Política
Município de João Neiva conquista 1º lugar no Espírito Santo em progresso social
O prefeito Paulo Sérgio Micula (Republicanos) celebrou a conquista com entusiasmo, destacando que “ser reconhecido no ‘IPS Brasil 2025’ é a prova de que nossas estratégias de gestão estão mirando não apenas resultados imediatos, mas um futuro melhor para todas as famílias de João Neiva.

João Neiva acaba de colocar o município no centro das atenções nacionais quando o assunto é qualidade de vida, bem-estar e desenvolvimento humano. Pelo compromisso com boas práticas de gestão e com políticas públicas que fortalecem a vida da população, a Prefeitura de João Neiva foi reconhecida no “Índice de Progresso Social” (IPS) Brasil 2025 — uma das ferramentas nacionais mais completas para medir, todos os anos, o desempenho dos municípios em indicadores sociais e ambientais.
E o resultado é expressivo: João Neiva ficou em 1º lugar entre todos os municípios capixabas e alcançou a posição 182 entre os 5.570 municípios brasileiros avaliados. Um desempenho que coloca o município em um seleto grupo de cidades que mais avançam em desenvolvimento social no Brasil.
O “IPS Brasil” considera 57 indicadores distribuídos em três grandes dimensões — Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-Estar e Oportunidades — construídos exclusivamente a partir de dados públicos. O índice foi definido por um grupo de especialistas acadêmicos e sintetizado pelo Social Progress Imperative (SPI), organização internacional referência em métricas de desenvolvimento social.
Entre cidades de todos os portes, contextos regionais e econômicos, João Neiva se destacou de forma consistente. Essa avaliação nacional revela não apenas conquistas pontuais, mas resultados duradouros de políticas públicas planejadas, executadas e acompanhadas com foco nas pessoas.
O prefeito Paulo Sérgio Micula (Republicanos) celebrou a conquista com entusiasmo, destacando que “ser reconhecido no ‘IPS Brasil 2025’ é a prova de que nossas estratégias de gestão estão mirando não apenas resultados imediatos, mas um futuro melhor para todas as famílias de João Neiva. Esse prêmio mostra que estamos no caminho certo, cuidando das pessoas e do nosso jeito de viver”.
O certificado foi entregue ao prefeito ontem (10), por representantes da Vale — instituição apoiadora da iniciativa, coordenada pelo Imazon e parceiros na realização do “IPS Brasil”.
A importância desse índice vai muito além de um ranking: ele ajuda gestores públicos, organizações da sociedade civil e investidores sociais a entender onde os municípios avançam e onde é preciso reforçar políticas públicas. A plataforma é atualizada anualmente, permitindo acompanhar tendências e comparar cenários com precisão.
Durante a entrega, o gerente de relações institucionais, Álvaro Albergaria, destacou a força desse reconhecimento: “Esse resultado coloca João Neiva no mapa das cidades que olham para o ser humano por inteiro — suas necessidades, seus sonhos e suas oportunidades. É um avanço que merece ser celebrado por toda a comunidade”.
O fato de João Neiva ser reconhecida ao lado de municípios com perfis econômico-sociais tão distintos — incluindo grandes centros urbanos, como diversas cidades paulistas — reforça que qualidade na gestão pública e foco nas pessoas não dependem de tamanho, poder econômico ou localização geográfica.
O “IPS Brasil 2025”, que chega à sua segunda edição nacional, vem se consolidando como referência para medir progresso social de forma robusta, multidimensional e baseada em evidências, oferecendo um retrato mais completo das condições de vida no país.
Mais do que um prêmio, esse reconhecimento é um sinal claro de que João Neiva está avançando no rumo certo — um lugar onde políticas públicas qualificadas e gestão inovadora se transformam em resultados concretos para a vida das pessoas, no campo, nas escolas, nas ruas e dentro de cada família.
Para quem quiser conhecer os dados completos do município no “IPS Brasil 2025”, a plataforma disponibiliza todas as informações de forma aberta e detalhada. O perfil de João Neiva pode ser acessado clicando aqui.
