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Segurança

Força Tática prende homem armado após denúncia anônima em São Marcos I

De posse das informações, as equipes cercaram o imóvel e visualizaram o suspeito portando uma arma de fogo, tentando dispensá-la em um terreno vizinho.

marcelo

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Suspeito é preso com arma de fogo após denúncia anônima em Vila Velha
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Na noite da última quarta-feira (21), por volta das 20h30, equipes da Força Tática realizaram uma operação no bairro São Marcos I após receberem informações do Disque-Denúncia 181 sobre a presença de armas de fogo e entorpecentes em uma residência localizada na Rua 13 de Maio.

De posse das informações, as equipes cercaram o imóvel e visualizaram o suspeito portando uma arma de fogo, tentando dispensá-la em um terreno vizinho. Ao perceber a presença policial, o indivíduo recuou para o interior da residência. Diante do flagrante e sem rota de fuga, o suspeito abriu a porta e informou que a arma estava sobre o sofá.

No local, foi apreendida uma pistola calibre 9mm, carregada com munições intactas e um carregador sobressalente. O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido à autoridade policial, juntamente com o material apreendido. Foi necessário o uso de algemas para garantir a segurança dos policiais e evitar risco de fuga.

O armamento foi manuseado em local seguro, sendo constatado o pleno funcionamento do mecanismo, o que será posteriormente confirmado por laudo pericial. O preso foi apresentado à autoridade competente para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.

A ação reforça a importância da colaboração da população por meio de denúncias anônimas, que contribuem diretamente para a retirada de armas ilegais das ruas.

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Segurança

ES registra 22 mortes em confrontos policiais e reacende debate sobre uso da força

marcelo

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ES registra 22 mortes em confrontos policiais e reacende debate sobre uso da força
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O Espírito Santo já registra 22 mortes em ações policiais entre janeiro e abril de 2026, segundo dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp). Apenas em abril, são cinco casos, que incluem a morte de um adolescente de 16 anos e um homem de 29 anos. Esse número reacende o debate sobre os limites do uso da força por agentes de segurança pública.

Mortes em confrontos policiais

Um adolescente de 16 anos, identificado como Ítalo Corrêa, foi baleado durante uma ação policial foi morto no bairro José de Anchieta, na Serra na quarta-feira (08).

Segundo a PM, o jovem teria ligação com o tráfico de drogas e teria atirado contra os militares. Moradores e familiares contestam a versão e afirmam que ele não estava armado no momento da abordagem.

Na última sexta-feira (3), Pablo Barbosa Meneses, de 29 anos, morreu após ser baleado durante uma ação de policiais militares, no bairro Areinha, em Viana.

De acordo com a Polícia Militar, equipes receberam a informação de que suspeitos armados estariam traficando drogas próximo a uma escadaria conhecida na região.

Durante a aproximação, os suspeitos teriam fugido e, segundo os militares, efetuado disparos contra a equipe, que revidou, e Pablo acabou atingido.

Além dessas situações, em março, dois adolescentes, de 17 anos e 15 anos, foram baleados em confronto com a Força Tática da Polícia Militar no bairro Santos Dumont, em Vitória.

Os policiais relataram que realizavam patrulhamento, quando foram recebidos com tiros. No tiroteio, os dois adolescentes acabaram baleados. Um deles morreu após passar por cirurgia.

Em fevereiro, uma operação na Serra contra o tráfico de drogas terminou com uma pessoa morta. A PM afirmou que foram recebidos com tiros ao se aproximar dos suspeitos, e que, por isso, revidaram. Mesmo assim, os suspeitos conseguiram fugir.

Um homem, identificado como Luiz Fernando Rodrigues da Silva, deu entrada em um hospital com ferimentos de tiros, porém não resistiu.

Debate sobre limites da atuação policial

Os dois episódios mais recentes, embora distintos, reforçam um debate recorrente sobre o papel das forças de segurança e o uso proporcional da força. De acordo com o sociólogo Pablo Lima Rabelo, nada justifica o uso de violência desmedida:

“Não tem justificativa, ainda mais ele fazendo parte da força que é feita para servir e proteger, utilizar de violência desmedida para resolver qualquer questão”.

