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Aline Maria lança álbum Bruta Flor com três sessões no Sesc Glória

marcelo

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Aline Maria lança álbum Bruta Flor com três sessões no Sesc Glória
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Depois de 15 anos de trajetória artística com sua voz em diferentes projetos, Aline Maria lança nesta terça-feira (25) seu primeiro álbum solo, Bruta Flor. A cantora, compositora, arranjadora, produtora e educadora musical, se apresenta ao público quinta (27), sexta (28) e sábado (29) no Teatro Virgínia Tamanini, do Centro Cultural Sesc Glória, no Centro de Vitória. Os ingressos estão à venda pelo Lets Events e na bilheteria.

“O álbum reúne, de forma afetiva e cuidadosa, diferentes fases da minha trajetória como compositora — desde a primeira canção, escrita em 2011, até a mais recente, um samba de amor criado há poucas semanas especialmente para este projeto”, afirma Aline Maria sobre o trabalho que estará nas principais plataformas de streaming.

Bruta Flor tem oito faixas autorais e uma releitura de Sérgio Sampaio. O álbum tem participações de Gessé Paixão, Ada Koffi, André Prando, Daniel Silva, Orquestra da Quebrada e Rodrigo Sestrem, somando vozes e sonoridades à essência de Aline Maria. Todo o trabalho teve a produção musical de Rodolfo Simor, que também dirige os shows no Sesc essa semana.

“O processo de escolha das faixas foi guiado não apenas pelo carinho que tenho por cada música, mas pelo papel que elas desempenham dentro da narrativa que desejo compartilhar. Busquei coerência estética, poética e emocional, para que o conjunto traduzisse com verdade a identidade do álbum”, detalha a cantora.

O projeto do álbum foi viabilizado pela junção do edital da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), do edital de gravação do estúdio de música da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), e do apoio de um financiamento coletivo que contou com centenas de colaborações.

Aline Maria contempla um álbum que floresce como um convite a sentir, refletir e reconhecer a beleza mesmo nas imperfeições do existir, reafirmando a arte como espaço de cura, encontro, resistência e vigor da música autoral capixaba.

“São canções que dialogam com valores que me atravessam profundamente: o prazer feminino vivido sem culpa; o cultivo do amor próprio como ato de coragem; a sabedoria de escolher quais vínculos merecem florescer; a busca pelo sentido poético da existência em meio à angústia e ao imediatismo do nosso tempo; o chamado espiritual da floresta; e o grito necessário contra as desigualdades sociais e raciais que ferem nosso cotidiano”.

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Filme sobre Nossa Senhora da Penha terá pré-estreia nesta quarta-feira

marcelo

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Filme sobre Nossa Senhora da Penha terá pré-estreia nesta quarta-feira
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O documentário “Maria, essa fé que me leva” será exibido nesta quarta-feira (8), às 19 horas, em frente à Igreja do Rosário, na Prainha, em Vila Velha, como parte da programação da Festa da Penha 2026. Com direção de Rodrigo Cerqueira e Roberta Fernandes, o filme apresenta um olhar sensível e profundo sobre a celebração Mariana mais antiga do Brasil e uma das maiores manifestações religiosas do país.

A narrativa se desenvolve a partir da vivência de três mulheres – Gabriela, Florinda e Leda – que se preparam para participar da festa. Por meio dessas histórias reais, a obra evidencia a relação do povo capixaba com Nossa Senhora da Penha e mostra como a religiosidade e a cultura do Espírito Santo se entrelaçam em um evento que mobiliza devotos do estado e de outras regiões do país.

Mais do que registrar o evento religioso, o filme evidencia a força da fé, da tradição e da devoção dos capixabas. “É um retrato sensível de como a fé está presente na vida das pessoas e de como essa devoção atravessa gerações.

Nosso intuito foi não apenas contribuir para a preservação desse importante patrimônio imaterial do Estado, mas também reforçar o potencial do turismo religioso na região”, afirma Rodrigo Cerqueira.

O documentário tem estreia nacional prevista para o dia 12 de abril, quando passa a integrar a programação da TV Aparecida, ampliando seu alcance para todo o país.

“Maria, essa fé que me leva” é uma coprodução da Andaluz Filmes e da TV Aparecida, com patrocínio de Extrabom Supermercados, financiado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), administrados pela Prefeitura de Vila Velha, e da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC).

