Segurança
Preso em São Mateus suspeito por homicídio qualificado em Governador Valadares
O caso gerou grande repercussão em Governador Valadares, uma vez que os suspeitos teriam assassinado uma vítima de 65 anos e, em seguida, incendiado o veículo com o corpo da vítima no interior, abandonado às margens da BR-381.
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9 horas atrásem

A Polícia Civil do Espírito Santo, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Mateus, em conjunto com a Divisão de Inteligência da Polícia Penal, prendeu, nesta segunda-feira (09), Carlos Daniel acusado de um crime de grande repercussão na cidade de Governador Valadares, em Minas Gerais.
É importante destacar que, no dia 15 de janeiro de 2026, a Delegacia de Homicídios de Governador Valadares solicitou apoio operacional da DHPP-PCMG para o cumprimento de um mandado de prisão sigiloso, expedido pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Governador Valadares, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. O mandado foi emitido contra CARLOS DANIEL FEITOSA DE SOUZA, que é investigado pela suposta prática de homicídio qualificado.
O caso gerou grande repercussão em Governador Valadares, uma vez que os suspeitos teriam assassinado uma vítima de 65 anos e, em seguida, incendiado o veículo com o corpo da vítima no interior, abandonado às margens da BR-381.
Com base nas informações obtidas, a DHPP de São Mateus, em parceria com os agentes da Divisão de Inteligência da Polícia Penal (DIPP), iniciou uma série de diligências para localizar o suspeito.
Na manhã de hoje (09/02/2026), a equipe da DIPP obteve informações precisas sobre o paradeiro de CARLOS DANIEL, que estava nas proximidades de sua residência, no bairro Aroeira. Em ação conjunta com a DHPP de São Mateus, as equipes se deslocaram até o local, onde conseguiram efetuar a prisão do indivíduo.
Durante a abordagem, CARLOS DANIEL não reagiu à prisão, e nada de ilícito foi encontrado em sua posse. Contudo, para garantir a segurança da equipe e evitar risco de fuga durante o transporte até o plantão da 18ª Delegacia Regional de São Mateus, foi necessário o uso de algemas, conforme prevê a legislação.
Vale ressaltar que o preso não apresentava lesões visíveis ao ser apresentado no plantão da Polícia Civil de São Mateus. Após os procedimentos legais, ele será encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Mateus.
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Segurança
Mais de 8 mil presos provisórios aguardam julgamento no ES
Mais de 8 mil detentos ainda não foram julgados, cenário que impacta famílias e pressiona o sistema prisional
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2 dias atrásem
8 de fevereiro de 2026
No Espírito Santo, 8.172 pessoas estão presas provisoriamente, ou seja, sem julgamento definitivo, segundo dados oficiais. Esse número representa quase um terço da população carcerária do Estado, que soma 25.642 detentos. Muitos aguardam uma decisão da Justiça por meses ou até anos, situação que impacta familiares e amplia a pressão sobre o sistema prisional.
Entre os presos provisórios está um jovem detido em fevereiro de 2024, autuado por roubo após uma tentativa de assalto a um comércio em Jacaraípe, na Serra. Segundo a família, ele permanece preso há quase dois anos, mesmo com elementos que contestariam a versão inicial apresentada no caso. A identidade do jovem e de seus familiares foi preservada.
A mãe afirma que segue buscando respostas na Justiça enquanto aguarda o andamento do processo.
Nós temos provas de que o crime não é como está sendo contado.
Mãe de preso, dona de casa
Outro caso é o da Anna Caroliny Cardoso de Oliveira, presa em 2023, enquanto estava grávida de nove meses, por um crime inicialmente classificado como roubo em um shopping. Somente dois anos depois, ela foi julgada, e a Justiça entendeu que se tratava de furto, considerado um crime de baixo potencial ofensivo, o que não exigiria prisão preventiva.
Quando saímos da loja e chegamos ao estacionamento, vimos que tinha um segurança lá. Minha amiga brigou com ele, com ele batendo nela e ela batendo nele. Fomos presas, consideraram como roubo pelo fato dela ter brigado com ele.
