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Intel: CEO pode prometer foco nos EUA para ter perdão de Trump

Após Trump pedir a renúncia do CEO da Intel por supostas relações com a China, Lip-Bu Tan deve visitar a Casa Branca para discutir situação

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Empresa ainda está trabalhando para retornar à lucratividade e estabilidade financeira (Imagem: ArbyDarby/Shutterstock)
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A  mais nova empresa de tecnologia a entrar na mira do governo dos Estados Unidos é a Intel. Nos últimos dias, o presidente Donald Trump pediu a renúncia do CEO da empresa por supostas relações do executivo com a China.

Após negar tais acusações, Lip-Bu Tan deve visitar a Casa Branca nesta segunda-feira (11). Espera-se que os dois discutam a situação e encontrem alguma maneira de solucionar o impasse, voltando a trabalhar juntos.

Lip-Bu Tan está no comando da Intel há poucos meses (Imagem: reprodução/Intel)

Afastamento da China é uma possibilidade

  • Segundo reportagem da Reuters, Tan espera obter um “perdão” de Trump a partir da promessa de um compromisso com os Estados Unidos.
  • Isso pode significar um aumento dos investimentos em território norte-americano.
  • Além de uma afastamento da China.
  • Lembrando que Tan assumiu o comando da Intel em março, substituindo Pat Gelsinger, em meio a esforços para reverter a queda nas vendas da empresa.
  • Apesar de ter superado expectativas de lucro no segundo trimestre, a companhia anunciou cortes significativos.
  • A construção de uma fábrica em Ohio, por exemplo, será desacelerada.

Presidente dos EUA acusou Tan de relação com o governo da China (Imagem: Rawpixel.com/Shutterstock)

Donald Trump pediu a renúncia imediata do CEO da Intel

Trump chegou a fazer uma publicação na rede social Truth Social, na quinta-feira (7), afirmando que o CEO da Intel está “em grande conflito e deve renunciar imediatamente”. O posicionamento do republicano veio após o senador republicano Tom Cotton, do Arkansas, ter enviado uma carta à Intel manifestando preocupações com a segurança nacional.

Cotton mencionou um antigo caso criminal envolvendo a Cadence Design (da qual Tan foi CEO ate 2021), em que a empresa teria enviado ilegalmente produtos para a China. O senador questionou se o executivo foi obrigado a se desfazer de participações em empresas com ligações ao Partido Comunista Chinês e pediu garantias de que a Intel está em conformidade com as regulamentações de segurança dos EUA.

Empresa virou novo alvo da Casa Branca (Imagem: Mijansk786/Shutterstock)

Já nesta sexta-feira (8), Tan publicou um comunicado direcionado a funcionários da Intel. No memorando, ele fala sobre sua gratidão aos Estados Unidos e que o sucesso da empresa é essencial para a “liderança tecnológica e industrial dos EUA, para a segurança nacional e para a força econômica”.

Em seguida, o executivo se referiu às alegações de vínculo com empresas chinesas como “desinformação” e afirmou que, em seus cargos anteriores, construiu relacionamentos diversificados ao redor do mundo – dentro dos padrões legais e éticos. Tan ainda escreveu que a Intel está em contato com o governo norte-americano para tratar sobre o problema e que apoia o compromisso de Trump com o “avanço da segurança nacional e econômica dos EUA”.

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Tecnologia

Curso gratuito do Google forma especialistas em cibersegurança com salários acima de 64 mil dólares

Para quem busca ingressar nesse setor, o Google oferece um curso gratuito, desenvolvido em parceria com o SEPE e a Fundae, que ensina os fundamentos da cibersegurança.

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© REUTERS/Manuel Orbegozo/File Photo
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A cibersegurança se tornou uma das áreas mais promissoras do mercado de trabalho, com alta demanda por profissionais capacitados. Para quem busca ingressar nesse setor, o Google oferece um curso gratuito, desenvolvido em parceria com o SEPE e a Fundae, que ensina os fundamentos da cibersegurança. Este é o momento ideal para adquirir habilidades que podem transformar sua carreira.

O que é o curso de cibersegurança do Google?

O Certificado em Cibersegurança do Google foi criado para preparar os alunos com competências essenciais para atuar em um campo em constante crescimento. Dividido em módulos interativos, o curso não exige experiência prévia e é acessível a qualquer pessoa interessada. Entre os principais objetivos estão:

  • Compreender a importância da cibersegurança e seu impacto organizacional.
  • Identificar riscos, ameaças e vulnerabilidades, aplicando estratégias de mitigação.
  • Aprender a utilizar ferramentas como Python, Linux e SQL.
  • Proteger redes, dispositivos e dados com sistemas IDS, SIEM e analisadores de protocolo.