Festa da Penha: do Estado para todo o País

Após a pré-estreia no Espírito Santo, o filme será exibido em rede nacional pela TV Aparecida, e levará a tradição e devoção do povo capixaba a Nossa Senhora da Penha para milhões de brasileiros.

“Ter a TV Aparecida junto neste projeto é motivo de muita alegria e responsabilidade, por ser um grande veículo de comunicação religiosa no Brasil, que dialoga diariamente com milhões de fiéis e que tem um papel essencial na evangelização por meio da comunicação. Essa parceria amplia o alcance do nosso filme de forma muito significativa e permite que a devoção a Nossa Senhora da Penha, tão forte entre os capixabas, possa tocar o coração de pessoas em todo o país. Mais do que isso, é um reconhecimento da relevância dessa história e da força cultural e espiritual da Festa da Penha”, frisa ainda um dos diretores do filme, Rodrigo Cerqueira.

Música para a Padroeira

A trilha sonora do filme ganha destaque com a canção “Maria, essa fé que me leva”, composta especialmente para o documentário pelos músicos Gabriela Deorce e Janderson de Oliveira. A música traduz a devoção a Virgem da Penha e amplia a conexão entre o audiovisual e a experiência dos fiéis.

Serviço

Pré-estreia do documentário “Maria, essa fé que me leva”
Quarta-feira (8), 19 horas
Praça em frente à Igreja do Rosário, Prainha

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Carnaval de Congo de Roda D’Água já te programação em homenagem à padroeira do ES

marcelo

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Carnaval de Congo de Roda D'Água já te programação em homenagem à padroeira do ES
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O Carnaval de Congo de Máscaras de Roda D’Água já está chegando! A festa acontece na segunda-feira (13), dia de Nossa Senhora da Penha, das 8h às 18h, no Campo do América, na Estrada de Roda D’Água, e terá entrada gratuita. A programação conta com cortejo, show e um grande encontro de bandas de Congo de todo o Estado.

O evento é promovido pela Associação de Bandas de Congo de Cariacica e em parceria com a Prefeitura do município. A festividade começa com a concentração das bandas e tem a saída do cortejo até o Campo do América, área principal do carnaval, com cânticos sendo entoados sob sons de tambores e casacas, em homenagem à Nossa Senhora da Penha.

Confira a programação:

– 8h: Início da concentração das bandas de congo na Casa do Congo de Mestre Tagibe
– 9h40: Saída do cortejo da Casa de Mestre Tagibe para o local do evento, campo do América
– 10h30: Celebração Congueira e benção do Carnaval de Congo no Campo do América
– 12h: Show da Banda Cia Cumby.
– 13h30: Show Afrocongobeat – Música e Ancestralidade, com Fábio Carvalho
– 14h30: Encontro de Bandas de Congo
– 18h: Encerramento com o canto tradicional “Iaiá você vai à Penha” e show pirotécnico

Serviço:Data: 13 de abril (segunda-feira)
Horário: Das 8h às 18h
Local: Estrada de Roda D’Água, s/nº, Campo do América, Roda D’Água

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Quatro artistas levam grafite e fé para a subida do Convento da Penha

marcelo

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Quatro artistas levam grafite e fé para a subida do Convento da Penha
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Entre os passos de fé e as orações dos devotos que estão subindo a ladeira do Convento da Penha, a arte urbana é mais um instrumento de inspiração. O muro da subida recebeu o trabalho de quatro artistas capixabas: Fred Farias, Anderson Moska, Alexandra Baum e Cláudio Tripa. Juntos, eles traduziram em imagens o tema da festa deste ano: “Fazei de nós instrumentos da paz”.

A intervenção artística acompanha o calendário da Festa da Penha 2026, que começou nesse domingo (5) e segue até o dia 13 de abril. Considerada a terceira maior celebração mariana do Brasil, dedicada a Nossa Senhora da Penha, padroeira do Espírito Santo, a Festa da Penha terá mais de 50 missas, 14 romarias e uma série de manifestações religiosas e culturais.

“O caminho até o Convento sempre foi um espaço de oração e reflexão, e a presença desses artistas amplia essa experiência. A arte tem a capacidade de tocar quem passa, de chamar um olhar mais atento e de ajudar cada pessoa a viver esse percurso de forma profunda. É um encontro entre fé, cultura e vida”, destaca o guardião do Convento da Penha, Frei Gabriel Dellandrea.

