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Verão em Aracruz terá mais de 30 shows gratuitos em três pontos do litoral; veja programação completa

A contagem regressiva para 2026 em Aracruz promete ser em ritmo de festa no Festival Cultural Aracruz Praia e Sol. A partir do dia 31 de dezembro, o município dá início à programação oficial de verão, com shows gratuitos, queima de fogos e atrações musicais distribuídas por três pontos do litoral: Barra do Sahy, Mar Azul e Santa Cruz.
A virada do ano será marcada por apresentações musicais ao longo do dia e um espetáculo de luzes à meia-noite, celebrando a chegada do novo ano. A programação segue até o dia 4 de janeiro, reunindo estilos como pagode, sertanejo, forró, pop, rock e música gospel.
Entre as atrações confirmadas estão Resenha de Pagode, Juninho Freitas, Léo Lima, Agitaê, Samba Mais, Banda Vibe, entre outros artistas que se apresentam ao longo dos dias nos diferentes palcos montados nas praias do município.
No Réveillon, os shows começam ainda à tarde em Barra do Sahy, com dois palcos montados, e seguem à noite também em Santa Cruz e Mar Azul. À meia-noite, a tradicional queima de fogos ilumina o céu em dois pontos do litoral: Barra do Sahy e Santa Cruz, com duração aproximada de 10 minutos.
Nos dias seguintes, a programação continua intensa. Barra do Sahy concentra o maior número de atrações, com apresentações diárias até domingo (4), incluindo shows em trio elétrico. Santa Cruz também recebe programação contínua, enquanto Mar Azul integra o circuito com apresentações no dia 31 e no sábado (3).
Para o presidente da Instância de Governança Regional de Turismo da Região do Verde e das Águas (Adetur), instituição organizadora do evento, Cimá Guizani, o festival nasce com a missão de valorizar a identidade pluriétnica de Aracruz. “A programação foi construída para celebrar o legado das comunidades indígenas Tupiniquim e Guarani, a tradição do Congo da Vila do Riacho — reconhecida como patrimônio imaterial do Estado — e a marcante influência da imigração italiana de Guaraná. Essa diversidade cultural se reflete não apenas nas apresentações artísticas, mas também na identidade visual do evento, que reúne símbolos como o cocar indígena e a casaca aos elementos naturais de sol e mar”, explica.
Estrutura reforçada
Para garantir segurança e organização durante o período de festas, a Prefeitura de Aracruz montou uma operação integrada envolvendo Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, agentes de trânsito, equipes de fiscalização, vigilância sanitária, segurança privada e monitoramento por câmeras.
O reforço na segurança das praias inclui a atuação de guarda-vidas em nove postos de observação ao longo da orla. Na área da saúde, a Unidade de Saúde de Barra do Sahy terá funcionamento ampliado: no dia 31, a partir das 19h; de 1º a 3 de janeiro, com atendimento 24 horas; e no dia 4, até as 19h.
A limpeza urbana também contará com reforço especial, com equipes extras antes e depois da virada do ano, além de coleta intensificada durante toda a temporada de verão. O caminhão coletor terá rota extra na orla, inclusive aos domingos.
Durante o período, algumas regras seguem em vigor para garantir a segurança e a boa convivência: apenas ambulantes licenciados podem atuar na orla; é proibido o uso de garrafas de vidro; carros de som e ruídos acima do permitido não são autorizados; e fogos de artifício com estampido estão proibidos em todo o município.
O evento é uma realização da Prefeitura Municipal de Aracruz, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura, em parceria com a ADETUR (Instância de Governança Regional de Turismo do Verde e das Águas).
