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Política

Pazolini declara apoio à anistia aos acusados de tentativa de golpe do 8 de janeiro

Prefeito de Vitória pede “pacificação do Brasil”. Proposta de perdão aos que atacaram as sedes dos Três Poderes tramita na Câmara dos Deputados

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Pazolini declara apoio à anistia aos acusados de tentativa de golpe do 8 de janeiro
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O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), declarou, neste sábado (5), apoio a uma “anistia humanitária”, “pela pacificação do Brasil”. Em publicação feita no Instagram, o prefeito escreveu que “quando a desproporção das penas revela mais sobre a intenção do julgador do que sobre a gravidade do crime, é o próprio sistema jurídico que entra em julgamento”.

“Um crime de menor potencial ofensivo não pode receber punição maior do que crimes contra a vida e de corrupção.” O texto não menciona diretamente os ataques às sedes dos Três Poderes, realizados no dia 8 de janeiro de 2023, e a acusação de tentativa de golpe de estado que pesa sob os autores desses ataques.

A imagem que ilustra o post, entretanto, não deixa dúvidas: o prefeito defende o perdão aos acusados que têm sido condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa e deterioração de patrimônio público.

O argumento de Pazolini é, basicamente, que as penas impostas têm sido muito duras — variam de três a 17 anos de prisão. Mas o pedido dele não é por punições mais brandas e sim por nenhuma punição.

Um projeto de anistia tramita na Câmara dos Deputados, onde, obviamente, o chefe do Executivo municipal de Vitória não tem direito a voto. Mas partidos como o do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) buscam apoio popular à medida.

O Republicanos de Pazolini está dividido. A bancada tem 45 deputados e, desses, 14 assinaram o requerimento para que o projeto de perdão aos envolvidos no 8 de janeiro tramite em regime de urgência.

Para acelerar o andamento do proposta e, assim, fazer com que ela entre em pauta, são necessárias 257 assinaturas de deputados federais. Há apenas 165. POSICIONAMENTO Via de regra, o prefeito de Vitória, um político de centro-direita, não se posiciona publicamente em relação a temas polêmicos.

Na eleição de 2022, por exemplo, ele não apoiou nenhum dos candidatos à Presidência da República.

Agora, porém, Pazolini movimenta-se para disputar o governo do Espírito Santo. E faz movimentos mais ousados.

O prefeito tem se aproximado de políticos bolsonaristas, até nomeou dois deles como secretários municipais recentemente: a ex-deputada federal Soraya Manato (PP) e o ex-secretário estadual de Segurança Pública Coronel Ramalho (ex-PL). Eles comandam, respectivamente, as pastas de Assistência Social e Meio Ambiente em Vitória.

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Política

Da Vitória e Meneguelli possível moedas de troca e os lados escolhidos para a disputa ao governo do ES

Deputado estadual, prestes a dizer “adeus” ao Republicanos, acrescenta mais ingredientes ao prato de Da Vitória, que também é coordenador da bancada federal capixaba, para afinar seus argumentos no tabuleiro da política capixaba.

marcelo

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Da vitoria e meneguelli
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De um jeitão “simples”, mas com muitos temperos requintados de política, o deputado federal e presidente da federação União Progressista, Da Vitória (Progressistas), e o deputado estadual Sergio Meneguelli (Republicanos) almoçaram juntos na última sexta-feira (30/01), em Colatina.

Se na marmita, paga pelo progressista, tinha carne bovina, macarrão, maionese, além de feijão com arroz, o cardápio, evidentemente, foi eleitoral. E o próprio Meneguelli salpicou umas pimentas. “Nós estamos conversando sobre as eleições. Se vamos caminhar juntos, como vão ser essas eleições. Nós somos democratas. Nós temos uma amizade. Da Vitória é uma pessoa de quem eu sempre gostei muito numa coisa: ele sempre manteve a palavra. Quando a gente encontra político que não puxa tapete e mantém a palavra, a gente tem prazer de ter um almoço desses”, disse o deputado estadual, ex-prefeito de Colatina.

Não é segredo para ninguém que Meneguelli, no bom sentido, deseja ser o prato principal de partidos para uma candidatura ao Senado. Vem conversando com o PSD, porém ainda não há confirmação de que ele é aquela receita campeã que todos querem. Sendo assim, é preciso valorizar o passe.

É sabido que o PSD, liderado pelo prefeito de Colatina, Renzo Vasconcelos, vem mostrando ao mercado que deseja ser protagonista. Seja pela postura de Renzo, seja pela do ex-governador Paulo Hartung (PSD), a legenda dá sinais cada vez mais claros de que pretende caminhar ao lado do prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), na disputa pelo Palácio Anchieta. Mas ainda não deixou clara sua preferência para o Senado, que é o sonho de Meneguelli.