Além disso, o curso inclui atividades práticas que compõem um portfólio profissional, facilitando a apresentação das competências adquiridas a potenciais empregadores.

Conteúdo abordado no curso

O programa cobre uma ampla variedade de temas fundamentais para a prática de cibersegurança, incluindo:

Fundamentos de cibersegurança

Introdução ao campo, sua evolução histórica, responsabilidades do analista e ética profissional.

Gestão de riscos

Identificação e mitigação de ameaças com auditorias e manuais específicos de segurança.

Redes de computadores

Funcionamento e defesa de redes modernas contra táticas de intrusão.

Habilidades técnicas

Uso de Linux e SQL para administração de sistemas e gerenciamento de bases de dados.

Análise de vulnerabilidades

Exploração de ameaças como malware, ataques web e engenharia social.

Detecção e resposta a incidentes

Utilização de ferramentas como IDS e SIEM para identificar e responder a ciberataques.

Automação com Python

Criação de scripts para otimizar tarefas e análises de segurança.

Preparação para o mercado de trabalho

Desenvolvimento de currículos e simulação de entrevistas.

Cada módulo finaliza com uma atividade prática, como auditorias, análises de segurança e programação em Python, consolidando os conhecimentos adquiridos.

Como acessar o curso gratuito do Google?

O curso está disponível gratuitamente na plataforma do SEPE e Fundae. Para quem deseja obter a certificação, o Google oferece bolsas de estudos integrais. Os requisitos são simples: um computador e acesso à internet.

Oportunidades profissionais e salários na área de cibersegurança

Ao concluir o curso, você estará preparado para ocupar cargos como:

  • Analista de segurança: Monitoramento de sistemas e prevenção de intrusões.
  • Consultor de segurança: Implementação de medidas protetivas em empresas.
  • Administrador de sistemas de segurança: Configuração e gerenciamento de ferramentas de proteção.

A cibersegurança é crucial para proteger sistemas e dados contra ameaças digitais. Os impactos dos ciberataques incluem roubo de identidade, perda de dados confidenciais e até fechamento de empresas. Por isso, profissionais qualificados são cada vez mais valorizados por setores como tecnologia, finanças e consultoria.

Os salários variam de acordo com o nível de experiência:

  • Junior: 26.750 a 37.450 dólares.
  • Semi-senior: 37.450 a 48.150 dólares.
  • Senior: 48.150 a 64.200 dólares.
  • Especialista: Acima de 64.200 dólares.

Com o curso de cibersegurança do Google, você pode mudar o rumo a uma carreira estável e altamente remunerada em um dos setores mais estratégicos do mercado.

Fonte: Infobae

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Tecnologia

CGI.br é favorável à regulação das redes sociais mas com critérios

Comitê Gestor da Internet no Brasil divulga 10 princípios para regulação das redes sociais

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O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) divulgou, nesta quinta-feira (14), o texto final dos Dez Princípios para a Regulação de Plataformas de Redes Sociais, elaborado com participação da sociedade. A proposta é uma contribuição multissetorial para a construção de um marco regulatório brasileiro sobre o tema.

Segundo o Comitê, o objetivo é “garantir que qualquer regulação fortaleça a democracia, proteja os direitos fundamentais dos cidadãos e promova um ambiente digital mais transparente e seguro para todos, sem sufocar a inovação”, afirmou a coordenadora do CGI.br, Renata Mielli.

A proposta preliminar dos princípios foi colocada em consulta pública entre maio e junho deste ano, recebendo cerca de 300 contribuições de todas as regiões do país, vindas de representantes do meio acadêmico, setor governamental, empresas e organizações da sociedade civil.

Após a análise das sugestões, o texto foi revisado pelo CGI.br até chegar à versão final. “O processo de discussão foi amplo e plural, envolvendo diferentes vozes da sociedade.

“Constatou-se que, apesar da grande relevância das redes sociais, é necessário reduzir os efeitos colaterais negativos de seu uso”, disse Henrique Faulhaber, conselheiro e coordenador do grupo de trabalho responsável pelo documento.

Defiinição de redes sociais

 

O documento define plataformas digitais como sistemas que operam sobre infraestrutura tecnológica baseada na internet, estruturada para intermediar relações entre diversos atores — como fornecedores e consumidores — com uso intensivo de dados e inteligência artificial (IA).