Anna Caroliny Cardoso de Oliveira, detida
Durante o período em que esteve detida, ela deu à luz dentro da viatura.
Dentro da viatura, no meio do caminho, o meu filho nasceu. Foi um agente que fez o parto. Eu avisei que a cabecinha do bebê estava saindo e ele falou que tinha que esperar chegar no hospital. Eu fiz uma força e o bebê saiu.
Anna Caroliny Cardoso de Oliveira, detida
Especialistas e operadores do Direito reconhecem que a prisão provisória, quando prolongada, deixa de ser uma medida excepcional e passa a funcionar como antecipação de pena. Além da superlotação, o modelo afeta a saúde emocional das famílias e dificulta a ressocialização.
Para o juiz José Augusto Farias de Souza, algo não está funcionando como deveria. Ele afirmou que hoje há problemas com a morosidade nas Varas do Júri.
Soluções possíveis seriam o juiz que está vara dar mais atenção aos réus presos e concentrar a audiência de réu preso para dar maior celeridade.
José Augusto Farias de Souza, juiz
Após ser libertada, Anna reencontrou a filha mais velha em sua cidade natal, em Brasília. Pouco tempo depois, a criança morreu após ser atingida por uma bala perdida.
Magistrados e representantes do sistema de Justiça reconhecem que há um desafio estrutural na tramitação dos processos.
A discussão sobre a prisão provisória envolve equilíbrio entre segurança pública, celeridade processual e garantia de direitos, em um cenário no qual o tempo de espera pode se tornar, na prática, uma punição antecipada.
Onde entra a conscientização de que o preso pode voltar para a sociedade, já que a lei não funciona e nem caminha? Assim como meu filho, tem pai que está lá há cinco anos. Se é provisório, como é que é um provisório de cinco anos? Como é que é um provisório de um ano e 11 meses, igual o meu filho?
Mãe de preso, dona de casa
*Com informações da Nathalia Munhão, da TV Vitória/Record
Segurança
PCES detalha investigações da DHPP de Guarapari sobre corpo encontrado no bairro Meaípe
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4 dias atrásem
6 de fevereiro de 2026
A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) detalhou, nesta sexta-feira (06), as informações da investigação conduzida pela Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Guarapari sobre o corpo encontrado no bairro Meaípe, em Guarapari, na última terça-feira (03).
Na tarde dessa terça-feira (3), a Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) foi acionada para averiguar uma possível ocorrência criminal em um sítio localizado na região de Meaípe, em Guarapari. Uma testemunha relatou que não tinha notícias do proprietário do sítio há alguns dias e, ao verificar a propriedade, encontrou janelas quebradas e paredes destruídas.
Ao chegarem ao local, os militares encontraram uma moradia no interior do sítio, aparentemente atingida por incêndio. Em seguida, foi localizado um corpo em avançado estado de decomposição, com indícios de carbonização e decapitação. Diante dos fatos, as polícias Civil e Científica foram acionadas.
A vítima foi identificada pela Polícia Científica do Espírito Santo (PCIES), posteriormente, como um homem de 75 anos. O corpo foi localizado em uma propriedade de difícil acesso, em área isolada e com vegetação densa.
O delegado-geral da Polícia Civil do Espírito Santo, José Darcy Arruda, explicou as primeiras providências adotadas assim que o fato chegou ao conhecimento da instituição. “Assim que tomamos conhecimento da ocorrência, a equipe da DHPP de Guarapari, com apoio do Departamento Especializado, se deslocou imediatamente ao local. O primeiro objetivo foi compreender o que havia ocorrido. O corpo foi encontrado sem a cabeça, com um corte fino na região do pescoço, o que indica que não se trata de um corte grosseiro”, afirmou.
O delegado-geral destacou as dificuldades encontradas durante as diligências iniciais. “A cabeça não estava no local. Foram realizadas buscas com apoio do Corpo de Bombeiros e de cães farejadores da Polícia Civil. O terreno é extenso, de difícil iluminação e com vegetação fechada. Uma piscina existente no imóvel foi esvaziada, mas não havia vestígios do membro. A possibilidade de a cabeça ter sido levada por animal é considerada remota, diante das características do corte”, explicou.