Nas especulações de mercado, destaca-se que Renzo teria uma “dívida” com Meneguelli, já que o ex-prefeito endossou sua campanha à Prefeitura de Colatina, numa disputa acirradíssima com Guerino Balestrassi (MDB). Deu Renzo, num triunfo apertado. Contudo, à medida que o deputado estadual segue em sua incursão, cresce o descontentamento com as incertezas, o que o leva a procurar amizades oportunas, como a de Da Vitória — lembrando que o presidente da federação União Progressista, que reúne União Brasil e Progressistas, apoiou Guerino.

Há de se lembrar ainda que Da Vitória também busca encaçapar uma campanha ao Senado, mas vai ganhando tempo e observando o que é mais conveniente, até mesmo, por exemplo, uma eventual candidatura de Serginho. Tudo é possível, conforme as moedas de troca e os lados escolhidos para a disputa majoritária ao governo do Estado.

O ponto de reflexão é que Meneguelli ainda está distante de cravar qual será seu próximo partido, diante das incertezas que o PSD coloca no mercado, inclusive sobre a possibilidade ou não de Paulo Hartung entrar na disputa eleitoral. Com isso, o deputado estadual, prestes a dizer “adeus” ao Republicanos, acrescenta mais ingredientes ao prato de Da Vitória, que também é coordenador da bancada federal capixaba, para afinar seus argumentos no tabuleiro da política capixaba.

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Política

Deputado capixaba propõe internação de adolescentes por atos de violência extrema contra animais

De acordo com o texto apresentado pelo parlamentar capixaba, a mudança busca suprir uma lacuna legal que, na prática, limita a atuação do Estado em casos de crueldade extrema contra animais praticada por adolescentes.

marcelo

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Deputado capixaba propõe internação de adolescentes por atos de violência extrema contra animais
Deputado Federal Da Vitória (PP-ES) - Foto: divulgação
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O deputado federal capixaba Josias Da Vitória (PP-ES) apresentou, nesta quinta-feira (29), na Câmara dos Deputados, um Projeto de Lei que propõe alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para permitir a aplicação da medida socioeducativa de internação em casos de atos infracionais cometidos com violência extrema contra animais.

A proposta foi motivada por episódios recentes que tiveram grande repercussão nacional, como o caso do cão comunitário conhecido como Orelha, morto após agressões praticadas por adolescentes em Florianópolis, em Santa Catarina.

O projeto altera o artigo 122 do ECA, incluindo como hipótese de internação os atos infracionais que envolvam violência, tortura, crueldade, mutilação ou morte de animais. Atualmente, a legislação prevê a internação apenas em situações que envolvam violência ou grave ameaça contra pessoas.

De acordo com o texto apresentado pelo parlamentar capixaba, a mudança busca suprir uma lacuna legal que, na prática, limita a atuação do Estado em casos de crueldade extrema contra animais praticada por adolescentes. Nessas situações, mesmo diante da gravidade dos fatos, as medidas aplicadas costumam ser apenas em meio aberto.

A proposta também considera que atos dessa natureza podem indicar risco de reincidência e a necessidade de uma intervenção mais rigorosa do poder público, com foco na responsabilização e no acompanhamento socioeducativo adequado.

O Projeto de Lei deve começar a tramitar na próxima semana, após o fim do recesso parlamentar da Câmara dos Deputados.

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Política

Tarcísio diz que não se lançaria à Presidência nem com apoio de Bolsonaro

marcelo

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Tarcísio diz que não se lançaria à Presidência nem com apoio de Bolsonaro
O governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Foto: Pablo Jacob/Governo do Estado de SP
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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta terça-feira 27 que não concorreria à Presidência da República nem se o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) lhe pedisse para disputar o pleito.

“Isso não vai acontecer, mas eu diria não”, declarou, em entrevista à Jovem Pan Sorocaba. Nos últimos dias, assegurou que apoiará o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na corrida ao Palácio do Planalto

Tarcísio disse já ter debatido o tema com Bolsonaro quando o ex-capitão cumpria prisão domiciliar. “Minha posição é ficar em São Paulo. Eu fui muito contundente e muito claro com ele com relação a isso.”

Tarcísio visitará Bolsonaro na Papudinha nesta quinta-feira 28. O encontro foi autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, após o governador recuar de uma visita ao ex-presidente na semana passada.

 

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