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Paulinho Moska participa do show da artista portuguesa Marisa Liz, domingo em VV

marcelo

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Paulinho Moska participa do show da artista portuguesa Marisa Liz, domingo em VV
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A apresentação da cantora e compositora pop portuguesa Marisa Liz no Festival Delírio Tropical, marcada para este domingo, 25 de janeiro, às 19h30, na orla de Itapoã, na Arena de Verão de Vila Velha, terá uma participação de peso: Paulinho Moska, seu parceiro musical, subirá ao palco como convidado, marcando um encontro que reflete a forte conexão da artista com a música brasileira.

Um dos nomes mais populares da atual cena portuguesa, Marisa Liz – que já gravou canções de Rita Lee e Tim Maia – fará sua estreia em palcos brasileiros, em um momento decisivo de sua trajetória. Ela prepara um novo álbum de estúdio, previsto para este ano, desenvolvido a partir de um writing camp realizado no Brasil, que deu origem a parcerias com o próprio Moska, além de outros nomes brasileiros, como Paulo Mendonça e Fred Martins.

O show integra as ações da Mostra Portugal Contemporâneo no Brasil, uma iniciativa do Arte Institute, organização sediada em Nova York que promove o intercâmbio cultural entre Brasil e Portugal por meio de uma programação multidisciplinar, e também conta com o apoio da Câmara Municipal de Cascais e da AUDIOGEST, que estabelece parcerias estratégicas para fortalecer o ecossistema musical e criar novas pontes entre Portugal e o mundo.

Além de Marisa, a multiartista portuguesa Surma também estará na programação do Delírio Tropical, no dia 30 de janeiro, se apresentando no espaço A Selva. Vinda da cidade de Leiria, ela apresentará ao público brasileiro um universo sonoro singular, em que eletrônica, jazz, experimentação e uma forte identidade estética se cruzam. O show de Surma contará com o apoio da Câmara Municipal de Leiria.

Diversidade
A sétima edição do Festival Delírio Tropical movimenta a estação mais quente do ano com uma programação gratuita repleta de música, inclusão e diversidade, entre 21 de janeiro e 1º de fevereiro, na Arena de Verão de Vila Velha. Ao todo, o festival reúne mais de 80 atrações e 100 horas de shows de artistas regionais do Brasil e do exterior,

O festival tem patrocínio da Aegea Saneamento, Supermercados Carone, Vports, Cartões BB, Banco do Brasil e Vale; apoio da ES Gás, Farmácia Mônica, Loga, RHI e Arte Institute de Portugal, TVE-ES e Espírito Santo FM 89.1; e o apoio institucional da Prefeitura Municipal de Vila Velha. A realização é da Puri Produções, gzz.art e Ministério da Cultura – Governo Federal, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

23/01 – Sexta-feira
16h – DJ Renato Costa
16h30 – Luiza Pastore e Gastação Infinita
17h30 – DJ Renato Costa
17h50 – Melton Sello
18h50 – DJ Renato Costa
19h15 – André Prando
20h30 – DJ Renato Costa
21h – Java Roots
22h15 – DJ Renato Costa
23h – Pé do Lixo

24/01 – Sábado
9h – DJ Sista Ilu
10h – Banda de Congo Tambor Jacaranema
11h – Já Gamei convida SambAdm
13h – Bloco Balança Penha
14h – Lambuza convida Pedro Perez
15h30 – DJ Sista Ilu
16h – Sheep Parafina convida Intóxicos
17h30 – DJ Sista Ilu
18h – Kanabaus convida Dub’s Ruy
19h30 – DJ Sista Ilu
20h – Luau do Abreu (convida Isa Cruz, Saulin e Mariana Coelho)
22h – DJ Sista Ilu
22h30 – Xá da Índia especial Bailinho do Ben

