Conecte-se Conosco

Segurança

Prisões, apreensões e recuperação de bens em Guarapari

marcelo

Publicado

em

Prisões, apreensões e recuperação de bens em Guarapari
COMPARTILHE ESTA MATÉRIA

A Polícia Militar realizou diversas ações operacionais entre os dias 23 e 26 de janeiro, resultando em prisões, apreensões de entorpecentes, recuperação de veículos e condução de suspeitos à Delegacia Regional de Guarapari.

Na madrugada de hoje (26), durante atendimento a uma denúncia de furto na Praia do Morro, um indivíduo foi detido após confessar o furto de um rolo de fios de energia elétrica, que havia sido enterrado na areia e posteriormente recuperado.

Nesse domingo (25), no bairro Recanto da Sereia, um homem foi conduzido à delegacia após ser flagrado portando uma pistola calibre 9mm, 15 munições intactas do mesmo calibre, um carregador e uma lanterna acoplável, sem a documentação exigida para o local onde se encontrava.

Ainda no dia 25, no bairro Setiba, equipes da Força Tática apreenderam expressiva quantidade de entorpecentes e materiais utilizados no tráfico, sendo: 39 placas de haxixe, duas porções grandes da mesma substância, 28 canetas contendo substância derivada de cannabis, quatro balanças de precisão, vasto material para embalo e R$ 12,00 em espécie, resultando na condução de dois indivíduos.

Neste mesmo dia, no bairro Adalberto Simão Nader, um adolescente foi apreendido com 19 pinos de cocaína, 25 pedras de crack e R$ 51,00 em espécie, sendo parte do material localizado com apoio de cão farejador.

Ainda no domingo, no bairro Itapebussu, um veículo com restrição de furto/roubo foi localizado abandonado e removido ao pátio credenciado.

Em outra ocorrência registrada no mesmo dia, no bairro Muquiçaba, dois indivíduos foram detidos por furto de um aparelho celular, que foi integralmente recuperado e encaminhado à autoridade policial.

No sábado (24), no Centro de Guarapari, ações das equipes operacionais e cão policial resultaram na apreensão de uma porção de crack, uma porção de maconha, R$ 1.710,00 em espécie e uma cédula de moeda estrangeira, com a condução de três indivíduos.

No bairro Muquiçaba, durante fiscalização de trânsito, no mesmo dia, um condutor foi abordado e com ele foram apreendidas 51 unidades de haxixe, oito unidades de ecstasy, R$ 813,50 em espécie e três aparelhos celulares. O veículo foi removido ao pátio credenciado.
Ainda no mesmo dia, no bairro Centro, durante patrulhamento, foram apreendidas duas pedras de crack, com peso aproximado de 22 gramas, abandonadas por suspeitos que fugiram do local.

Já na sexta-feira (23), no bairro Muquiçaba, equipes do BME, após diligências, apreenderam 74 pinos de cocaína, uma balança de precisão e R$ 185,00 em espécie, sendo o material entregue à autoridade policial, não sendo localizado o suspeito.

No bairro Ipiranga, um indivíduo com mandado de prisão em aberto foi localizado e conduzido à Delegacia Regional para cumprimento da ordem judicial.


Fonte: Polícia Miitar – ES

COMPARTILHE ESTA MATÉRIA
Clique para comentar

Responder

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Segurança

ES registra 22 mortes em confrontos policiais e reacende debate sobre uso da força

marcelo

Publicado

em

ES registra 22 mortes em confrontos policiais e reacende debate sobre uso da força
COMPARTILHE ESTA MATÉRIA

O Espírito Santo já registra 22 mortes em ações policiais entre janeiro e abril de 2026, segundo dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp). Apenas em abril, são cinco casos, que incluem a morte de um adolescente de 16 anos e um homem de 29 anos. Esse número reacende o debate sobre os limites do uso da força por agentes de segurança pública.

Mortes em confrontos policiais

Um adolescente de 16 anos, identificado como Ítalo Corrêa, foi baleado durante uma ação policial foi morto no bairro José de Anchieta, na Serra na quarta-feira (08).

Segundo a PM, o jovem teria ligação com o tráfico de drogas e teria atirado contra os militares. Moradores e familiares contestam a versão e afirmam que ele não estava armado no momento da abordagem.

Na última sexta-feira (3), Pablo Barbosa Meneses, de 29 anos, morreu após ser baleado durante uma ação de policiais militares, no bairro Areinha, em Viana.

De acordo com a Polícia Militar, equipes receberam a informação de que suspeitos armados estariam traficando drogas próximo a uma escadaria conhecida na região.

Durante a aproximação, os suspeitos teriam fugido e, segundo os militares, efetuado disparos contra a equipe, que revidou, e Pablo acabou atingido.

