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Economia

Saiba como aproveitar o verão para aumentar as vendas do seu negócio

marcelo

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Saiba como aproveitar o verão para aumentar as vendas do seu negócio
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Com o aumento das viagens a turismo no verão, o empreendedor antenado sai na frente. No Espírito Santo, só o período de Carnaval deve atrair 690 mil turistas e movimentar R$ 830 milhões, segundo dados da Secretaria de Turismo do Estado (Setur). De acordo com a análise da gerente de Competitividade e Produtividade do Sebrae/ES, Ana Karla Macabu, esse interesse pelo estado gera uma cadeia de impactos positivos em diferentes setores, diretos e indiretos. “Quanto maior a duração da estadia, por exemplo, maior o gasto e mais oportunidades para empreendedores”, afirma.

As opções para os empreendedores surfarem essa onda são diversas, especialmente para quem acompanha as tendências e conhece bem o seu público. As alternativas giram em torno de criar experiências únicas e integradas, estabelecer parcerias estratégicas, investir em serviços diferenciados e na presença digital, além de fomentar produtos locais que entregam identidade cultural.

Para esses perfis de consumo, estruturar parcerias entre comércios locais pode ser uma estratégia rentável para variados negócios, fazendo com que todos saiam ganhando. “Uma dica para o empreendedor é ver, a partir do seu negócio, quais outras atividades podem ser relacionadas e que atendam uma demanda complementar ao que o consumidor precisa”, explica Macabu. Na prática, a gerente pontuou exemplos como parcerias entre pousadas, restaurantes e agências de turismo; guias locais e serviços de transporte; e artesãos em pontos de venda de hospedagens.

A mesma pesquisa aponta que o gasto médio estimado por viagem é de R$ 1.753, sendo R$ 772 por pessoa, o que reforça o potencial de consumo no período e abre oportunidades para negócios ligados ao turismo, lazer, produtos e serviços. Quem nunca levou uma lembrança para alguém durante uma viagem? Neste quesito, lojas de artesanato, moda praia, souvenirs e produtos regionais têm grande apelo para turistas. “A vontade de levar lembranças da viagem é um forte motivador de compra”, explica Ana Karla. Empreendedores podem apostar na venda de produtos locais com identidade capixaba, kits com produtos regionais (cafés, doces, cachaças) e marcar presença em pontos estratégicos (próximos às praias e atrativos naturais).

Serviços de recepção personalizados, como experiências de boas-vindas com produtos locais, também são uma boa pedida. “Nossa agroindústria é riquíssima, geleias, queijos, pães artesanais, cafés especiais, isso faz a diferença na experiência gastronômica dos consumidores”.

Para o diretor-técnico do Sebrae/ES, Eurípedes Pedrinha, os dados da pesquisa são uma ferramenta importante para orientar decisões dos empreendedores. “Quando entendemos as preferências, como, onde e quanto o consumidor pretende gastar, é possível transformar informação em estratégia. Esses números ajudam o empresário a planejar melhor seus produtos, serviços e ofertas para o período de verão”, destaca.

Turismo com identidade

A loja C410 (@c410capixaba) aproveita a identidade capixaba para impulsionar as vendas de suvenires apostando em produtos regionais. Além de turistas, que desejam levar uma lembrança do estado, os produtos conquistam capixabas que querem presentear alguém. Entre opções estão canecas, ímãs de geladeira, marcadores de página magnéticos, chaveiros e cadernos.

Como estratégia, a marca cria coleções a partir de artes digitais inspiradas nos pontos turísticos e no cotidiano capixaba, desenvolvidas com base na observação do comportamento dos clientes e no contato direto com turistas. Segundo a proprietária, Taiane Lima, oferecer produtos com identidade regional é um diferencial competitivo. “O capixaba se identifica, e o turista leva para casa algo que representa a cultura local. Isso gera conexão e aumenta as chances de recompra e indicação”, destaca.

Taiane Lima, proprietária da C410.

Os produtos de menor valor e fácil transporte, como ímãs e marcadores magnéticos, lideram as vendas, enquanto as canecas seguem como itens de maior apelo afetivo. “Com o aumento do fluxo de turistas cresce a procura por produtos que representem a experiência vivida no Espírito Santo”. Atualmente, a C410 possui uma loja física na Praia do Canto, em Vitória, e mantém revenda em outros seis pontos estratégicos do estado, principalmente ao longo da Rodovia do Sol, regiões de grande circulação turística.