Especialistas em segurança pública apontam que a discussão envolve não apenas a atuação policial, mas também políticas públicas mais amplas.

A gente precisa acreditar que a segurança pública é feita também com ações sociais, seja com estudo, com lazer, com alimentação adequada, com saúde. A gente consegue ter uma maior estruturação dessas juventudes e assim a gente pode ter um maior enfrentamento à criminalidade.

Nara Borgo, secretária de Estado de Direitos Humanos

*Com informações da repórter Nathalia Munhão, da TV Vitória/Record 

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Segurança

ES registra 22 mortes em ações policiais e reacende debate sobre uso da força

marcelo

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ES registra 22 mortes em ações policiais e reacende debate sobre uso da força
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O Espírito Santo já registra 22 mortes em ações policiais entre janeiro e abril de 2026, segundo dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp). Apenas em abril, são cinco casos, que incluem a morte de duas mulheres e de um adolescente. Esse número reacende o debate sobre os limites do uso da força por agentes de segurança pública.

O cenário ganhou novo destaque após três mortes em menos de 24h na quarta-feira (8), em Cariacica e na Serra, envolvendo agentes da Polícia Militar.

Policial mata duas mulheres em Cariacica

Na manhã de quarta-feira (8), Daniele Toneto Rocha e Francisca Chaguiana Dias Viana foram mortas a tiros no bairro Cruzeiro do Sul, em Cariacica. Segundo as investigações, o autor dos disparos é Luiz Gustavo Xavier do Vale, um cabo da Polícia Militar.

De acordo com a corporação, o policial atuava em função administrativa após ter se envolvido, em 2022, em uma ocorrência com resultado de morte durante uma abordagem.

No dia do crime, ele teria acionado colegas para prestar apoio em uma ocorrência envolvendo a ex-companheira. Relatos indicam que o casal mantinha conflitos há cerca de um ano. Para a tia de Daniele, nada justifica a atitude do militar.

Ninguém merece ser morto desse jeito. É quase inaceitável, pois um policial deveria proteger a sociedade.

Tia da Daniele

Mortes em ações policiais

Outro caso envolvendo a Polícia Militar terminou em morte no bairro José de Anchieta, na Serra nesta quarta-feira (08). Um adolescente de 16 anos, identificado como Ítalo Corrêa, foi baleado durante uma ação policial.

Segundo a PM, o jovem teria ligação com o tráfico de drogas e teria atirado contra os militares. Moradores e familiares contestam a versão e afirmam que ele não estava armado no momento da abordagem.

Enquanto instituição, a gente fala que a conduta dele não representa a conduta da Polícia Militar no dia a dia. 

Coronel Ríodo Rubim, comandante-geral da PM

Na última sexta-feira (3), Pablo Barbosa Meneses, de 29 anos, morreu após ser baleado durante uma ação de policiais militares, no bairro Areinha, em Viana.

De acordo com a Polícia Militar, equipes receberam a informação de que suspeitos armados estariam traficando drogas próximo a uma escadaria conhecida na região.

Durante a aproximação, os suspeitos teriam fugido e, segundo os militares, efetuado disparos contra a equipe, que revidou, e Pablo acabou atingido.

Além dessas situações, em março, dois adolescentes, de 17 anos e 15 anos, foram baleados em confronto com a Força Tática da Polícia Militar no bairro Santos Dumont, em Vitória.

Os policiais relataram que realizavam patrulhamento, quando foram recebidos com tiros. No tiroteio, os dois adolescentes acabaram baleados. Um deles morreu após passar por cirurgia.

Em fevereiro, uma operação na Serra contra o tráfico de drogas terminou com uma pessoa morta. A PM afirmou que foram recebidos com tiros ao se aproximar dos suspeitos, e que, por isso, revidaram. Mesmo assim, os suspeitos conseguiram fugir.

Um homem, identificado como Luiz Fernando Rodrigues da Silva, deu entrada em um hospital com ferimentos de tiros, porém não resistiu.