Política
11 governadores e 10 prefeitos de capitais renunciaram de olho nas eleições
Prazo legal de desincompatibilização terminou no fim de semana, a seis meses do pleito eleitoral

Onze governadores e dez prefeitos de capitais deixaram seus cargos para disputar as eleições deste ano, em cumprimento à legislação eleitoral.
O prazo de desincompatibilização terminou no sábado (4), exatamente seis meses antes do primeiro turno, com o objetivo de evitar o uso da máquina pública em favor de candidaturas.
Entre os governadores que renunciaram, dois são pré-candidatos à Presidência da República – Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO). A maior parte, porém, deve concorrer ao Senado, que terá 54 das 81 cadeiras em disputa neste pleito.
Com a saída dos titulares, os vice-governadores assumem os cargos e, em muitos casos, podem disputar a reeleição.
No Rio de Janeiro há uma exceção: como não havia vice no momento da renúncia de Cláudio Castro, será realizada uma eleição para um mandato-tampão até o fim do ano. O modelo, se direto ou indireto, ainda será definido pelo STF (Supremo Tribunal Federal). O mesmo ocorre com o Amazonas, em que governador e vice renunciaram porque devem disputar outro cargo.
A renúncia é obrigatória para quem pretende concorrer a outro cargo, mas não assegura a candidatura.
A oficialização ocorrerá apenas em agosto, após as convenções partidárias e o registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Já governadores que pretendem a reeleição podem permanecer no cargo, regra que também vale para o presidente da República.
Confira os governadores que deixaram o cargo:
- Acre: Gladson Cameli (PP), deve concorrer ao Senado
- Amazonas: Wilson Lima (União), não decidiu qual cargo vai disputar
- Distrito Federal: Ibaneis Rocha (MDB), deve concorrer ao Senado
- Espírito Santo: Renato Casagrande (PSB), deve concorrer ao Senado
- Goiás: Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência da República
- Mato Grosso: Mauro Mendes (União), deve concorrer ao Senado
- Minas Gerais: Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência da República
- Pará: Helder Barbalho (MDB), deve concorrer ao Senado
- Paraíba: João Azevêdo (PSB), deve concorrer ao Senado
- Rio de Janeiro: Cláudio Castro (PL), deve concorrer ao Senado
- Roraima: Antonio Denarium (Republicanos), deve concorrer ao Senado
No caso dos prefeitos, a maioria dos que deixaram seus cargos deve disputar o governo de seus estados. Entre eles estão Eduardo Paes, que tentará o comando do estado do Rio de Janeiro e João Campos, o governo de Pernambuco.
Veja a lista:
- Eduardo Paes (PSD), ex-prefeito do Rio de Janeiro, pré-candidato a governador do RJ
- Lorenzo Pazzolini (Republicanos), ex-prefeito de Vitória, deve concorrer ao governo do ES
- João Campos (PSB), ex-prefeito do Recife, pré-candidato a governador de PE
- Eduardo Braide (PSD), ex-prefeito de São Luís, pré-candidato a governador do MA
- Cícero Lucena (MDB), ex-prefeito de João Pessoa, deve concorrer ao governo da PB
- David Almeida (Avante), ex-prefeito de Manaus, deve concorrer ao governo do AM
- Dr. Furlan (PSD), ex-prefeito de Macapá, deve concorrer ao governo do AP
- Tião Bocalom (PSDB), ex-prefeito de Rio Branco, deve concorrer ao governo do AC
- Arthur Henrique (PL), ex-prefeito de Boa Vista, não decidiu qual cargo vai disputar
- João Henrique Caldas (PSDB), ex-prefeito de Maceió, não decidiu qual cargo vai disputar
Política
Pazolini deixa o cargo e Cris Samorini é a nova prefeita de Vitória
Cris assinou o termo de posse na manhã deste sábado, após renúncia de Pazolini para disputar as eleições

Na manhã deste sábado (04), a Prefeitura de Vitória formalizou a assinatura do termo de transmissão de cargo do então prefeito Lorenzo Pazolini (Republicanos) para a vice, Cris Samorini (PP), que se tornou a primeira mulher a comandar a Capital do Espírito Santo.