25/01 – Domingo
10h30 – Banda de Congo Beatos de São Benedito
11h – Clube do Samba
13h30 – Mocidade Unida da Glória (MUG)
14h30 – DJ Zappie
15h – Frazão convida Sambasoul
16h30 – DJ Zappie
17h – Andrea Nery
19h – DJ Zappie
19h30 – Marisa Liz part. especial Paulinho Moska
20h30 – DJ Zappie
21h – Cachorro Caramelo
22h30 – DJ Zappie

27/01 – Terça-feira
16h – Cortejo animado com Palhaço Passarim e os mascotes da AEGEA
18h – Tina Show
20h – Gato Galáctico
21h30 – Banda de Congo Raízes

28/01 – Quarta-feira
16h – Cortejo animado com Palhaço Passarim e os mascotes da AEGEA
18h – Macakids
20h – Turma Tube
21h30 – Banda de Congo Mestre Alcides

29/01 – Quinta-feira
17h – DJ Tuzzão
18h15 – Bruno Caliman convida Nano Vianna
19h30 – DJ Tuzzão
20h – Saulo Simonassi convida Dona Fran
21h30 – DJ Tuzzão
22h – Big Bat Blues Band – Show especial 20 anos “Todo dia é dia de blues”

30/01 – Sexta-feira
16h – DJ Charles JR.
16h30 – Estado de Sítio (especial 25 anos)
17h30 – DJ Charles JR.
17h50 – Metteoro especial Mangue Beat
19h20 – DJ Charles JR.
19h40 – Whatever Happened to Baby Jane convida Roberta de Razão
20h40 – DJ Charles JR.
21h – Muddy Brothers
22h30 – DJ Charles JR.
23h – Mukeka di Rato (turnê do novo álbum “Generais de Fralda”)

31/01 – Sábado
9h – DJ Relima
10h30 – Bloco Oitentação
11h30 – Regional da Nair
14h – Ada Koffi Mar de Dentro
15h30 – DJ Relima
16h – Fábio Carvalho convida Caju
17h30 – DJ Relima
18h – Mais Astral (gravação de DVD)
20h – DJ Relima
20h30 – Marcos Bifão convida Alexandre Borges
21h45 – DJ Relima
22h15 – Beto Kauê

01/02 – Domingo
9h – DJ Anacá
10h – Siri de Tamanco
11h – Mega Roda de Samba com Explosão do Pagode, CHOPPSAMBA, Samba Sim e Opção de Pagode
13h30 – Mariana Coelho convida Bella Mattar
15h – Samba Crioulo
17h – DJ Anacá
17h30 – Dallas Country
19h – DJ Anacá
19h30 – Macucos especial Timbamarley
21h30 – DJ Anacá

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Carnaval de Congo de Roda D’Água já te programação em homenagem à padroeira do ES

marcelo

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Carnaval de Congo de Roda D'Água já te programação em homenagem à padroeira do ES
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O Carnaval de Congo de Máscaras de Roda D’Água já está chegando! A festa acontece na segunda-feira (13), dia de Nossa Senhora da Penha, das 8h às 18h, no Campo do América, na Estrada de Roda D’Água, e terá entrada gratuita. A programação conta com cortejo, show e um grande encontro de bandas de Congo de todo o Estado.

O evento é promovido pela Associação de Bandas de Congo de Cariacica e em parceria com a Prefeitura do município. A festividade começa com a concentração das bandas e tem a saída do cortejo até o Campo do América, área principal do carnaval, com cânticos sendo entoados sob sons de tambores e casacas, em homenagem à Nossa Senhora da Penha.