Prepare-se também para o Carnaval

Para a artesã e criadora da marca Adorno D´Elas (@adornodelas), Renata Ronceti, o verão e o Carnaval são os períodos mais estratégicos do ano. A experiência mostra que conhecer profundamente o público e apostar em produtos certeiros faz toda a diferença: nessa época, a produção da marca chega a ser seis vezes maior do que no restante do ano — e praticamente tudo é vendido.
Renata Ronceti, artesã e criadora da marca Adorno D´Elas.

A empreendedora fornece acessórios artesanais por meio de uma loja itinerante. Uma das principais estratégias está na leitura de tendências aliada à identidade da marca. Renata aposta nas mesmas peças que já têm saída garantida, ajustando cores e combinações ao clima do Carnaval. Um exemplo na prática é a criação de adornos que conversam com as cores de camarotes e escolas de samba, divulgados estrategicamente nas redes sociais com marcações direcionadas, o que amplia o alcance e gera vendas imediatas.

Outro ponto-chave é a presença física no local certo. Com ponto fixo na Praia da Guarderia, em Vitória, e participação em eventos e festivais que concentram seu público-alvo, a empreendedora destaca que vender na rua exige planejamento, investimento e escolhas certeiras. “Hoje sei exatamente onde eu vendo”, resume. Para quem empreende, a lição é clara: mais do que produzir, é essencial escolher bem onde, como e para quem vender, transformando o movimento do verão e do Carnaval em oportunidade real de faturamento.

Mais dados, estudos e pesquisas do Sebrae e parceiros: clique aqui!

Fonte: Agência Sebrae – ES

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Economia

Mercado reduz previsão da inflação para 3,95% este ano

marcelo

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Mercado reduz previsão da inflação para 3,95% este ano
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A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – referência oficial da inflação no país – passou de 3,97% para 3,95% em 2026. A estimativa está no boletim Focus desta quarta-feira (18), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5% para os dois anos.

  • Mercado financeiro reduz para 4% projeção de inflação para 2026 .
  • Inflação na porta de fábrica cai 4,53% em 2025; 2ª menor desde 2014.
  • Inflação oficial de janeiro fica em 0,33% e se mantém dentro da meta.

Pela sexta semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e está dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.

Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fizeram a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado fez o IPCA acumular alta de 4,44% em 2025, dentro da meta do CMN.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não mexeu nos juros pela quinta vez seguida na última reunião, no fim de janeiro.

A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Em comunicado, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico.

A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica caia para 12,25% ao ano até o final de 2026, a mesma previsão do boletim Focus da semana passada. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permanece em 1,8%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) também ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada para 3 de março.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,50 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique nesse mesmo patamar.

 

Fonte: Agência Brasil

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Economia

BC decreta liquidação do Banco Pleno, presidido por ex-sócio do Master

marcelo

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Relator do caso Banco Master no TCU determina inspeção do BC
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O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno. Anunciada nesta quarta-feira (18), em Brasília, a medida inclui nesse regime especial a Pleno Distribuidora Títulos e Valores Mobiliários – integrante do conglomerado prudencial Pleno.

Segundo a autoridade monetária, trata-se de conglomerado de porte pequeno, enquadrado no segmento S4 da regulação prudencial, tendo como instituição líder o Banco Pleno. Este conglomerado detém, de acordo com o BC, 0,04% do ativo total e 0,05% das captações totais do Sistema Financeiro Nacional.

Banco Master

  • Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master.
  • Banco Master: Toffoli pede que PF envie dados de celulares apreendidos.
  • André Mendonça assume relatoria do caso Master após saída de Toffoli.

Anteriormente conhecido como Banco Voiter, o Banco Pleno integrava, até meados de 2025, o conglomerado financeiro do Banco Master, do banqueiro Daniel Vorcaro, alvo da Operação Compliance Zero.

A operação investiga a concessão de créditos falsos pelo Banco Master, incluindo a tentativa de compra da instituição financeira pelo Banco de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal. Segundo as investigações, as fraudes podem chegar a R$ 17 bilhões.

Pleno

O Banco Pleno é comandado por Augusto Ferreira Lima, ex-CEO e ex-sócio do Banco Master.

