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PCES identifica suspeito de assassinato em Meaípe

marcelo

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PCES identifica suspeito de assassinato em Meaípe
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A Polícia Civil do Estado do Espírito Santo (PCES), por meio do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP) e da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Guarapari, identificou, nessa terça-feira (10), o suspeito de assassinar um idoso, de 75 anos. O corpo da vítima foi encontrado no dia 03 de fevereiro, em avançado estado de decomposição, no sítio onde morava, em Meaípe, município de Guarapari.

Durante interrogatório, o indivíduo confessou o crime e indicou o local onde havia descartado a cabeça da vítima. A cabeça foi localizada na manhã dessa quarta-feira (11), em Guarapari, com apoio do Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo (CBMES).

Os detalhes da investigação foram apresentados em coletiva de imprensa realizada nessa quarta-feira (11), na Chefatura da Polícia Civil.

O delegado-geral da PCES, José Darcy Arruda, destacou o trabalho integrado das equipes na elucidação do caso.

“A Polícia Civil está cada dia se aperfeiçoando. Aprendemos muito com essa investigação, o que agrega conhecimento às equipes policiais. A integração foi fundamental, assim como a participação do Governo do Estado por meio do Programa Estado Presente em Defesa da Vida nos dando toda a estrutura e condições para realizar o trabalho”, afirmou.

Segundo Arruda, a elucidação do homicídio resultou da utilização de ferramentas de inteligência e do empenho das equipes do DEHPP, que realizaram mapeamentos na região até chegar ao suspeito.

O suspeito também possuía um mandado de prisão em aberto no Estado da Bahia, relacionado à Lei Maria da Penha, o que possibilitou o cumprimento da prisão.

De acordo com o chefe do DEHPP, delegado Fabrício Dutra, além da identificação do suspeito, foi possível determinar que o crime ocorreu no dia 19 de janeiro.

“Em depoimento, o investigado relatou como entrou na propriedade da vítima e descreveu a dinâmica do crime. O suspeito afirmou que retirou a faca que estava com a vítima, que a utilizava para cortar um alimento, e que ambos entraram em luta corporal. Após o homicídio, o investigado incendiou o local”, explicou Dutra.

Ainda segundo a investigação, o suspeito teria retornado dias depois ao local onde o corpo estava e feito uso de entorpecentes. Ele também confessou ter ocultado a cabeça da vítima no mar, na região do Mercado Central de Guarapari, utilizando objetos encontrados em um barco para conseguir afundá-la a aproximadamente quatro metros de profundidade.

“O suspeito já praticava crimes na região e costumava se esconder em áreas próximas. A vítima teria encontrado o investigado escondido na propriedade dias antes do crime e o agrediu com pauladas”, disse o delegado Fabrício Dutra.

Ainda em depoimento, o suspeito informou que após a briga, foi zombado por outros criminosos. “Ele nos disse que nutriu o sentimento de vingança, pois segundo esses criminosos, o investigado teria apanhado para um estuprador. Por ter virado chacota entre essas pessoas, o investigado decidiu tirar a vida da vítima”, salientou o delegado.

O chefe da DHPP de Guarapari, delegado Franco Malini, ressaltou que a confissão foi circunstanciada e compatível com os elementos apurados na investigação.

“Nesse caso, a confissão do suspeito é totalmente circunstanciada. Ele informou detalhes sobre a dinâmica do crime que somente o autor poderia saber”, afirmou.

O perito oficial-geral da Polícia Científica do Espírito Santo (PCIES), Carlos Alberto Dal-cin, informou que foram realizados os trabalhos periciais no local e a posterior necrópsia no Instituto Médico Legal (IML), que identificou lesões de decapitação e ferimentos perfuro incisos na região dos ombros.

O capitão Mendes, da equipe de Mergulho de Segurança Pública do CBMES, explicou que duas equipes especializadas prestaram apoio nas buscas. “A equipe de mergulho realizou uma pesquisa subaquática, onde foi feito um padrão de busca e a cabeça foi localizada a quatro metros de profundidade”, explicou.

 


Fonte: Polícia Civil – ES

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Pai e filho morrem após serem esfaqueados durante briga em Aracruz

Suspeito de 25 anos, que tentou se passar por testemunha, foi preso em flagrante por homicídio qualificado

marcelo

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Briga generalizada que terminou em morte de pai e filho esfaqueados em Aracruz
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Uma briga generalizada terminou com pai e filho mortos na madrugada de segunda-feira (16), no bairro Segatto, em Aracruz, no litoral do Espírito Santo. O filho, identificado como Jocktan Souza, de 33 anos, morreu no local, já o pai Enock de Souza, de 59 anos, foi socorrido e levado para um hospital da região, mas morreu na tarde de segunda-feira (17).

Uma câmera de segurança registrou o momento em que uma das vítimas aparece sendo agredida por três homens. Após as agressões, o homem ficou caído no meio da rua. Em seguida, os suspeitos fugiram em um carro vermelho.

Um suspeito de 25 anos foi preso. Segundo a Polícia Militar, ele inicialmente se apresentou como testemunha do caso, mas foi reconhecido pelos policiais como um dos agressores.

