Entretenimento
Confira as atrações e programação completa do Sesc Femusquim

O Sesc Femusquim vai reunir o melhor do samba e chorinho, nos dias 27, 28 e 29 de novembro. O tradicional Festival de Música de Botequim ganha uma nova roupagem com a parceria do Sesc Espírito Santo e um novo endereço: a Praça Misael Pena, no Centro de Vitória.
Na quinta-feira (27), a programação no Palco Sesc começa às 18h, com o grupo Choro da Ilha. Em seguida, às 19h, tem início a cerimônia de reabertura oficial da praça, que foi totalmente revitalizada pelo Sesc-ES em parceria com a Prefeitura de Vitória, como parte do projeto “Adote uma Praça”. Para fechar a noite, Dennise Pontes sobe ao Palco Sesc, às 19h45, comandando a festa com muito samba.
Na sexta-feira (28), o Grupo 522 abre a programação às 18h, resgatando clássicos do samba com roupagem contemporânea. Na sequência, às 19h, Sambaju traz toda sua animação ao Palco Sesc. Às 20h, Elaine Augusta comanda a roda de samba para fechar a noite.
No sábado (29), a programação começa mais cedo, às 13h, com o Choro Carne de Gato no Palco Sesc. Em seguida, às 14h, é a vez do SambAdm animar a galera. Às 15h30, o grupo Já Gamei sobe ao palco Sesc para fechar o festival.
SERVIÇO: SESC FEMUSQUIM 2025
Data: 27, 28 e 29 de novembro
Local: Praça Misael Pena, no Centro de Vitória.
PROGRAMAÇÃO
27/11 | Quinta-feira – das 18h às 22h
18h – CHORO DA ILHA
19h – REABERTURA DA PRAÇA MISAEL PENA
19h45 – DENNISE PONTES
28/11 | Sexta-feira – das 18h às 22h
18h – GRUPO 522
19h – SAMBAJU
20h – ELAINE AUGUSTA – RODA DE SAMBA
29/11 | Sábado – das 13h às 17h
13h – CHORO CARNE DE GATO
14h – SAMBADM
15h30 – JÁ GAMEI
Entretenimento
Filme sobre Nossa Senhora da Penha terá pré-estreia nesta quarta-feira

O documentário “Maria, essa fé que me leva” será exibido nesta quarta-feira (8), às 19 horas, em frente à Igreja do Rosário, na Prainha, em Vila Velha, como parte da programação da Festa da Penha 2026. Com direção de Rodrigo Cerqueira e Roberta Fernandes, o filme apresenta um olhar sensível e profundo sobre a celebração Mariana mais antiga do Brasil e uma das maiores manifestações religiosas do país.
A narrativa se desenvolve a partir da vivência de três mulheres – Gabriela, Florinda e Leda – que se preparam para participar da festa. Por meio dessas histórias reais, a obra evidencia a relação do povo capixaba com Nossa Senhora da Penha e mostra como a religiosidade e a cultura do Espírito Santo se entrelaçam em um evento que mobiliza devotos do estado e de outras regiões do país.
Mais do que registrar o evento religioso, o filme evidencia a força da fé, da tradição e da devoção dos capixabas. “É um retrato sensível de como a fé está presente na vida das pessoas e de como essa devoção atravessa gerações.
Nosso intuito foi não apenas contribuir para a preservação desse importante patrimônio imaterial do Estado, mas também reforçar o potencial do turismo religioso na região”, afirma Rodrigo Cerqueira.
O documentário tem estreia nacional prevista para o dia 12 de abril, quando passa a integrar a programação da TV Aparecida, ampliando seu alcance para todo o país.
“Maria, essa fé que me leva” é uma coprodução da Andaluz Filmes e da TV Aparecida, com patrocínio de Extrabom Supermercados, financiado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), administrados pela Prefeitura de Vila Velha, e da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC).
Festa da Penha: do Estado para todo o País
Após a pré-estreia no Espírito Santo, o filme será exibido em rede nacional pela TV Aparecida, e levará a tradição e devoção do povo capixaba a Nossa Senhora da Penha para milhões de brasileiros.
