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Segurança

PCES prende suspeito de latrocínio contra motorista de aplicativo em Viana

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou que o suspeito utilizava adolescentes em conflito com a lei para solicitar corridas por meio de aplicativos de transporte, com o objetivo de atrair motoristas e praticar roubos e latrocínios.

marcelo

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PCES prende suspeito de latrocínio contra motorista de aplicativo em Viana
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A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Divisão Especializada de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), com apoio da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cariacica, prendeu, no último dia 08, no bairro Nova Rosa da Penha, em Cariacica, um homem, de 19 anos. Considerado de alta periculosidade, o indivíduo estava foragido da Justiça pelo crime de latrocínio ocorrido no dia 13 de outubro, no bairro Industrial, em Viana, que vitimou o motorista de aplicativo Gabriel Erlacher Azevedo, de 48 anos.

Durante as investigações, a Polícia Civil identificou que o suspeito utilizava adolescentes em conflito com a lei para solicitar corridas por meio de aplicativos de transporte, com o objetivo de atrair motoristas e praticar roubos e latrocínios. A apuração contou com diversas ferramentas de inteligência, incluindo o Cerco Inteligente do Governo do Estado.

Os detalhes da investigação foram apresentados em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (23), na Chefatura da Polícia Civil, em Vitória.

De acordo com o titular da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), delegado Luiz Gustavo Ximenes, a prisão representa o resultado direto do trabalho investigativo da unidade. “Esse resultado é fruto de muito trabalho e empenho de toda a equipe da delegacia, não apenas dos delegados, mas também dos investigadores. Não se trata apenas de um latrocínio consumado, mas também de um latrocínio tentado. Retiramos das ruas um indivíduo extremamente perigoso, que já havia matado uma pessoa e quase vitimado outra”, afirmou o delegado.

Segundo o delegado, a DFRV deflagrou a Operação APP, voltada especificamente ao combate a crimes praticados contra motoristas de transporte por aplicativo, em razão da vulnerabilidade dessas vítimas. “Desde que assumimos a DFRV, deflagramos a Operação APP justamente para combater crimes de roubo, latrocínio e tentativa de latrocínio contra motoristas de aplicativo. Nesse caso, a corrida foi solicitada por um adolescente, e o suspeito, junto com outros menores, embarcou no veículo para anunciar o roubo”, explicou Ximenes.

As investigações apontaram que o detido integrava o tráfico de drogas na região de Nova Rosa da Penha e utilizava os veículos roubados para realizar ataques a pontos de venda de drogas rivais. “Ele angariava adolescentes para solicitar as corridas e participar dos crimes. Após a subtração do veículo, o objetivo era utilizá-lo em ataques contra bocas de fumo rivais. Trata-se de um indivíduo faccionado, com histórico de envolvimento com o tráfico de drogas”, destacou o delegado.

No crime ocorrido em 13 de outubro, a vítima foi agredida com extrema violência, vindo a óbito, e teve o corpo abandonado no município de Viana. Já no dia 23 de outubro, o mesmo grupo praticou uma tentativa de latrocínio, também contra um motorista de aplicativo.

Um dos adolescentes envolvidos já foi apreendido, e as diligências seguem em andamento para localizar o outro menor participante dos crimes.

Fonte: Polícia Civil – ES

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Segurança

PCES deflagra Operação ‘Castelo de Areia’ contra organização criminosa investigada por lavagem de dinheiro

marcelo

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PCES deflagra Operação ‘Castelo de Areia’ contra organização criminosa investigada por lavagem de dinheiro
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A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Superintendência de Polícia Especializada (SPE), do Centro de Inteligência e Análise Telemática (Ciat) e do Laboratório de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro (LAB-LD), com apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), deflagrou a Operação “Castelo de Areia”. A ação ocorreu na manhã no último dia 27 e cumpriu dois mandados de prisão e de 20 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário, nos municípios de Baixo Guandu, Colatina, Serra, Cariacica, Vila Velha, Guarapari e na cidade mineira de Aimorés.

