimento direto aos municípios. “Nosso trabalho é garantir, em parceria com os municípios, que o apoio chegue de forma ágil e eficiente a quem mais precisa. Cada entrega que sai de São Paulo representa cuidado, acolhimento e a presença do Estado ao lado das famílias em situação de vulnerabilidade, de ponta a ponta”, afirmou.

Fonte: Agência – SP

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Concessão da Estrada de Ferro de Campos do Jordão vai revitalizar Parque Reino das Águas Claras

marcelo

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Concessão da Estrada de Ferro de Campos do Jordão vai revitalizar Parque Reino das Águas Claras
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Mais do que um espaço de lazer, o Parque Reino das Águas Claras é parte da memória afetiva de Pindamonhangaba e do Vale do Paraíba. Um legado literário e um patrimônio cultural que será revitalizado e reaberto ao público com a concessão da Estrada de Ferro Campos do Jordão (EFCJ), realizada pelo Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Parceria em Investimentos (SPI).

A futura concessionária será responsável pela recuperação, conservação e manutenção do parque que possui 38 mil metros quadrados. Dentre as intervenções previstas estão a reforma das instalações elétricas e hidráulicas; contenção de estruturas com risco de deslizamento; limpeza, manutenção das margens e da vegetação ao longo do Rio Piracuama; e o restauro e preservação das obras de arte relacionadas ao universo de Monteiro Lobato. O acesso ao parque será gratuito, reafirmando seu papel como patrimônio público e lugar de convivência e cultura.

“A restauração do Parque Reino das Águas Claras não é apenas uma obra de infraestrutura, é também e, principalmente, a preservação de um patrimônio cultural e ambiental. Um espaço que deve continuar sendo vivido e celebrado por toda a população. A concessionária terá a responsabilidade de manutenção do parque, garantindo acesso gratuito, para que este legado histórico permaneça vivo para as próximas gerações”, destacou Edgard Benozatti, presidente da Companhia Paulista de Parcerias (CPP).

Com prazo de 24 anos, a concessão da Estrada de Ferro de Campos do Jordão prevê investimentos estimados em R$ 315 milhões. Desse valor, R$ 7,7 milhões serão destinados às ações de revitalização do Parque Reino das Águas Claras, que ainda contempla soluções de acessibilidade voltadas aos visitantes, além de conexão com polos de transporte público e estacionamentos externos, sempre respeitando as diretrizes urbanísticas e ambientais.

O projeto é estruturado a partir de um conjunto de investimentos destinados à modernização e reforma da Estrada de Ferro Campos do Jordão e à qualificação dos ativos que compõem seu entorno turístico e cultural. Com 47 quilômetros de extensão, o complexo conta com a ferrovia, o Parque Reino das Águas Claras e o Centro de Memória Ferroviária, além de oficinas, estações e ativos culturais. O edital da concessão foi publicado no dia 19 de janeiro e o leilão está marcado para 29 de abril de 2026, na Bolsa de Valores, B3, em São Paulo.

Fonte: Agência – SP

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