“Ter a TV Aparecida junto neste projeto é motivo de muita alegria e responsabilidade, por ser um grande veículo de comunicação religiosa no Brasil, que dialoga diariamente com milhões de fiéis e que tem um papel essencial na evangelização por meio da comunicação. Essa parceria amplia o alcance do nosso filme de forma muito significativa e permite que a devoção a Nossa Senhora da Penha, tão forte entre os capixabas, possa tocar o coração de pessoas em todo o país. Mais do que isso, é um reconhecimento da relevância dessa história e da força cultural e espiritual da Festa da Penha”, frisa ainda um dos diretores do filme, Rodrigo Cerqueira.
Música para a Padroeira
A trilha sonora do filme ganha destaque com a canção “Maria, essa fé que me leva”, composta especialmente para o documentário pelos músicos Gabriela Deorce e Janderson de Oliveira. A música traduz a devoção a Virgem da Penha e amplia a conexão entre o audiovisual e a experiência dos fiéis.
Serviço
Pré-estreia do documentário “Maria, essa fé que me leva”
Quarta-feira (8), 19 horas
Praça em frente à Igreja do Rosário, Prainha
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Carnaval de Congo de Roda D’Água já te programação em homenagem à padroeira do ES

O Carnaval de Congo de Máscaras de Roda D’Água já está chegando! A festa acontece na segunda-feira (13), dia de Nossa Senhora da Penha, das 8h às 18h, no Campo do América, na Estrada de Roda D’Água, e terá entrada gratuita. A programação conta com cortejo, show e um grande encontro de bandas de Congo de todo o Estado.
O evento é promovido pela Associação de Bandas de Congo de Cariacica e em parceria com a Prefeitura do município. A festividade começa com a concentração das bandas e tem a saída do cortejo até o Campo do América, área principal do carnaval, com cânticos sendo entoados sob sons de tambores e casacas, em homenagem à Nossa Senhora da Penha.
Confira a programação:
– 8h: Início da concentração das bandas de congo na Casa do Congo de Mestre Tagibe
– 9h40: Saída do cortejo da Casa de Mestre Tagibe para o local do evento, campo do América
– 10h30: Celebração Congueira e benção do Carnaval de Congo no Campo do América
– 12h: Show da Banda Cia Cumby.
– 13h30: Show Afrocongobeat – Música e Ancestralidade, com Fábio Carvalho
– 14h30: Encontro de Bandas de Congo
– 18h: Encerramento com o canto tradicional “Iaiá você vai à Penha” e show pirotécnico
Serviço:Data: 13 de abril (segunda-feira)
Horário: Das 8h às 18h
Local: Estrada de Roda D’Água, s/nº, Campo do América, Roda D’Água
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Quatro artistas levam grafite e fé para a subida do Convento da Penha

Entre os passos de fé e as orações dos devotos que estão subindo a ladeira do Convento da Penha, a arte urbana é mais um instrumento de inspiração. O muro da subida recebeu o trabalho de quatro artistas capixabas: Fred Farias, Anderson Moska, Alexandra Baum e Cláudio Tripa. Juntos, eles traduziram em imagens o tema da festa deste ano: “Fazei de nós instrumentos da paz”.
A intervenção artística acompanha o calendário da Festa da Penha 2026, que começou nesse domingo (5) e segue até o dia 13 de abril. Considerada a terceira maior celebração mariana do Brasil, dedicada a Nossa Senhora da Penha, padroeira do Espírito Santo, a Festa da Penha terá mais de 50 missas, 14 romarias e uma série de manifestações religiosas e culturais.
“O caminho até o Convento sempre foi um espaço de oração e reflexão, e a presença desses artistas amplia essa experiência. A arte tem a capacidade de tocar quem passa, de chamar um olhar mais atento e de ajudar cada pessoa a viver esse percurso de forma profunda. É um encontro entre fé, cultura e vida”, destaca o guardião do Convento da Penha, Frei Gabriel Dellandrea.
Os artistas
Fred Farias, artista visual ligado à cultura Hip Hop, levou para o espaço a alegria como expressão de fé e a defesa dos direitos humanos. Anderson Moska, grafiteiro com mais de 20 anos de trajetória e passagens por diversos países, propôs a força da arte urbana para dialogar com a espiritualidade. Alexandra Baum, a Alex, traduz em suas obras a essência feminina, a maternidade e a conexão com a natureza. Já Cláudio Tripa, artista com forte ligação com o Convento, é conhecido por levar a imagem do local para diferentes partes do mundo.