As investigações, conduzidas pelo LAB-LD, apuram a prática dos crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, estelionato e falsidade ideológica. Os principais alvos da operação — um homem de 37 anos e uma mulher de 34 anos — são investigados por ligação com uma organização criminosa especializada em crimes patrimoniais de grande vulto, como roubos de carga e um furto a uma instituição financeira ocorrido no município de Guarapari, em 2018.

A operação contou com a participação de cerca de 50 policiais civis de diversas unidades, entre elas as Delegacias de Polícia de Baixo Guandu, Colatina, São Gabriel da Palha e Guarapari, além do apoio especializado do Desarme, da Dracco, da Diccor e da Dccot.

Durante coletiva de imprensa realizada nessa terça-feira (03), na Chefatura de Polícia Civil, em Vitória, o delegado-geral da PCES, José Darcy Arruda, destacou a relevância do trabalho de inteligência para o êxito da operação. “A investigação teve como foco um indivíduo que sempre atuou de forma violenta, com a prática de furtos e roubos a instituições bancárias. Posteriormente, ele passou a atuar com agiotagem e fraudes veiculares, chegando a movimentar cerca de R$ 70 milhões. Atualmente, a Core trabalha na localização desses valores para que possam ser repatriados ao Estado”, afirmou o delegado-geral.

O titular da Delegacia de Polícia de Governador Lindenberg, delegado Valdimar Chieppe, detalhou os materiais apreendidos durante o cumprimento dos mandados, entre eles três motocicletas, quatro veículos automotores e um extenso acervo documental, composto por aproximadamente 1.500 notas promissórias e diversos documentos de veículos. “Também foram localizadas, na residência, duas armas de fogo, sendo duas espingardas, além de munições de três calibres distintos. No momento das buscas, o alvo principal não se encontrava no local, estando presente apenas um parente próximo, que acompanhou a diligência”, relatou Chieppe.

De acordo com o delegado Anderson Pimentel, do Centro de Inteligência e Análise Telemática (Ciat), a análise dos registros contábeis confirmou a prática reiterada de agiotagem e indicou que o investigado tinha cerca de R$ 8 milhões de origem ilícita, sem recolhimento de tributos. Conforme apurado, a residência do principal investigado funcionava como base operacional do esquema criminoso, sendo a garagem utilizada como escritório para as movimentações financeiras. No local, foram encontrados veículos registrados em nome de terceiros, além de contratos de compra e venda de imóveis utilizados como garantia para os empréstimos ilegais. 

“O investigado emprestava dinheiro e, como forma de garantir o recebimento, firmava contratos de compra e venda de imóveis, como lotes, casas ou apartamentos. Caso o devedor não efetuasse o pagamento, o bem permanecia registrado em nome do autor”, explicou o delegado.

O inquérito teve início após a identificação de um padrão de ostentação incompatível com as atividades laborais declaradas pelo casal investigado. “Diante da constatação de que o casal ostentava patrimônio de alto valor sem comprovação de atividade lícita, foi deflagrada a operação para o cumprimento dos mandados de busca e apreensão e das prisões”, informou Pimentel.

As investigações apontam movimentações financeiras que somam aproximadamente R$ 70 milhões no período entre 2018 e 2024, envolvendo, além do casal, outros suspeitos. As contas bancárias dos investigados já foram bloqueadas por decisão judicial. Foi apurado ainda que a mulher de 34 anos atuava como administradora dos bens, utilizando seu nome para o registro do patrimônio pertencente à organização criminosa. Já o homem de 37 anos, que possui antecedentes criminais por roubo, furto, estelionato, falsidade ideológica e homicídio, utilizava identidades falsas para a abertura de empresas de fachada.