Confira a programação:

– 8h: Início da concentração das bandas de congo na Casa do Congo de Mestre Tagibe
– 9h40: Saída do cortejo da Casa de Mestre Tagibe para o local do evento, campo do América
– 10h30: Celebração Congueira e benção do Carnaval de Congo no Campo do América
– 12h: Show da Banda Cia Cumby.
– 13h30: Show Afrocongobeat – Música e Ancestralidade, com Fábio Carvalho
– 14h30: Encontro de Bandas de Congo
– 18h: Encerramento com o canto tradicional “Iaiá você vai à Penha” e show pirotécnico

Serviço:Data: 13 de abril (segunda-feira)
Horário: Das 8h às 18h
Local: Estrada de Roda D’Água, s/nº, Campo do América, Roda D’Água

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Quatro artistas levam grafite e fé para a subida do Convento da Penha

marcelo

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Quatro artistas levam grafite e fé para a subida do Convento da Penha
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Entre os passos de fé e as orações dos devotos que estão subindo a ladeira do Convento da Penha, a arte urbana é mais um instrumento de inspiração. O muro da subida recebeu o trabalho de quatro artistas capixabas: Fred Farias, Anderson Moska, Alexandra Baum e Cláudio Tripa. Juntos, eles traduziram em imagens o tema da festa deste ano: “Fazei de nós instrumentos da paz”.

A intervenção artística acompanha o calendário da Festa da Penha 2026, que começou nesse domingo (5) e segue até o dia 13 de abril. Considerada a terceira maior celebração mariana do Brasil, dedicada a Nossa Senhora da Penha, padroeira do Espírito Santo, a Festa da Penha terá mais de 50 missas, 14 romarias e uma série de manifestações religiosas e culturais.

“O caminho até o Convento sempre foi um espaço de oração e reflexão, e a presença desses artistas amplia essa experiência. A arte tem a capacidade de tocar quem passa, de chamar um olhar mais atento e de ajudar cada pessoa a viver esse percurso de forma profunda. É um encontro entre fé, cultura e vida”, destaca o guardião do Convento da Penha, Frei Gabriel Dellandrea.

Os artistas

Fred Farias, artista visual ligado à cultura Hip Hop, levou para o espaço a alegria como expressão de fé e a defesa dos direitos humanos. Anderson Moska, grafiteiro com mais de 20 anos de trajetória e passagens por diversos países, propôs a força da arte urbana para dialogar com a espiritualidade. Alexandra Baum, a Alex, traduz em suas obras a essência feminina, a maternidade e a conexão com a natureza. Já Cláudio Tripa, artista com forte ligação com o Convento, é conhecido por levar a imagem do local para diferentes partes do mundo.

Estudante de Serviço Social, Fred Farias é artista visual e grafiteiro e encontrou na cultura hip-hop seu ponto de partida. Leva para o muro muito mais do que tinta: carrega em sua arte a defesa dos direitos humanos e a força das raízes canela-verde. Crescido entre manifestações populares e religiosas, como a romaria dos conguistas, Fred transforma sua memória afetiva em expressão. Em seu mural, a fé surge leve, quase sorrindo.

Inspirado nos ensinamentos do Papa Francisco e na oração de São Tomás Moro, ele pintará a imagem do pontífice que nos deixou em 2025 e a frase “Concede-me a graça de compreender os sorrisos, para que conheça na vida um pouco de alegria”.

Com mais de duas décadas dedicadas ao grafite, Anderson Moska traz na bagagem não só a vivência das ruas, mas também experiências que atravessaram fronteiras. De Cachoeiro de Itapemirim para o mundo, sua arte já passou por países como Uruguai, Argentina, Chile, México e Senegal. Agora, encontra no Convento um novo território de diálogo.

Para Moska, pintar esse muro é mais do que um trabalho, é uma honra. Sua arte retrata a imagem de São Francisco de Assis envolto por pássaros, trazendo à cena valores como paz, amor à natureza e simplicidade, criando um encontro simbólico entre a arte urbana e a devoção.

Ao retratar São Francisco de Assis envolto por pássaros, a obra leva ao público valores como paz, amor à natureza e simplicidade, criando um encontro simbólico entre a arte urbana e a devoção.

A sensibilidade de Alexandra Baum, a Alex, também ganha forma nesse percurso. Autodidata, começou a desenhar ainda na infância e nunca mais parou. Em suas obras, a essência feminina pulsa em profunda conexão com a natureza, seus ciclos e, mais recentemente, com a maternidade. No muro, ela assina uma obra que traduz o amor de mãe como extensão da fé, num elo invisível que acolhe, protege e sustenta. No centro da composição, o Convento da Penha.