O termo foi assinado no gabinete da presidência da Câmara de Vitória, na presença do presidente do Legislativo, Anderson Goggi (Republicanos), e do presidente estadual do Republicanos, Erick Musso
O ato vem após Pazolini renunciar ao cargo para concorrer nas eleições deste ano – ele é pré-candidato ao governo do Estado. De acordo com o ofício enviado à Câmara, a renúncia foi marcada para hoje.
Segundo Goggi, com a renúncia do prefeito, automaticamente a vice assume. “O ato de posse foi somente para formalizar, porque ela já assume automaticamente, já é a prefeita definitiva. Na segunda, será a solenidade de posse”.
Em nota, Cris disse que o ato garante a continuidade das ações: “Cumprimos uma etapa importante que está dentro do regimento e da lei orgânica, e agora seguimos com uma gestão planejada, garantindo a continuidade das ações. Meu compromisso é manter o ritmo de trabalho, dar sequência ao direcionamento estabelecido e assegurar que as entregas previstas para a cidade sejam concluídas como esperado”.
“Momento importante para a cidade de Vitória, fizemos a transição com gratidão a Deus, a minha família e aos capixabas, com serenidade e sabedoria, com a confiança que a Cris vai continuar e aprimorar esse trabalho, investindo muito na cidade, cuidando das pessoas e com a certeza que Vitória está em ótimas mãos”, destacou Pazolini, também por meio de nota.
A solenidade de posse está marcada para a próxima segunda-feira (06), às 17 horas, na Câmara de Vitória.
Política
Lucas Polese leva ao TCES denúncia contra diretor do DER-ES em obra de São Mateus
Parlamentar aponta possível favorecimento em desapropriação milionária e cobra apuração sobre alteração do traçado do contorno rodoviário

A cena ocorrida nos degraus do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCES) nesta semana carrega um simbolismo que vai além da política partidária. Quando o deputado estadual Lucas Polese protocolou pessoalmente uma representação contra o diretor do DER-ES, José Eustáquio de Freitas, ele não estava apenas entregando papéis; estava acionando as engrenagens de um sistema desenhado para proteger o cidadão comum.
O Caso em Questão
No centro da denúncia, uma questão de princípios: a obra do contorno de São Mateus. Segundo o parlamentar, há indícios graves de conflito de interesses. A suspeita é de que o traçado da rodovia teria sido alterado para atingir terras pertencentes ao próprio diretor da autarquia, resultando em uma indenização milionária de mais de R$ 3 milhões.
O que torna o relato ainda mais sensível ao olhar humano é a disparidade no tratamento: enquanto o gestor já teria recebido parcelas consideráveis da indenização, outros dez proprietários locais — cidadãos sem cargos de poder — ainda aguardam o início de seus pagamentos.
Para Polese, a questão central não é técnica, mas moral. Em sua visão, mesmo que a desapropriação fosse o único caminho viável, a ética exigiria um distanciamento absoluto do beneficiado. “Não se trata apenas de uma discussão burocrática. Estamos falando de respeito ao contribuinte”, defende o deputado.
Essa postura do mandato reflete um sentimento crescente na sociedade: o desejo de que o agente público não seja apenas eficiente, mas inquestionável em sua conduta.
Fiscalizar é, talvez, a tarefa mais árdua e solitária de um deputado. Ao levar o caso ao TCES, a denúncia sai do barulho das redes sociais e entra no campo da legalidade institucional.
É fundamental lembrar que, em uma democracia saudável, a investigação é o caminho para a verdade:
- Para o acusado: É a oportunidade de provar a regularidade de seus atos sob o crivo técnico.
- Para o acusador: É o cumprimento do dever de não se calar diante de dúvidas relevantes.
- Para a sociedade: É a garantia de que o dinheiro dos seus impostos não está sendo usado para privilegiar poucos em detrimento de muitos.
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A expectativa agora recai sobre os órgãos de controle. O que a população capixaba espera não é o espetáculo da condenação antecipada, mas a serenidade da justiça. Ao provocar esse debate, Lucas Polese reafirma que o gabinete parlamentar deve funcionar como um canal aberto para a população — um lugar onde denúncias ganham voz e a transparência se torna a regra, não a exceção.
No fim, a mensagem é clara: o caixa do Estado pertence ao povo, e qualquer um que o gerencie deve estar pronto para prestar contas sob a luz mais forte do tribunal.
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