Programação Verão Aracruz
Dia 31/12 (quarta-feira)
Barra do Sahy
Palco Cultural
16h – Dançart Mix
17h – Resenha de Pagode
Palco Principal
20h – Juninho Freitas
22h – Léo Lima
00h – Agitaê
Santa Cruz
20h – Só Resenha
22h – Diego Santana
00h – Akanni
Mar Azul
20h – Adilson e Deosdete
22h – Banda Auê
00h – Erick Cristo
Dia 01/01 (quinta-feira)
Barra do Sahy
Palco Cultural
17h – DJ Walace
Palco Principal
18h – Zé Júnior
20h30 – Paulo Moreno
23h – Michele Freire
Santa Cruz
16h – Trio Capixaba
18h30 – Amarad’zaia
Dia 02/01 (sexta-feira)
Barra do Sahy
Palco Cultural
16h – Dançart Mix
17h – Trio Mar Azul
Palco Principal
18h – Samba Mais
20h30 – Banda Vibe
23h – Léo Mai
Santa Cruz
20h – Rádio Rock SA
22h30 – Paula Casaro
Dia 03/01 (sábado)
Barra do Sahy
Palco Cultural
16h – Dançart Mix
17h – Aos 4 Ventos
Palco Principal
18h – Larissa e Emanuel
20h30 – Rômulo Arantes
23h – Fernanda Pádua
Santa Cruz
18h – Preto Pires
20h – Banda Kaymuam
22h30 – Juliano Couto
Mar Azul
20h – Os Patrões do Forró
23h – Dório e Gabriel
Dia 04/01 (domingo)
Barra do Sahy
15h – Trio Elétrico – Banda Agitus
Santa Cruz
14h – Cia Dançart Mix
15h – Alan Rezende
17h – Banda Astral
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Filme sobre Nossa Senhora da Penha terá pré-estreia nesta quarta-feira

O documentário “Maria, essa fé que me leva” será exibido nesta quarta-feira (8), às 19 horas, em frente à Igreja do Rosário, na Prainha, em Vila Velha, como parte da programação da Festa da Penha 2026. Com direção de Rodrigo Cerqueira e Roberta Fernandes, o filme apresenta um olhar sensível e profundo sobre a celebração Mariana mais antiga do Brasil e uma das maiores manifestações religiosas do país.
A narrativa se desenvolve a partir da vivência de três mulheres – Gabriela, Florinda e Leda – que se preparam para participar da festa. Por meio dessas histórias reais, a obra evidencia a relação do povo capixaba com Nossa Senhora da Penha e mostra como a religiosidade e a cultura do Espírito Santo se entrelaçam em um evento que mobiliza devotos do estado e de outras regiões do país.
Mais do que registrar o evento religioso, o filme evidencia a força da fé, da tradição e da devoção dos capixabas. “É um retrato sensível de como a fé está presente na vida das pessoas e de como essa devoção atravessa gerações.
Nosso intuito foi não apenas contribuir para a preservação desse importante patrimônio imaterial do Estado, mas também reforçar o potencial do turismo religioso na região”, afirma Rodrigo Cerqueira.
O documentário tem estreia nacional prevista para o dia 12 de abril, quando passa a integrar a programação da TV Aparecida, ampliando seu alcance para todo o país.
“Maria, essa fé que me leva” é uma coprodução da Andaluz Filmes e da TV Aparecida, com patrocínio de Extrabom Supermercados, financiado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), administrados pela Prefeitura de Vila Velha, e da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC).
Festa da Penha: do Estado para todo o País
Após a pré-estreia no Espírito Santo, o filme será exibido em rede nacional pela TV Aparecida, e levará a tradição e devoção do povo capixaba a Nossa Senhora da Penha para milhões de brasileiros.
“Ter a TV Aparecida junto neste projeto é motivo de muita alegria e responsabilidade, por ser um grande veículo de comunicação religiosa no Brasil, que dialoga diariamente com milhões de fiéis e que tem um papel essencial na evangelização por meio da comunicação. Essa parceria amplia o alcance do nosso filme de forma muito significativa e permite que a devoção a Nossa Senhora da Penha, tão forte entre os capixabas, possa tocar o coração de pessoas em todo o país. Mais do que isso, é um reconhecimento da relevância dessa história e da força cultural e espiritual da Festa da Penha”, frisa ainda um dos diretores do filme, Rodrigo Cerqueira.