Além dessas situações, em março, dois adolescentes, de 17 anos e 15 anos, foram baleados em confronto com a Força Tática da Polícia Militar no bairro Santos Dumont, em Vitória.

Os policiais relataram que realizavam patrulhamento, quando foram recebidos com tiros. No tiroteio, os dois adolescentes acabaram baleados. Um deles morreu após passar por cirurgia.

Em fevereiro, uma operação na Serra contra o tráfico de drogas terminou com uma pessoa morta. A PM afirmou que foram recebidos com tiros ao se aproximar dos suspeitos, e que, por isso, revidaram. Mesmo assim, os suspeitos conseguiram fugir.

Um homem, identificado como Luiz Fernando Rodrigues da Silva, deu entrada em um hospital com ferimentos de tiros, porém não resistiu.

Debate sobre limites da atuação policial

Os dois episódios mais recentes, embora distintos, reforçam um debate recorrente sobre o papel das forças de segurança e o uso proporcional da força. De acordo com o sociólogo Pablo Lima Rabelo, nada justifica o uso de violência desmedida:

“Não tem justificativa, ainda mais ele fazendo parte da força que é feita para servir e proteger, utilizar de violência desmedida para resolver qualquer questão”.

Especialistas em segurança pública apontam que a discussão envolve não apenas a atuação policial, mas também políticas públicas mais amplas.

A gente precisa acreditar que a segurança pública é feita também com ações sociais, seja com estudo, com lazer, com alimentação adequada, com saúde. A gente consegue ter uma maior estruturação dessas juventudes e assim a gente pode ter um maior enfrentamento à criminalidade.

Nara Borgo, secretária de Estado de Direitos Humanos

*Com informações da repórter Nathalia Munhão, da TV Vitória/Record 

COMPARTILHE ESTA MATÉRIA
Continue lendo

Segurança

ES registra 22 mortes em ações policiais e reacende debate sobre uso da força

marcelo

Publicado

em

ES registra 22 mortes em ações policiais e reacende debate sobre uso da força
COMPARTILHE ESTA MATÉRIA

O Espírito Santo já registra 22 mortes em ações policiais entre janeiro e abril de 2026, segundo dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp). Apenas em abril, são cinco casos, que incluem a morte de duas mulheres e de um adolescente. Esse número reacende o debate sobre os limites do uso da força por agentes de segurança pública.

O cenário ganhou novo destaque após três mortes em menos de 24h na quarta-feira (8), em Cariacica e na Serra, envolvendo agentes da Polícia Militar.

Policial mata duas mulheres em Cariacica

Na manhã de quarta-feira (8), Daniele Toneto Rocha e Francisca Chaguiana Dias Viana foram mortas a tiros no bairro Cruzeiro do Sul, em Cariacica. Segundo as investigações, o autor dos disparos é Luiz Gustavo Xavier do Vale, um cabo da Polícia Militar.

De acordo com a corporação, o policial atuava em função administrativa após ter se envolvido, em 2022, em uma ocorrência com resultado de morte durante uma abordagem.

No dia do crime, ele teria acionado colegas para prestar apoio em uma ocorrência envolvendo a ex-companheira. Relatos indicam que o casal mantinha conflitos há cerca de um ano. Para a tia de Daniele, nada justifica a atitude do militar.

Ninguém merece ser morto desse jeito. É quase inaceitável, pois um policial deveria proteger a sociedade.

Tia da Daniele

Mortes em ações policiais

Outro caso envolvendo a Polícia Militar terminou em morte no bairro José de Anchieta, na Serra nesta quarta-feira (08). Um adolescente de 16 anos, identificado como Ítalo Corrêa, foi baleado durante uma ação policial.

Segundo a PM, o jovem teria ligação com o tráfico de drogas e teria atirado contra os militares. Moradores e familiares contestam a versão e afirmam que ele não estava armado no momento da abordagem.

Enquanto instituição, a gente fala que a conduta dele não representa a conduta da Polícia Militar no dia a dia. 

Coronel Ríodo Rubim, comandante-geral da PM

Na última sexta-feira (3), Pablo Barbosa Meneses, de 29 anos, morreu após ser baleado durante uma ação de policiais militares, no bairro Areinha, em Viana.

De acordo com a Polícia Militar, equipes receberam a informação de que suspeitos armados estariam traficando drogas próximo a uma escadaria conhecida na região.

Durante a aproximação, os suspeitos teriam fugido e, segundo os militares, efetuado disparos contra a equipe, que revidou, e Pablo acabou atingido.

Além dessas situações, em março, dois adolescentes, de 17 anos e 15 anos, foram baleados em confronto com a Força Tática da Polícia Militar no bairro Santos Dumont, em Vitória.

Os policiais relataram que realizavam patrulhamento, quando foram recebidos com tiros. No tiroteio, os dois adolescentes acabaram baleados. Um deles morreu após passar por cirurgia.