Em sua obra, à direita, Nossa Senhora com o Menino Jesus no colo; à esquerda, mãos em posição de oração. Sobre tudo, pássaros cruzam um céu azul, costurando a cena com leveza e espiritualidade. Em tempos de tantas tensões, Alex reconhece na proposta da festa uma mensagem urgente: a paz como prática cotidiana – que ultrapassa crenças e se fortalece no respeito e na convivência.

Já Cláudio Tripa tem uma relação que vai além da arte e se aproxima de uma devoção cotidiana. Autodidata, começou pintando pranchas de surf aos 15 anos e hoje mistura técnicas, materiais e inspirações. Frequentador assíduo do Convento, onde vai rezar quase todos os dias, construiu uma trajetória profundamente ligada à imagem do local. Seus quadros com o Convento da Penha já cruzaram oceanos e hoje estão espalhados pelos quatro cantos do mundo.

No muro, Tripa retorna às origens e vai retratar São Francisco, a cruz, os animais e a frase símbolo do santo católico: “Senhor, fazei-me instrumento de Vossa paz”. Imagens que dialogam com sua fé e com sua história. Mais do que convidado, ele se sente parte dessa construção, tendo acompanhado e incentivado a presença da arte no espaço ao longo dos anos.

Além dos murais individuais, os quatro artistas também se uniram em uma obra coletiva, reforçando, na prática, o espírito do tema deste ano: a construção conjunta da paz.

Até a próxima edição, em 2027, quem subir até o Convento da Penha encontrará pelo caminho não apenas um muro pintado, mas histórias de artistas locais, de fé, de memória e de pertencimento. E talvez, entre uma subida e outra, encontre também um pouco de si refletido nas cores que agora habitam esse percurso sagrado.

A Festa da Penha 2026, com o tema “Fazei de nós instrumentos da paz”, é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação dos Amigos das Obras Franciscanas. A Festa é realizada com apoio institucional da Prefeitura Municipal de Vila Velha.

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Com homenagem a mestre Ciça, Viradouro é campeã e conquista o 4º título no Carnaval do Rio

marcelo

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Com homenagem a mestre Ciça, Viradouro é campeã e conquista o 4º título no Carnaval do Rio
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A Unidos do Viradouro é a grande campeã do Carnaval 2026 do Rio de Janeiro. É a quarta vez que a escola conquista o título na Marquês de Sapucaí desde que foi fundada, em 1946.

A escola emocionou ao levar para a avenida o enredo “Pra cima, Ciça”, em homenagem ao mestre de bateria que soma 15 anos de história na agremiação.

Na apuração, realizada na tarde desta quarta-feira (18) na Marquês de Sapucaí, a agremiação teve notas perfeitas em todos os quesitos e totalizou 270 pontos, apenas 0,1 ponto à frente de Beija-Flor e Vila Isabel.

A Viradouro é uma escola de samba de Niterói, mas há muitos anos participa do Carnaval na cidade do Rio. Possui três títulos de campeã do Grupo Especial, conquistados nos anos de 1997, 2020 e 2024.

Na última vez em que foi campeã, a agremiação fez um desfile tecnicamente perfeito ao levar para a Sapucaí o enredo “Arroboboi, Dangbé”, sobre o culto vodum às serpentes.

Durante a apuração do Grupo Especial, a torcida da Unidos do Viradouro tomou a Cidade do Samba e fez festa a cada nota 10 anunciada para a escola de Niterói.

Assim que o locutor anuncia a pontuação máxima, o espaço em vermelho e branco explodia em gritos e bandeiras agitadas. Um coro puxava o ritmo da comemoração: “Olê, olê, olê, olê, olá… Ciça, Ciça!”.