Debate sobre limites da atuação policial

Os dois episódios mais recentes, embora distintos, reforçam um debate recorrente sobre o papel das forças de segurança e o uso proporcional da força. De acordo com o sociólogo Pablo Lima Rabelo, nada justifica o uso de violência desmedida:

“Não tem justificativa, ainda mais ele fazendo parte da força que é feita para servir e proteger, utilizar de violência desmedida para resolver qualquer questão”.

Especialistas em segurança pública apontam que a discussão envolve não apenas a atuação policial, mas também políticas públicas mais amplas.

A gente precisa acreditar que a segurança pública é feita também com ações sociais, seja com estudo, com lazer, com alimentação adequada, com saúde. A gente consegue ter uma maior estruturação dessas juventudes e assim a gente pode ter um maior enfrentamento à criminalidade.

Nara Borgo, secretária de Estado de Direitos Humanos

*Com informações da repórter Nathalia Munhão, da TV Vitória/Record 

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Segurança

Caso do cabo que matou mulheres em Cariacica será encaminhado à Justiça comum

“Não toleramos”, afirma governador do ES sobre cabo que matou mulheres em Cariacica

marcelo

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Briga entre adolescentes e registrada proximo a escola publica em Jabaete 2 1000x582
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O governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, afirmou que não vai tolerar comportamentos como o cabo da Polícia Militar, Luiz Gustavo Xavier do Vale, que matou duas mulheres a tiros na manhã de quarta-feira (8), no bairro Cruzeiro do Sul, em Cariacica.

Francisca Chaguiana Dias Viana e Daniele Toneto Rocha, que eram casadas, foram mortas a tiros pelo cabo, que estava em serviço no momento do crime. Segundo relatos de testemunhas, o militar foi ao local após ser acionado pela ex-mulher por conta de uma discussão com as vítimas.

Em uma postagem das redes sociais, o chefe do Executivo estadual manifestou indignação com o crime e reforçou que a conduta do militar não representa a instituição. Ferraço destacou que a atuação do cabo da Polícia Militar foi inadmissível.

Manifesto minha profunda indignação diante do duplo homicídio ocorrido hoje em Cariacica. Trata-se de uma conduta inadmissível, que não representa, em hipótese alguma, a postura da nossa Polícia Militar. Não toleramos esse tipo de comportamento dentro da corporação.

Ricardo Ferraço, governador do Espírito Santo

Segundo ele, o policial foi preso logo após o crime pelos próprios colegas e permanece sob custódia do Estado. O caso será encaminhado à Justiça comum, por não se tratar de crime militar.

Em contato direto com o comando da Polícia Militar, determinei que o caso seja tratado com celeridade e rigor absoluto na apuração, com responsabilização exemplar no que couber ao Estado, para que a justiça seja feita o mais breve possível“, finalizou Ferraço.

Relembre o caso

Duas mulheres foram mortas a tiros na manhã de quarta-feira (8), no bairro Cruzeiro do Sul, em Cariacica. As vítimas foram identificadas como Francisca Chaguiana Dias Viana e Daniele Toneto Rocha, que eram casadas.

O autor dos disparos é o cabo da Polícia Militar Luiz Gustavo Xavier do Vale, que estava de serviço no momento do crime. Segundo informações da corporação, ele exercia atividades internas no quartel e não atuava em patrulhamento nas ruas.

De acordo com relatos, a confusão começou após uma discussão entre as vítimas e a ex-companheira do policial, que mora na mesma região. A mulher teria ligado para o militar pedindo ajuda, alegando que estava sendo agredida.

Após o contato, o policial solicitou apoio ao Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes), e uma viatura foi enviada ao local. No entanto, o boletim de ocorrência aponta que o cabo não tinha autorização expressa para deixar o posto no batalhão e se deslocar até o endereço.

Quando chegou ao local, houve uma nova discussão. Em seguida, o policial sacou a arma e efetuou vários disparos contra as duas mulheres. Uma das vítimas morreu ainda na calçada, e a outra chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

Após o crime, o militar foi preso em flagrante por outros policiais e encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar. Ele permanece detido enquanto o caso é investigado pelas autoridades.

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