Polícia Civil informou que ele foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil e por recurso que dificultou a defesa da vítima. O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional.

Os corpos de pai e filho foram encaminhados à Seção Regional de Medicina Legal (SML), em Linhares, no Norte do Estado.

O caso seguirá sob investigação da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Aracruz.

*Com informações da TV Vitória/Record.

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Segurança

Jovem de 26 anos é morto a tiros em Linhares; suspeito é primo da companheira da vítima

marcelo

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Jovem de 26 anos é morto a tiros em Linhares; suspeito é primo da companheira da vítima
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Um jovem de 26 anos foi morto a tiros no bairro Humaitá, em Linhares, no Norte do Espírito Santo, na noite de domingo (15). De acordo com a Polícia Militar, ele foi encontrado sem vida, caído ao lado de um bar. O nome da vítima não foi divulgado. O suspeito do crime é o primo da companheira do jovem.

A mulher relatou à PM que o casal estava no bar quando o suspeito se aproximou e começou a fazer ameaças, acusando o jovem de tentar assumir o controle do tráfico de drogas na região. Em seguida, o homem disparou várias vezes contra a vítima. A companheira afirmou ainda que o jovem não tinha envolvimento com drogas. O corpo foi levado para a Seção Regional de Medicina Legal (SML) de Linhares.

A Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Linhares. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

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Segurança

Delegado da Polícia Civil é preso suspeito de importunação sexual contra adolescente em carnaval no ES

marcelo

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Um delegado da Polícia Civil do Espírito Santo de 40 anos, identificado como Adhemar Pereira Fully, foi preso na noite deste domingo (15), suspeito de importunação sexual contra uma adolescente de 14 anos durante um evento de carnaval no Centro de Apiacá, cidade do Sul do Estado. Adhemar teria resistido à ação de policiais militares, que narram no boletim de ocorrência obtido pela reportagem terem tido de usar a força para detê-lo.

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Segundo a PM, equipes faziam policiamento na festa de carnaval da cidade quando foram solicitadas por um homem relatando a presença de um indivíduo armado envolvido em uma briga na multidão. O homem que chamou a PM disse que a confusão começou quando o suspeito importunou uma menor de idade e, com isso, foi confrontado por parentes da vítima.
De acordo com o boletim da PM, o delegado apresentava “nítidos sinais de embriaguez alcoólica, manifestados por marcha cambaleante, alteração das funções psicomotoras, hiperemia conjuntival (olhos vermelhos), fala arrastada e forte odor etílico no hálito”. O delegado, segundo o documento, ofereceu resistência durante toda a ação policial “investindo fisicamente” contra os policiais, ora com golpes no tórax, ora com empurrões, “na tentativa de impedir a ação policial”, diz o boletim. Ao mesmo tempo, o delegado teria xingado os agentes com palavras de baixo calão, afirmando que não seria conduzido.
Diante da situação, os policiais militares tiveram de usar a força para imobilizar o delegado. Durante a busca pessoal, foi encontrada uma arma — pistola Glock — acompanhada de munições e de um carregador com patrimônio da Polícia Civil do Estado, ou seja, a arma de trabalho do servidor.
Consta no boletim que foi feito contato com o delegado-chefe da 7ª Delegacia Regional de Cachoeiro de Itapemirim para dar ciência da condução. Também foi feito o uso de algemas diante do “acentuado estado de beligerância apresentado pelo conduzido”. Já no camburão da viatura, o delegado teria dito frases como: “eu vou prendê-los, vou procurar vocês depois”; “vou fazer de tudo para vocês perderem a farda”.
Após deter o suspeito, os policiais ouviram a menina de 14 anos, que detalhou a importunação. Segundo o relato da adolescente, o delegado teria se aproximado dela e dito: “gata, eu quero você, eu não quero saber, eu quero você”. A menina disse aos policiais ter sido perseguida pelo homem, chegando a informar sua idade e a ausência de consentimento, repelindo a investida. O suspeito teria respondido com indiferença, insistindo na aproximação. O delegado passou a seguir a garota na festa, cessando a conduta somente ao ver o pai da menor na praça.
O boletim da PM detalha que o delegado foi levado à 7ª Delegacia Regional por uma viatura da própria Polícia Civil e que a arma funcional foi entregue diretamente ao delegado plantonista. Os PMs narram que as escoriações e lesões superficiais apresentadas por Adhemar decorreram estritamente de sua resistência ativa. O Conselho Tutelar foi acionado por envolver crime contra menor de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (Ecriad).
A Polícia Civil informou que o delegado “foi autuado em flagrante por importunação sexual. O servidor foi encaminhado ao presídio Alfa 10, unidade destinada a policiais civis. A arma que estava em sua posse foi apreendida”. A instituição declarou que “não compactua com qualquer prática ilícita e que todas as condutas de seus integrantes são rigorosamente apuradas. A Corregedoria-Geral instaurará os devidos procedimentos administrativos internos”.
Segundo o Portal da Transparência do governo capixaba, Adhemar é delegado desde maio de 2012 e tem salário bruto de R$ 36.889,10.
A reportagem tenta localizar a defesa do delegado preso. O espaço segue aberto para posicionamento.
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