Estudante de Serviço Social, Fred Farias é artista visual e grafiteiro e encontrou na cultura hip-hop seu ponto de partida. Leva para o muro muito mais do que tinta: carrega em sua arte a defesa dos direitos humanos e a força das raízes canela-verde. Crescido entre manifestações populares e religiosas, como a romaria dos conguistas, Fred transforma sua memória afetiva em expressão. Em seu mural, a fé surge leve, quase sorrindo.
Inspirado nos ensinamentos do Papa Francisco e na oração de São Tomás Moro, ele pintará a imagem do pontífice que nos deixou em 2025 e a frase “Concede-me a graça de compreender os sorrisos, para que conheça na vida um pouco de alegria”.
Com mais de duas décadas dedicadas ao grafite, Anderson Moska traz na bagagem não só a vivência das ruas, mas também experiências que atravessaram fronteiras. De Cachoeiro de Itapemirim para o mundo, sua arte já passou por países como Uruguai, Argentina, Chile, México e Senegal. Agora, encontra no Convento um novo território de diálogo.
Para Moska, pintar esse muro é mais do que um trabalho, é uma honra. Sua arte retrata a imagem de São Francisco de Assis envolto por pássaros, trazendo à cena valores como paz, amor à natureza e simplicidade, criando um encontro simbólico entre a arte urbana e a devoção.
Ao retratar São Francisco de Assis envolto por pássaros, a obra leva ao público valores como paz, amor à natureza e simplicidade, criando um encontro simbólico entre a arte urbana e a devoção.
A sensibilidade de Alexandra Baum, a Alex, também ganha forma nesse percurso. Autodidata, começou a desenhar ainda na infância e nunca mais parou. Em suas obras, a essência feminina pulsa em profunda conexão com a natureza, seus ciclos e, mais recentemente, com a maternidade. No muro, ela assina uma obra que traduz o amor de mãe como extensão da fé, num elo invisível que acolhe, protege e sustenta. No centro da composição, o Convento da Penha.
Em sua obra, à direita, Nossa Senhora com o Menino Jesus no colo; à esquerda, mãos em posição de oração. Sobre tudo, pássaros cruzam um céu azul, costurando a cena com leveza e espiritualidade. Em tempos de tantas tensões, Alex reconhece na proposta da festa uma mensagem urgente: a paz como prática cotidiana – que ultrapassa crenças e se fortalece no respeito e na convivência.
Já Cláudio Tripa tem uma relação que vai além da arte e se aproxima de uma devoção cotidiana. Autodidata, começou pintando pranchas de surf aos 15 anos e hoje mistura técnicas, materiais e inspirações. Frequentador assíduo do Convento, onde vai rezar quase todos os dias, construiu uma trajetória profundamente ligada à imagem do local. Seus quadros com o Convento da Penha já cruzaram oceanos e hoje estão espalhados pelos quatro cantos do mundo.
No muro, Tripa retorna às origens e vai retratar São Francisco, a cruz, os animais e a frase símbolo do santo católico: “Senhor, fazei-me instrumento de Vossa paz”. Imagens que dialogam com sua fé e com sua história. Mais do que convidado, ele se sente parte dessa construção, tendo acompanhado e incentivado a presença da arte no espaço ao longo dos anos.
Além dos murais individuais, os quatro artistas também se uniram em uma obra coletiva, reforçando, na prática, o espírito do tema deste ano: a construção conjunta da paz.
Até a próxima edição, em 2027, quem subir até o Convento da Penha encontrará pelo caminho não apenas um muro pintado, mas histórias de artistas locais, de fé, de memória e de pertencimento. E talvez, entre uma subida e outra, encontre também um pouco de si refletido nas cores que agora habitam esse percurso sagrado.
A Festa da Penha 2026, com o tema “Fazei de nós instrumentos da paz”, é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação dos Amigos das Obras Franciscanas. A Festa é realizada com apoio institucional da Prefeitura Municipal de Vila Velha.
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