Os artistas

Fred Farias, artista visual ligado à cultura Hip Hop, levou para o espaço a alegria como expressão de fé e a defesa dos direitos humanos. Anderson Moska, grafiteiro com mais de 20 anos de trajetória e passagens por diversos países, propôs a força da arte urbana para dialogar com a espiritualidade. Alexandra Baum, a Alex, traduz em suas obras a essência feminina, a maternidade e a conexão com a natureza. Já Cláudio Tripa, artista com forte ligação com o Convento, é conhecido por levar a imagem do local para diferentes partes do mundo.

Estudante de Serviço Social, Fred Farias é artista visual e grafiteiro e encontrou na cultura hip-hop seu ponto de partida. Leva para o muro muito mais do que tinta: carrega em sua arte a defesa dos direitos humanos e a força das raízes canela-verde. Crescido entre manifestações populares e religiosas, como a romaria dos conguistas, Fred transforma sua memória afetiva em expressão. Em seu mural, a fé surge leve, quase sorrindo.

Inspirado nos ensinamentos do Papa Francisco e na oração de São Tomás Moro, ele pintará a imagem do pontífice que nos deixou em 2025 e a frase “Concede-me a graça de compreender os sorrisos, para que conheça na vida um pouco de alegria”.

Com mais de duas décadas dedicadas ao grafite, Anderson Moska traz na bagagem não só a vivência das ruas, mas também experiências que atravessaram fronteiras. De Cachoeiro de Itapemirim para o mundo, sua arte já passou por países como Uruguai, Argentina, Chile, México e Senegal. Agora, encontra no Convento um novo território de diálogo.

Para Moska, pintar esse muro é mais do que um trabalho, é uma honra. Sua arte retrata a imagem de São Francisco de Assis envolto por pássaros, trazendo à cena valores como paz, amor à natureza e simplicidade, criando um encontro simbólico entre a arte urbana e a devoção.

Ao retratar São Francisco de Assis envolto por pássaros, a obra leva ao público valores como paz, amor à natureza e simplicidade, criando um encontro simbólico entre a arte urbana e a devoção.

A sensibilidade de Alexandra Baum, a Alex, também ganha forma nesse percurso. Autodidata, começou a desenhar ainda na infância e nunca mais parou. Em suas obras, a essência feminina pulsa em profunda conexão com a natureza, seus ciclos e, mais recentemente, com a maternidade. No muro, ela assina uma obra que traduz o amor de mãe como extensão da fé, num elo invisível que acolhe, protege e sustenta. No centro da composição, o Convento da Penha.

Em sua obra, à direita, Nossa Senhora com o Menino Jesus no colo; à esquerda, mãos em posição de oração. Sobre tudo, pássaros cruzam um céu azul, costurando a cena com leveza e espiritualidade. Em tempos de tantas tensões, Alex reconhece na proposta da festa uma mensagem urgente: a paz como prática cotidiana – que ultrapassa crenças e se fortalece no respeito e na convivência.

Já Cláudio Tripa tem uma relação que vai além da arte e se aproxima de uma devoção cotidiana. Autodidata, começou pintando pranchas de surf aos 15 anos e hoje mistura técnicas, materiais e inspirações. Frequentador assíduo do Convento, onde vai rezar quase todos os dias, construiu uma trajetória profundamente ligada à imagem do local. Seus quadros com o Convento da Penha já cruzaram oceanos e hoje estão espalhados pelos quatro cantos do mundo.

No muro, Tripa retorna às origens e vai retratar São Francisco, a cruz, os animais e a frase símbolo do santo católico: “Senhor, fazei-me instrumento de Vossa paz”. Imagens que dialogam com sua fé e com sua história. Mais do que convidado, ele se sente parte dessa construção, tendo acompanhado e incentivado a presença da arte no espaço ao longo dos anos.

Além dos murais individuais, os quatro artistas também se uniram em uma obra coletiva, reforçando, na prática, o espírito do tema deste ano: a construção conjunta da paz.

Até a próxima edição, em 2027, quem subir até o Convento da Penha encontrará pelo caminho não apenas um muro pintado, mas histórias de artistas locais, de fé, de memória e de pertencimento. E talvez, entre uma subida e outra, encontre também um pouco de si refletido nas cores que agora habitam esse percurso sagrado.

A Festa da Penha 2026, com o tema “Fazei de nós instrumentos da paz”, é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação dos Amigos das Obras Franciscanas. A Festa é realizada com apoio institucional da Prefeitura Municipal de Vila Velha.

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