Música para a Padroeira
A trilha sonora do filme ganha destaque com a canção “Maria, essa fé que me leva”, composta especialmente para o documentário pelos músicos Gabriela Deorce e Janderson de Oliveira. A música traduz a devoção a Virgem da Penha e amplia a conexão entre o audiovisual e a experiência dos fiéis.
Serviço
Pré-estreia do documentário “Maria, essa fé que me leva”
Quarta-feira (8), 19 horas
Praça em frente à Igreja do Rosário, Prainha
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Carnaval de Congo de Roda D’Água já te programação em homenagem à padroeira do ES

O Carnaval de Congo de Máscaras de Roda D’Água já está chegando! A festa acontece na segunda-feira (13), dia de Nossa Senhora da Penha, das 8h às 18h, no Campo do América, na Estrada de Roda D’Água, e terá entrada gratuita. A programação conta com cortejo, show e um grande encontro de bandas de Congo de todo o Estado.
O evento é promovido pela Associação de Bandas de Congo de Cariacica e em parceria com a Prefeitura do município. A festividade começa com a concentração das bandas e tem a saída do cortejo até o Campo do América, área principal do carnaval, com cânticos sendo entoados sob sons de tambores e casacas, em homenagem à Nossa Senhora da Penha.
Confira a programação:
– 8h: Início da concentração das bandas de congo na Casa do Congo de Mestre Tagibe
– 9h40: Saída do cortejo da Casa de Mestre Tagibe para o local do evento, campo do América
– 10h30: Celebração Congueira e benção do Carnaval de Congo no Campo do América
– 12h: Show da Banda Cia Cumby.
– 13h30: Show Afrocongobeat – Música e Ancestralidade, com Fábio Carvalho
– 14h30: Encontro de Bandas de Congo
– 18h: Encerramento com o canto tradicional “Iaiá você vai à Penha” e show pirotécnico
Serviço:Data: 13 de abril (segunda-feira)
Horário: Das 8h às 18h
Local: Estrada de Roda D’Água, s/nº, Campo do América, Roda D’Água
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Quatro artistas levam grafite e fé para a subida do Convento da Penha

Entre os passos de fé e as orações dos devotos que estão subindo a ladeira do Convento da Penha, a arte urbana é mais um instrumento de inspiração. O muro da subida recebeu o trabalho de quatro artistas capixabas: Fred Farias, Anderson Moska, Alexandra Baum e Cláudio Tripa. Juntos, eles traduziram em imagens o tema da festa deste ano: “Fazei de nós instrumentos da paz”.
A intervenção artística acompanha o calendário da Festa da Penha 2026, que começou nesse domingo (5) e segue até o dia 13 de abril. Considerada a terceira maior celebração mariana do Brasil, dedicada a Nossa Senhora da Penha, padroeira do Espírito Santo, a Festa da Penha terá mais de 50 missas, 14 romarias e uma série de manifestações religiosas e culturais.
“O caminho até o Convento sempre foi um espaço de oração e reflexão, e a presença desses artistas amplia essa experiência. A arte tem a capacidade de tocar quem passa, de chamar um olhar mais atento e de ajudar cada pessoa a viver esse percurso de forma profunda. É um encontro entre fé, cultura e vida”, destaca o guardião do Convento da Penha, Frei Gabriel Dellandrea.
Os artistas
Fred Farias, artista visual ligado à cultura Hip Hop, levou para o espaço a alegria como expressão de fé e a defesa dos direitos humanos. Anderson Moska, grafiteiro com mais de 20 anos de trajetória e passagens por diversos países, propôs a força da arte urbana para dialogar com a espiritualidade. Alexandra Baum, a Alex, traduz em suas obras a essência feminina, a maternidade e a conexão com a natureza. Já Cláudio Tripa, artista com forte ligação com o Convento, é conhecido por levar a imagem do local para diferentes partes do mundo.
