Conecte-se Conosco

Economia

Cliente feliz não troca de fornecedor! Aprenda sobre Customer Success em curso gratuito do Sebrae

marcelo

Publicado

em

Cliente feliz não troca de fornecedor! Aprenda sobre Customer Success em curso gratuito do Sebrae
COMPARTILHE ESTA MATÉRIA

Você pode ter um ótimo produto, preço justo e até divulgação nas redes sociais. Mas se o cliente não sai satisfeito, dificilmente ele volta. É aí que entra o Customer Success, uma estratégia com foco no cliente e que agora é tema de um curso completo do Sebrae, pensado especialmente para micro e pequenos empreendedores.

O curso “Customer Success: como conquistar e manter clientes” vai além do conceito. Em 10 horas de conteúdo prático, o empreendedor aprende como medir a satisfação dos clientes, acompanhar resultados e até calcular o retorno do investimento feito para melhorar a experiência do consumidor.

Apesar do nome em inglês, o significado é simples: sucesso do cliente. O objetivo é garantir que quem compra de você tenha a melhor experiência possível, desde o primeiro contato até o pós-venda. Segundo o gerente de Gestão de Soluções do Sebrae Nacional, Eduardo Curado, investir nessa estratégia é decisivo para quem quer crescer de forma sustentável.

Manter os clientes fiéis e satisfeitos é um grande desafio, mas também é um fator de sucesso dos negócios. O sucesso do cliente se refere à busca em oferecer excelência na experiência do consumidor e, assim, aumentar a satisfação e fidelizar esses clientes. Em um mercado cada vez mais competitivo, atender bem deixou de ser diferencial. Virou regra do jogo.

Eduardo Curado, gerente de Gestão de Soluções do Sebrae Nacional.

Para quem é o curso?

O conteúdo foi pensado para quem vive o dia a dia do negócio e precisa de soluções práticas. Ele é indicado para:

  • Microempreendedores individuais (MEI)
  • Donos de micro e pequenas empresas
  • Artesãos
  • Empreendedores que querem se destacar pela experiência do cliente

De acordo com Eduardo, o conteúdo conversa diretamente com a realidade desses negócios. “A formação é indicada para empreendedores interessados em melhorar a competitividade dos seus negócios ao ofertar as melhores experiências para seus clientes. Ele traz conteúdos, exemplos e práticas para ajudar os empreendedores a alcançarem um alto nível de atendimento”, explica.

O empreendedor carioca Robson Bernardo fez o curso no final do ano passado e já aprendeu lições valiosas para aplicar em 2026. Dono de um pequeno negócio de produtos naturais, ele conta que o conteúdo apresentou muitos pontos que ele não conhecia.

“Foi muito importante para mim, porque consegui colocar em prática técnicas que ajudaram a melhorar nossas vendas na Brasil Vida. Também aprendi que investir em Customer Success fortalece a fidelização dos clientes, diminui a perda e impacta diretamente no aumento da receita”, explica.

Crédito: Divulgação

O que você vai aprender?

O curso é dividido em seis módulos, que conduzem o empreendedor do conceito à prática. Nos primeiros conteúdos, o participante compreende a importância dessa estratégia e como ela coloca o cliente no centro das decisões.

Na sequência, o conteúdo avança para a prática e apresenta os principais benefícios do Customer Success. Para isso, ensina o passo a passo da estratégia com o envolvimento da equipe e mostra como acompanhar resultados por meio de métricas, indicadores e cálculos de retorno sobre o investimento.

Para Eduardo Curado, esse é um dos grandes diferenciais do curso. “Trazemos uma abordagem ampla do sucesso do consumidor desde a importância e os benefícios dessa estratégia até a implementação. Além disso, ao final o participante recebe um certificado gratuito, disponível diretamente no portal do Sebrae”, reitera.

Se você é MEI ou pequeno empreendedor e quer parar de perder clientes para a concorrência, o curso “Customer Success: como conquistar e manter clientes” é um ótimo ponto de partida.

