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Segurança

DHPP de Linhares intensifica buscas por suspeito de homicídio ocorrido em motel da cidade

marcelo

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DHPP de Linhares intensifica buscas por suspeito de homicídio ocorrido em motel da cidade
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A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Linhares, está realizando diligências para localizar e prender um homem de 25 anos, investigado pelo homicídio de Romildo de Jesus da Silva, de 57 anos, ocorrido no dia 20 de setembro de 2025, em um motel no município de Linhares.

De acordo com as investigações, a vítima estava no estabelecimento quando recebeu a visita do suspeito. “Após algum tempo, funcionários relataram ter ouvido barulhos intensos vindos da suíte, indicando possível briga e agressões. Ao se dirigirem ao local e questionarem o que ocorria, o investigado saiu correndo do quarto, pulou o muro do estabelecimento e fugiu. Ao entrarem na suíte, os funcionários encontraram a vítima já sem vida, com lesões pelo corpo, sinais de estrangulamento e uma toalha enrolada no pescoço”, disse o chefe da 16ª Delegacia Regional de Linhares, delegado Fabrício Lucindo. 

De acordo com o delegado, as apurações indicam que a vítima chegou ao motel sozinha, em um veículo de aplicativo, sendo posteriormente visitada pelo suspeito, que seguiu diretamente ao quarto. Pouco tempo depois, o crime foi consumado.

“A motivação do homicídio ainda está sendo investigada, podendo estar relacionada a desentendimentos envolvendo drogas, questões de natureza pessoal ou uma combinação de ambos os fatores. O suspeito tem antecedentes por crimes como tráfico de drogas, receptação e roubo, e segue foragido”, disse Lucindo.

A Polícia Civil solicita a colaboração da população. Informações sobre o paradeiro do investigado podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque-Denúncia 181, que agora dispõe de três canais: por telefone, basta discar 181; pelo computador, o site é www.disquedenuncia181.es.gov.br; pelo WhatsApp, basta mandar uma mensagem para o número 27 99253-8181 e seguir o passo a passo do atendimento virtual. Em todos os canais, o anonimato é garantido e todas as informações fornecidas são investigadas.  

Assessoria de Comunicação Polícia Civil
Comunicação Interna – (27) 3198-5832 / 3198-5834

Informações à Imprensa:

(27) 3636-1536 / (27) 99846-1111 / (27) 3636-1574 / (27) 99297-8693
   

Fonte: Polícia Civil – ES

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Segurança

Duas mulheres são mortas a tiros por policial militar surtado em Cariacica

Uma delas morreu ainda no local, na Rua São Domingos. Já a segunda até foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu.

marcelo

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Crime e registrado no bairro Cruzeiro do Sul 1000x582
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Duas mulheres, que eram casadas, foram mortas a tiros na manhã desta quarta-feira (08), no bairro Cruzeiro do Sul, em Cariacica, após uma discussão com a ex-mulher de um policial militar. O autor dos disparos é o PM, que é cabo na corporação.

Segundo informações, as vítimas foram identificadas como Franciele e Daiane. Uma delas morreu ainda no local, na Rua São Domingos. Já a segunda até foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu.

Em entrevista, a ex-mulher do policial militar relatou que há pelo menos dez meses havia conflitos recorrentes com as duas vizinhas. O motivo das discussões não foi divulgado.

“Há alguns dias elas vêm me testando, me provocando, falando se eu quero morar em outro lugar, para sair daqui porque a casa não é minha”, disse a ex-mulher do PM.

Nesta quarta-feira, ela alegou que Franciele e Daiane foram novamente até o portão de sua casa e passaram a insultá-la. Durante a discussão, as duas também teriam ofendido o filho da moradora, que tem 8 anos e é autista. O menino é filho do PM

Diante da situação, a ex-mulher do policial discutiu com as vizinhas e, em seguida, entrou em contato com o ex-marido, que estava em serviço.

“Eu estava no meu limite. Elas estavam falando que o ‘capeta’ do meu filho não é autista, porque ele estava jogando bola. Eu desci com uma faca e juntaram as duas, me jogaram no muro me batendo e agredindo. Me machucaram. Eu falei que não ia agir mais. Subi, liguei para o meu ex-marido, falei que precisava de duas viaturas”, relatou.

O cabo foi para o endereço em uma viatura. Ao ver o policial no local, segundo a ex-mulher, Franciele e Daiane partiram para cima. Nesse momento, o cabo da PM fez os disparos.

Na hora que meu ex-marido entrou no portão, e ele já ia subindo, eu falei que elas estavam na rua, estavam lá embaixo. Nesse momento, uma delas foi para cima do meu ex-companheiro e ele na mesma hora sacou a arma e começou a atirar.

Moradora, ex-mulher do PM

Equipes das polícias Civil e Militar estiveram no local. A reportagem demandou as corporações para mais informações do crime e a matéria será atualizada assim que as respostas foram enviadas. Não há informações, neste momento, se o cabo da PM foi detido.