Estudante de Serviço Social, Fred Farias é artista visual e grafiteiro e encontrou na cultura hip-hop seu ponto de partida. Leva para o muro muito mais do que tinta: carrega em sua arte a defesa dos direitos humanos e a força das raízes canela-verde. Crescido entre manifestações populares e religiosas, como a romaria dos conguistas, Fred transforma sua memória afetiva em expressão. Em seu mural, a fé surge leve, quase sorrindo.
Inspirado nos ensinamentos do Papa Francisco e na oração de São Tomás Moro, ele pintará a imagem do pontífice que nos deixou em 2025 e a frase “Concede-me a graça de compreender os sorrisos, para que conheça na vida um pouco de alegria”.
Com mais de duas décadas dedicadas ao grafite, Anderson Moska traz na bagagem não só a vivência das ruas, mas também experiências que atravessaram fronteiras. De Cachoeiro de Itapemirim para o mundo, sua arte já passou por países como Uruguai, Argentina, Chile, México e Senegal. Agora, encontra no Convento um novo território de diálogo.
Para Moska, pintar esse muro é mais do que um trabalho, é uma honra. Sua arte retrata a imagem de São Francisco de Assis envolto por pássaros, trazendo à cena valores como paz, amor à natureza e simplicidade, criando um encontro simbólico entre a arte urbana e a devoção.
Ao retratar São Francisco de Assis envolto por pássaros, a obra leva ao público valores como paz, amor à natureza e simplicidade, criando um encontro simbólico entre a arte urbana e a devoção.
A sensibilidade de Alexandra Baum, a Alex, também ganha forma nesse percurso. Autodidata, começou a desenhar ainda na infância e nunca mais parou. Em suas obras, a essência feminina pulsa em profunda conexão com a natureza, seus ciclos e, mais recentemente, com a maternidade. No muro, ela assina uma obra que traduz o amor de mãe como extensão da fé, num elo invisível que acolhe, protege e sustenta. No centro da composição, o Convento da Penha.
Em sua obra, à direita, Nossa Senhora com o Menino Jesus no colo; à esquerda, mãos em posição de oração. Sobre tudo, pássaros cruzam um céu azul, costurando a cena com leveza e espiritualidade. Em tempos de tantas tensões, Alex reconhece na proposta da festa uma mensagem urgente: a paz como prática cotidiana – que ultrapassa crenças e se fortalece no respeito e na convivência.
Já Cláudio Tripa tem uma relação que vai além da arte e se aproxima de uma devoção cotidiana. Autodidata, começou pintando pranchas de surf aos 15 anos e hoje mistura técnicas, materiais e inspirações. Frequentador assíduo do Convento, onde vai rezar quase todos os dias, construiu uma trajetória profundamente ligada à imagem do local. Seus quadros com o Convento da Penha já cruzaram oceanos e hoje estão espalhados pelos quatro cantos do mundo.
No muro, Tripa retorna às origens e vai retratar São Francisco, a cruz, os animais e a frase símbolo do santo católico: “Senhor, fazei-me instrumento de Vossa paz”. Imagens que dialogam com sua fé e com sua história. Mais do que convidado, ele se sente parte dessa construção, tendo acompanhado e incentivado a presença da arte no espaço ao longo dos anos.
Além dos murais individuais, os quatro artistas também se uniram em uma obra coletiva, reforçando, na prática, o espírito do tema deste ano: a construção conjunta da paz.
Até a próxima edição, em 2027, quem subir até o Convento da Penha encontrará pelo caminho não apenas um muro pintado, mas histórias de artistas locais, de fé, de memória e de pertencimento. E talvez, entre uma subida e outra, encontre também um pouco de si refletido nas cores que agora habitam esse percurso sagrado.
A Festa da Penha 2026, com o tema “Fazei de nós instrumentos da paz”, é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação dos Amigos das Obras Franciscanas. A Festa é realizada com apoio institucional da Prefeitura Municipal de Vila Velha.
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