“A liquidação extrajudicial [do Banco Pleno e de sua distribuidora] foi motivada pelo comprometimento da situação econômico-financeira da instituição, com deterioração da situação de liquidez, bem como por infringência às normas que disciplinam a sua atividade e inobservância das determinações do Banco Central do Brasil”, justificou, em nota, o BC.

Outras medidas podem ser tomadas pela autoridade monetária para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais. Caso as suspeitas de irregularidades se confirmem, serão adotadas medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes.

Entre as medidas previstas está a indisponibilidade dos bens de controladores e administradores do conglomerado prudencial Pleno.

Em comunicado ao mercado, o Banco Pleno informou ter uma “ base estimada de 160 mil credores com depósitos elegíveis ao pagamento da garantia, que somam R$ 4,9 bilhões”, e que efetuará os pagamentos conforme regulamentado pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

“Todos os créditos enquadrados no Regulamento do FGC terão o processo de pagamento iniciado tão logo o levantamento dos dados dos credores seja concluído e disponibilizado”, diz o comunicado.

Acrescenta que mais informações sobre o pagamento da garantia ordinária – limitada a R$ 250 mil – estão disponíveis no site.

“Solicitamos aos credores que utilizem o Aplicativo FGC, desenvolvido para simplificar o processo de pagamento de garantias, de forma ágil e totalmente online”, indicou o banco, referindo-se ao aplicativo disponibilizado na Apple Store ou no Google Play.

“Em etapa posterior, assim que o FGC receber a relação dos credores do liquidante, será possível realizar a solicitação da garantia, com a identificação do beneficiário e a indicação da conta de sua titularidade, onde o valor da garantia será depositado”, acrescentou.

Por fim, o banco alega que não faz parte do conglomerado Master, o que reconfiguraria limite à regulamentação.

Controladores e ex-administradores

A medida de indisponibilidade de bens alcança o núcleo de controle da instituição, abrangendo tanto pessoas jurídicas quanto físicas. A determinação visa assegurar eventuais ressarcimentos e a integridade do processo em curso.

Entre as empresas afetadas pela decisão estão a NK 031 Empreendimentos e Participações; a DV Holding Financeira; a Master Holding Financeira; e a 133 Investimentos e Participações.

No grupo de controladores pessoas físicas, a restrição recai sobre Armando Miguel Gallo Neto, Augusto Ferreira Lima, Daniel Bueno Vorcaro e Felipe Wallace Simonsen.

A lista de bens indisponíveis estende-se, também, a um grupo de ex-administradores.

Além de Vorcaro e Augusto Ferreira Lima, que figuram em ambas as categorias, a medida atinge Angelo Antonio Ribeiro da Silva, Luiz Antonio Bull, Mauricio Antonio Quadrado, Renata Leme Borges dos Santos, Ronaldo Vieira Bento e Viviane Aparecida Rodrigues Afonso.

*Matéria alterada às 10h57 para acréscimo de informações.

*Matéria alterada às 11h14 para acréscimo de informações.

 

Fonte: Agência Brasil

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Economia

Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 3

marcelo

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Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 4
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A Caixa Econômica Federal paga nesta quarta-feira (18) a parcela de fevereiro do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com os adicionais o valor médio do benefício sobe para R$ 690,01. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,84 milhões de famílias, com gasto de R$ 13 bilhões.

  • Ambulantes que se formalizaram como MEI crescem 45% em 2 anos.
  • Vendas no comércio varejista fecham 2025 com alta de 1,6%.

Além do benefício mínimo, há o pagamento dos seguinte adicionais:

  • Benefício Variável Familiar Nutriz, que paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança
  • Acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam)
  • Adicional de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.
  • Adicional de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. Por causa do carnaval, os beneficiários de NIS de fim 1 e 2 receberam na segunda semana de fevereiro, com os depósitos sendo retomados nesta quarta.

O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Pagamento unificado

Os beneficiários de 171 cidades de oito estados receberam o pagamento na última quinta-feira (12), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 122 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Bahia (14), Paraná (12), Sergipe (11), Roraima (6), Amazonas (3), Piauí (2) e Santa Catarina (1).

Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família deixaram de ter desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Regra de proteção

Cerca de 2,51 milhões de famílias estão na regra de proteção em fevereiro. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.


Calendário de pagamento do Bolsa Família 2026
Calendário de pagamento do Bolsa Família 2026
Calendário de pagamento do Bolsa Família 2026 – Arte EBC

Fonte: Agência Brasil

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