Em fevereiro, uma operação na Serra contra o tráfico de drogas terminou com uma pessoa morta. A PM afirmou que foram recebidos com tiros ao se aproximar dos suspeitos, e que, por isso, revidaram. Mesmo assim, os suspeitos conseguiram fugir.

Um homem, identificado como Luiz Fernando Rodrigues da Silva, deu entrada em um hospital com ferimentos de tiros, porém não resistiu.

Debate sobre limites da atuação policial

Os dois episódios mais recentes, embora distintos, reforçam um debate recorrente sobre o papel das forças de segurança e o uso proporcional da força. De acordo com o sociólogo Pablo Lima Rabelo, nada justifica o uso de violência desmedida:

“Não tem justificativa, ainda mais ele fazendo parte da força que é feita para servir e proteger, utilizar de violência desmedida para resolver qualquer questão”.

Especialistas em segurança pública apontam que a discussão envolve não apenas a atuação policial, mas também políticas públicas mais amplas.

A gente precisa acreditar que a segurança pública é feita também com ações sociais, seja com estudo, com lazer, com alimentação adequada, com saúde. A gente consegue ter uma maior estruturação dessas juventudes e assim a gente pode ter um maior enfrentamento à criminalidade.

Nara Borgo, secretária de Estado de Direitos Humanos

*Com informações da repórter Nathalia Munhão, da TV Vitória/Record 

COMPARTILHE ESTA MATÉRIA
Continue lendo

Segurança

Caso do cabo que matou mulheres em Cariacica será encaminhado à Justiça comum

“Não toleramos”, afirma governador do ES sobre cabo que matou mulheres em Cariacica

marcelo

Publicado

em

Briga entre adolescentes e registrada proximo a escola publica em Jabaete 2 1000x582
COMPARTILHE ESTA MATÉRIA

O governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, afirmou que não vai tolerar comportamentos como o cabo da Polícia Militar, Luiz Gustavo Xavier do Vale, que matou duas mulheres a tiros na manhã de quarta-feira (8), no bairro Cruzeiro do Sul, em Cariacica.

Francisca Chaguiana Dias Viana e Daniele Toneto Rocha, que eram casadas, foram mortas a tiros pelo cabo, que estava em serviço no momento do crime. Segundo relatos de testemunhas, o militar foi ao local após ser acionado pela ex-mulher por conta de uma discussão com as vítimas.

Em uma postagem das redes sociais, o chefe do Executivo estadual manifestou indignação com o crime e reforçou que a conduta do militar não representa a instituição. Ferraço destacou que a atuação do cabo da Polícia Militar foi inadmissível.

Manifesto minha profunda indignação diante do duplo homicídio ocorrido hoje em Cariacica. Trata-se de uma conduta inadmissível, que não representa, em hipótese alguma, a postura da nossa Polícia Militar. Não toleramos esse tipo de comportamento dentro da corporação.

Ricardo Ferraço, governador do Espírito Santo

Segundo ele, o policial foi preso logo após o crime pelos próprios colegas e permanece sob custódia do Estado. O caso será encaminhado à Justiça comum, por não se tratar de crime militar.

Em contato direto com o comando da Polícia Militar, determinei que o caso seja tratado com celeridade e rigor absoluto na apuração, com responsabilização exemplar no que couber ao Estado, para que a justiça seja feita o mais breve possível“, finalizou Ferraço.

Relembre o caso

Duas mulheres foram mortas a tiros na manhã de quarta-feira (8), no bairro Cruzeiro do Sul, em Cariacica. As vítimas foram identificadas como Francisca Chaguiana Dias Viana e Daniele Toneto Rocha, que eram casadas.

O autor dos disparos é o cabo da Polícia Militar Luiz Gustavo Xavier do Vale, que estava de serviço no momento do crime. Segundo informações da corporação, ele exercia atividades internas no quartel e não atuava em patrulhamento nas ruas.

De acordo com relatos, a confusão começou após uma discussão entre as vítimas e a ex-companheira do policial, que mora na mesma região. A mulher teria ligado para o militar pedindo ajuda, alegando que estava sendo agredida.

Após o contato, o policial solicitou apoio ao Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes), e uma viatura foi enviada ao local. No entanto, o boletim de ocorrência aponta que o cabo não tinha autorização expressa para deixar o posto no batalhão e se deslocar até o endereço.

Quando chegou ao local, houve uma nova discussão. Em seguida, o policial sacou a arma e efetuou vários disparos contra as duas mulheres. Uma das vítimas morreu ainda na calçada, e a outra chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

Após o crime, o militar foi preso em flagrante por outros policiais e encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar. Ele permanece detido enquanto o caso é investigado pelas autoridades.

COMPARTILHE ESTA MATÉRIA
Continue lendo

MAIS LIDAS

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com