Arruda ressaltou que todas as linhas de investigação seguem abertas. “Agora inicia-se um trabalho aprofundado para identificar com quem a vítima se relacionava, quem a viu pela última vez e quais circunstâncias envolvem o crime. A vítima vivia de forma bastante reclusa, praticamente isolada, o que dificulta a apuração. Mas vamos trabalhar com cautela, utilizando recursos tecnológicos e investigativos, para que o próprio corpo conte sua história”, concluiu.
O chefe do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), delegado Fabrício Dutra, detalhou o andamento técnico da investigação e o intervalo de tempo entre a morte e a localização do corpo. “De acordo com as primeiras informações técnicas repassadas pela perícia, o óbito pode ter ocorrido entre os dias 13 e 20 de janeiro. Acreditamos no dia 13 como data mais provável, pois foi a última vez em que houve registro de uso do telefone celular da vítima. Já no dia 20, há relato de fumaça sendo vista na propriedade”, explicou.
O delegado ressaltou que o lapso temporal dificulta a investigação. “Nós não tivemos uma cena de crime latente. Há um intervalo grande entre a possível data do homicídio e o momento em que a polícia tomou conhecimento do fato. Isso exige um trabalho ainda mais minucioso, tanto no campo quanto na inteligência”, afirmou.
Segundo o delegado Fabrício Dutra, as primeiras 24 horas de trabalho foram dedicadas à tentativa de localizar a cabeça da vítima e à preservação do local. “As primeiras diligências envolveram buscas extensas com cães farejadores, perícia técnica e varredura completa do terreno. Trata-se de uma casa antiga, em área ampla e de mata fechada, o que exige técnicas específicas de investigação”, destacou.
Ele explicou que testemunhas já começaram a ser ouvidas. “Identificamos pessoas que tinham acesso eventual ao imóvel, como uma mulher que realizava limpeza periódica e um homem ligado a ela. Também apuramos que, recentemente, corretores de imóveis estiveram na propriedade, já que o imóvel estaria à venda. A família será intimada para esclarecer essa situação. Todas as linhas de investigação estão abertas”, afirmou.
O delegado também ressaltou a importância do trabalho da Polícia Científica. “A Polícia Científica foi fundamental para confirmar que se trata de um homicídio. Foi constatado um corte fino, compatível com instrumento pérfuro cortante, possivelmente uma faca, além de lesões na região do tórax. Esse tipo de crime foge do padrão mais comum e, por isso, exige ainda mais atenção”, explicou.
Por fim, Dutra reforçou que a investigação segue em ritmo intenso. “Neste momento, temos equipes em campo realizando novas buscas, policiais dedicados à oitiva de testemunhas e equipes de inteligência atuando de forma integrada. É um trabalho técnico, complexo e que exige cautela, mas não há crime perfeito. Vamos avançar e apresentar respostas à sociedade”, concluiu.
Fonte: Polícia Civil – ES
Segurança
Detento é encontrado morto em cela de presídio em Colatina
A morte aconteceu após uma agressão dentro da cela onde ele estava.
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4 dias atrásem
6 de fevereiro de 2026
Um detento morreu dentro do Presídio de Segurança Média de Colatina (PSMECOL), no Noroeste do Espírito Santo, na madrugada desta quinta-feira (5). A morte aconteceu após uma agressão dentro da cela onde ele estava.
A vítima foi identificada como Josué Rodrigues Wotkoski e foi encontrada com um lençol amarrado ao pescoço.
De acordo com informações da Secretaria da Justiça (Sejus), por volta das 5h, policiais penais foram chamados por internos da Galeria E, que relataram a ocorrência dentro de uma das celas. Ao chegarem ao local, encontraram Josué já sem vida.
Um outro interno que dividia a cela assumiu a responsabilidade pela agressão e foi encaminhado, junto com os demais detentos do local, para prestar esclarecimentos na Delegacia Regional de Colatina.
Josué estava preso desde outubro de 2023 por crimes como ameaça, roubo, extorsão e desacato.
Um procedimento administrativo foi aberto para apurar as circunstâncias da morte dentro da unidade prisional.

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