As redes sociais, por sua vez, são um tipo específico dessas plataformas, cuja principal finalidade é conectar usuários para estabelecer relações sociais diversas e compartilhar conteúdos. Nessas plataformas, a circulação e a interação são mediadas por mecanismos automatizados, como algoritmos de recomendação e perfilização.

Segundo o CGI.br, esse modelo de funcionamento pode trazer benefícios, mas também apresenta riscos, devido ao potencial de alta interferência na circulação de informações — por exemplo, por meio de impulsionamento pago, publicidade direcionada e estratégias para aumentar o engajamento.

Os 10 princípios

 

O texto estabelece diretrizes que devem orientar qualquer regulação futura das redes sociais no Brasil:

Estado Democrático de Direito, soberania e jurisdição nacional – Respeito à Constituição e às leis brasileiras, com promoção da diversidade cultural e do desenvolvimento socioeconômico.

Direitos humanos, liberdade de expressão e privacidade – Proteção à dignidade humana, combate à incitação à violência e ao discurso de ódio, preservando a liberdade de expressão.

Autodeterminação informacional – Garantia de que usuários possam decidir como seus dados pessoais serão coletados, usados e compartilhados, sem prejuízo de acesso ao serviço.

Integridade da informação – Promoção de conteúdos de interesse público e combate à desinformação, preservando a memória e registros históricos.

Inovação e desenvolvimento socioeconômico – Estímulo à autonomia tecnológica, geração de renda e fortalecimento da economia digital de forma inclusiva e sustentável.

Transparência e prestação de contas – Clareza sobre funcionamento, algoritmos e políticas de monetização das plataformas, além de acesso qualificado a dados relevantes.

Interoperabilidade e portabilidade – Direito dos usuários de transferir seus dados e possibilidade de integração entre serviços digitais.

Prevenção e responsabilidade – Adoção de medidas para reduzir riscos sistêmicos e responsabilização em casos de danos.

Proporcionalidade regulatória – Obrigações diferenciadas conforme porte, atividades e impacto das plataformas, com revisão periódica de critérios.

Ambiente regulatório e governança multissetorial – Estrutura institucional robusta, com participação equilibrada de diferentes setores da sociedade.

Histórico de atuação

 

O CGI.br já desempenhou papel relevante na formulação de políticas públicas para a internet no Brasil. Em 2009, publicou o Decálogo de Princípios para a Governança e Uso da Internet, que serviu de base para o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), reconhecido internacionalmente.

O novo conjunto de princípios, segundo o Comitê, será usado como referência para propor soluções regulatórias equilibradas, eficazes e alinhadas à dinâmica da internet e aos interesses públicos.

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Tecnologia

Passageiras poderão escolher motoristas mulheres na Uber

Plataforma promete mais segurança e controle para passageiras e motoristas

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Logo da Uber em edifício da empresa em Los Angeles, Califórnia
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A Uber lançou neste mês um recurso que permite passageiras e motoristas dos Estados Unidos escolherem “preferência por mulheres” nas corridas. A novidade será testada em Los Angeles, São Francisco e Detroit, nos Estados Unidos.

Essa modalidade começou em 2019, na Arábia Saudita, após o país autorizar mulheres a dirigirem. Com a aceitação “extremamente positiva”, segundo a Uber, o recurso está sendo implementado em outros países. No entanto, a empresa não informou quando ou se o recurso estará disponível no Brasil.

A Uber afirma que a nova funcionalidade deve tornar o aplicativo mais acessível. Além disso, pode ampliar oportunidades para motoristas mulheres nos horários de pico e aumentar a sensação de segurança para passageiras.

Para reforçar essa segurança, a plataforma adotou medidas adicionais, como anonimizar os números de telefone e permitir que familiares acompanhem os trajetos em tempo real. Ao todo, mais de dez ferramentas foram criadas para relatar problemas durante as viagens.

“Depois de ouvir mulheres passageiras e motoristas ao redor do mundo, ficou claro: muitas querem a opção de combinar com outras mulheres”, disse Camiel Irving, vice-presidente de operações da Uber nos Estados Unidos e Canadá.

“Quando tornamos nossa plataforma melhor para as mulheres, a tornamos melhor para todos”, afirmou Irving. “Trata-se de dar às mulheres mais opções, mais controle e mais conforto ao pedalar e dirigir.”

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