Terceira a desfilar na madrugada de terça-feira (17), segundo dos três dias de apresentações do Grupo Especial do Rio, a Viradouro emocionou a Sapucaí.

Com homenagem a Ciça, mestre da bateria da própria escola, que também teve passagens pela Estácio de Sá, Unidos da Tijuca, Grande Rio e União da Ilha, a escola reuniu mestres de bateria de outras agremiações em uma alegoria. Selminha Sorriso e Claudinho, há 30 anos na Beija-Flor, desfilaram como destaque. A porta-bandeira e o mestre-sala estavam ao lado de Ciça, em 1992, pela Estácio, quando ela foi campeã naquele ano.

O ponto mais alto da noite foi quando a Viradouro recriou a ação inovadora do desfile de 2007, do carnavalesco Paulo Barros, ao levar toda a bateria sobre um carro. Ciça subiu a escadaria que levava ao topo da alegoria de mãos dadas com Juliana Paes, rainha de bateria há 20 Carnavais.

“Eu acho que posso morrer feliz”, disse Paulo Barros. O carnavalesco desfilou em outro carro, intitulado Jogada de Mestre, chorando e acenando ao público presente.

CLASSIFICAÇÃO FINAL DO CARNAVAL RIO 2026

1º – Viradouro – 270

2º –  Beija-Flor – 269,9

3º –  Vila Isabel – 269,9

4º –  Salgueiro – 269,7

5º –  Imperatriz Leopoldinense 269,4

6º –  Mangueira – 269,2

7º –  Unidos da Tijuca – 268,7

8º –  Grande Rio – 268,7

9º –  Tuiuti – 268,5

10º –  Portela – 267,9

11º –  Mocidade – 267,4

12º –  Acadêmicos de Niterói – 264,6

O carro que levou a bateria tinha um enorme coração na frente que, ao brilhar, mostrava a silhueta de uma caveira, apelido de Ciça. Ao final do desfile, foi realizada uma paradinha, e os surdos da bateria simulavam o batimento cardíaco. O público cantou os versos do enredo da escola: “Se for para morrer, que seja do samba”.

“Sou enredo no maior Carnaval do mundo. A emoção é triplicada, um momento único da minha vida”, afirmou Ciça.

Durante o desfile, Ciça participou da comissão de frente e, depois, trocou de roupa para levar a bateria do recuo.

Outro destaque da escola foi o abre-alas, com um enorme leão que rugia, além de patas e cabeça móveis e uma coroa giratória. A alegoria, de 15 metros, simbolizava a Estácio de Sá.

Com 12 mil lâmpadas de LED, o carro representava a favela que virava tambores; nas janelas, telas mostravam sambistas como Dominguinhos do Estácio e Luiz Melodia.

Uma ala tinha 50 mulheres fantasiadas de Luma de Oliveira, recriando a fantasia que ela usou com uma coleira com o nome do então marido. No desfile deste ano, a coleira tinha o nome de Ciça.

A Viradouro recebeu penalidade por excesso de pessoas com camisetas nas laterais e na parte da frente da escola durante o desfile. A punição foi apenas financeira, sem desconto de pontos na apuração.

Com homenagem a mestre Ciça, Viradouro é campeã e conquista o 4º título no Carnaval do Rio
Mestre Ciça e Juliana Paes – Foto: reprodução

TODAS AS CAMPEÃS DO CARNAVAL DO RIO DE JANEIRO

Portela – 22 títulos

Mangueira – 20

Beija-Flor – 15

Salgueiro – 9

Império Serrano – 9

Imperatriz Leopoldinense – 9

Mocidade Indep. de Padre Miguel – 6

Unidos da Tijuca – 4

Viradouro – 4

Vila Isabel – 3

Unidos da Capela – 2

Estácio de Sá – 1

Prazer da Serrinha – 1

Vizinha Faladeira – 1

Recreio de Ramos – 1

Acadêmicos do Grande Rio – 1

Fonte: Liesa (Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro)

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – ALÉXIA SOUSA

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