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Segurança

Grupo ligado ao CV que lavou R$ 20 milhões com fintechs é alvo de operação

Outros cinco mandados de prisão foram cumpridos em presídios, sendo dois no Espírito Santo, um em Minas Gerais, um no Rio e outro na Bahia.

marcelo

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Grupo ligado ao CV que lavou R$ 20 milhões com fintechs é alvo de operação
Grupo movimentou mais de R$ 20 milhões por meio de plataformas financeiras digitais para lavar dinheiro do tráfico de drogas • Ministério Público da Bahia
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Uma operação integrada das forças de segurança da Bahia mira, nesta quarta-feira (8), uma organização criminosa ligada ao CV (Comando Vermelho) com atuação no extremo sul do estado e ramificações em outras unidades da federação.

Segundo as investigações, o grupo movimentou mais de R$ 20 milhões por meio de fintechs para lavar dinheiro do tráfico de drogas. 

Batizada de Operação Vento Norte, a ação reúne a Polícia Civil e o Ministério Público da Bahia, por meio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas), e cumpre mandados de prisão temporária e de busca e apreensão expedidos pela Justiça.

Sete pessoas foram presas temporariamente, entre elas um vereador da cidade de Guaratinga (BA), de 38 anos, que também foi autuado em flagrante por posso ilegal de arma de fogo. Outros cinco mandados de prisão foram cumpridos em presídios, sendo dois no Espírito Santo, um em Minas Gerais, um no Rio e outro na Bahia.

As diligências ocorrem principalmente nos municípios de Eunápolis e Guaratinga, na Bahia, além de medidas simultâneas nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Ao todo, também foi determinado o bloqueio de cerca de R$ 3,8 milhões em ativos financeiros ligados aos investigados, atingindo 26 contas bancárias.

De acordo com a Polícia Civil da Bahia, o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de funções e hierarquia definida, tendo como principais atividades o tráfico de drogas, a lavagem de dinheiro e a associação criminosa. Há ainda indícios de envolvimento em crimes violentos.

Os investigadores apontam que a organização utilizava contas bancárias e plataformas financeiras digitais, as chamadas fintechs, para movimentar recursos de origem ilícita. Em apenas uma dessas instituições, foi identificada a movimentação superior a R$ 20 milhões.

Segundo o Ministério Público, o bloqueio dos valores e das contas foi autorizado com o objetivo de interromper o fluxo financeiro do grupo, preservar provas e ampliar a efetividade das investigações.

Cerca de 70 policiais civis participam da operação, coordenada pela 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior.

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Segurança

DHPP de Vila Velha conclui inquérito sobre homicídio em Cobi de Baixo

marcelo

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Polícia Civil conclui inquérito sobre homicídio de policial militar em Vila Velha
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A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha, concluiu o inquérito policial que apurou o homicídio de Halison Vieira, conhecido como “Deblon”, de 45 anos, ocorrido no dia 21 de janeiro de 2025, no bairro Cobi de Baixo, em Vila Velha.

De acordo com as investigações, a vítima, que era comerciante e atuava com ferro-velho e aluguel de imóveis na região, foi assassinada com diversos disparos de arma de fogo, vindo a óbito ainda no local, nas proximidades da linha férrea.

Segundo o adjunto da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha, delegado Cleudes Júnior, a autoria do crime foi identificada como sendo um homem de 30 anos. “Uma testemunha ocular relatou que o suspeito chegou ao local exaltado, afirmando que faria uma ‘cobrança’. Momentos depois, ao encontrar a vítima, apresentou um vídeo no qual uma adolescente alegava ter sido vítima de abuso sexual pela vítima do homicídio, Halison Vieira”, explicou o delegado.

Ainda de acordo com o delegado, o suspeito exigiu explicações, mas, sem dar oportunidade de defesa à vítima, efetuou diversos disparos de arma de fogo. “As investigações indicaram que a motivação do crime estaria relacionada a esse suposto abuso. No entanto, apesar das diligências realizadas, não conseguimos identificar a suposta vítima nem confirmar a veracidade da acusação. Também não foram encontrados registros ou antecedentes da vítima relacionados a crimes de natureza sexual”, disse.

Segundo o delegado Cleudes Júnior, o homem de 30 anos, apontado como autor do homicídio, era conhecido das forças de segurança por envolvimento com o tráfico de drogas e outros crimes na região da Grande Cobi. “Ele foi assassinado no dia 25 de fevereiro de 2025, no bairro Cobi de Cima, também por disparos de arma de fogo. A DHPP instaurou inquérito para apurar a morte dele, que segue em investigação. A polícia não descarta que o homicídio possa estar relacionado ao crime anterior, mas outras hipóteses, como disputas pelo tráfico de drogas, também são consideradas”, contou.

Assim, o inquérito policial foi concluído com a devida indicação de autoria e motivação. Contudo, em relação ao autor, operou-se a extinção da punibilidade em razão de seu falecimento. Diante disso, o Poder Judiciário decretou a extinção da punibilidade, nos termos do artigo 107 do Código Penal. Em razão desse fato, o inquérito foi relatado com pedido de arquivamento, considerando a impossibilidade de prosseguimento da persecução penal.


Fonte: Polícia Civil – ES

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