“Apesar de possuírem tempo considerável de existência, essas empresas nunca chegaram a ter sequer um funcionário registrado”, pontuou o delegado.

Entre os bens bloqueados judicialmente estão imóveis localizados no município de Baixo Guandu e em condomínios de alto padrão, avaliados em mais de R$ 3 milhões. O homem responderá pelos crimes de organização criminosa, lavagem de capitais, falsidade ideológica e estelionato. Já a mulher responderá pelos crimes de lavagem de capitais e organização criminosa.

 


Fonte: Polícia Civil – ES

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PRISÕES E APREENSÕES DE ENTORPECENTES EM GUARAPARI

marcelo

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PRISÕES E APREENSÕES DE ENTORPECENTES EM GUARAPARI
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O 10º Batalhão da Polícia Militar realizou diversas ações de combate ao tráfico de drogas ao longo do dia 03 de fevereiro, resultando em prisões e apreensões de expressiva quantidade de entorpecentes em diferentes bairros do município de Guarapari.

No início da noite, no bairro Santa Margarida, após diligências e tentativa de fuga de suspeitos, dois indivíduos foram detidos. Na ação, foram apreendidos um tablete de crack com aproximadamente 900 g, uma porção grande de crack com cerca de 100 g, além de quatro pedaços de crack totalizando aproximadamente 400 g, um pedaço de maconha com cerca de 50 g, uma balança de precisão, R$ 62,00 em dinheiro. Os envolvidos foram conduzidos à 5ª Delegacia Regional de Guarapari.

Posteriormente, no bairro Adalberto Simão Nader, após informações de que entorpecentes estariam escondidos em um estabelecimento de ensino, equipes policiais localizaram uma sacola contendo 79 pinos de cocaína, 78 pedras de crack, cinco unidades de PAC e três buchas de maconha. Todo o material foi apreendido e encaminhado à Delegacia Regional.

A Polícia Militar reforça que as ações fazem parte do policiamento ostensivo e do enfrentamento contínuo ao tráfico de entorpecentes, reafirmando seu compromisso com a segurança, a ordem pública e a proteção da sociedade de Guarapari.


Fonte: Polícia Miitar – ES

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10º BPM registra prisões, apreensões e recuperação de produto furtado em Guarapari

marcelo

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10º BPM registra prisões, apreensões e recuperação de produto furtado em Guarapari
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O 10º Batalhão realizou diversas ações operacionais ao longo desta segunda-feira (02), resultando em prisão por tráfico de entorpecentes, apreensões de grande quantidade de drogas e recuperação de produtos furtados no município de Guarapari.

No período da tarde, no bairro Village do Sol, durante patrulhamento, um indivíduo foi abordado após ser visto saindo de um terreno baldio portando uma sacola e tentar fugir da presença policial. Na ação, foram apreendidos 120 pinos de cocaína, 85 pedras de crack, 59 buchas de maconha, nove buchas de pasta base (PAC), uma balança de precisão e um rádio comunicador.

Ainda durante as diligências, em um lote indicado por um morador, foi localizada uma sacola enterrada contendo aproximadamente 1,950 kg de cocaína, 250 gramas de crack e vasto material utilizado para o embalo de entorpecentes. O indivíduo foi conduzido à 5ª Delegacia Regional de Guarapari, juntamente com todo o material apreendido.

No bairro Portal Club, após informações de que uma residência abandonada estaria sendo utilizada para armazenar drogas, policiais localizaram uma bolsa contendo sete tabletes pequenos de maconha (320 g) e 58 pinos de cocaína, sendo todo o material apreendido e apresentado à autoridade policial.

No período da noite, no bairro Ipiranga, durante patrulhamento, um indivíduo foi abordado após ser perseguido por populares. Com ele, foram localizadas 45 barras de chocolate, produto de furto confirmado em estabelecimento comercial. O suspeito foi conduzido à Delegacia Regional para as providências cabíveis.


Fonte: Polícia Miitar – ES

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