Fonte: Agência Sebrae – ES

COMPARTILHE ESTA MATÉRIA
Continue lendo
Clique para comentar

Responder

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Proposta de subsídio ao diesel importado tem adesão de 25 estados

marcelo

Publicado

em

Proposta de subsídio ao diesel importado tem adesão de 25 estados
COMPARTILHE ESTA MATÉRIA

Das 27 unidades da Federação, apenas duas não aderiram à proposta de subsídio de R$ 1,20 ao diesel importado, informou nesta tarde o Ministério da Fazenda. A medida, que integra o pacote para segurar a alta dos combustíveis, terá o custo dividido igualmente entre a União e os estados que aceitaram o acordo.

A pasta não divulgou as duas unidades federativas que não aderiram. Em entrevista coletiva, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que está conversando com os governos estaduais para tentar convencê-los a entrar no acordo.

  • Pacote para conter alta dos combustíveis inclui subsídios e isenções.
  • Governo eleva imposto do cigarro para bancar querosene e biodiesel.

De caráter temporário e excepcional, a proposta prevê um subsídio total de R$ 1,20 por litro de diesel importado por dois meses. O custo será dividido igualmente entre o governo federal e os estados, com R$ 0,60 arcados pela União e os outros R$ 0,60 pelas unidades da federação.

A medida, informou a Fazenda, terá custo de R$ 4 bilhões: R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para as unidades da Federação. Até a semana passada, a pasta informava que a medida custaria R$ 3 bilhões nos dois meses em que vigorará.

Na semana passada, o Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) informou que a participação dos estados será proporcional ao volume de diesel consumido em cada região, embora os critérios específicos ainda estejam em definição.

A adesão é voluntária. As cotas dos estados que optarem por não participar não serão redistribuídas entre os demais, preservando a autonomia das unidades federativas.

Produtores nacionais

Além do subsídio ao diesel importado, o governo anunciou nesta segunda-feira (6) um subsídio de R$ 0,80 por litro de diesel produzido no Brasil. Também prevista para vigorar por dois meses, a ajuda custará R$ 6 bilhões (R$ 3 bilhões mensais), mas nesse caso o custo será totalmente bancado pelo governo federal.

Fonte: Agência Brasil

COMPARTILHE ESTA MATÉRIA
Continue lendo

Economia

Preço médio do self-service por quilo chega a R$ 86,86 em São Paulo

marcelo

Publicado

em

Preço médio do self-service por quilo chega a R$ 86,86 em São Paulo
COMPARTILHE ESTA MATÉRIA

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (6) pelo Procon-SP mostra forte variação de preços em restaurantes do tipo self-service considerando as diferentes regiões da capital paulista.

No sistema cobrado por quilo, o preço médio ficou em R$ 86,86 em fevereiro de 2026. Os valores oscilam entre R$ 79,49 e R$ 94,36, respectivamente, nas zonas norte e oeste, com diferença de 18,7%.

  • Mercado eleva previsão da inflação para 4,36% este ano.
  • Estudo aponta fatores estruturais para inflação de alimentos no Brasil.

Na modalidade de preço fixo, o valor médio ficou em R$ 58,91. Na região norte, a média é de R$ 36,74, enquanto na sul chega a R$ 71,39 (variação de 94,3%).

Com preço médio de R$ 38,65, o prato feito do dia teve variação entre R$ 32,47, na zona norte, e R$ 44,85, na zona oeste, com diferença de 38,13%.

Já o prato executivo de frango variou entre R$ 35,11 e R$ 51,31 (46,14%), com valor médio de R$ 42,98.

O levantamento analisou 350 estabelecimentos distribuídos pelas cinco regiões do município, com dados coletados em fevereiro.

A pesquisa também indica que a maioria dos estabelecimentos oferece mais de um tipo de refeição, o que amplia as opções para o consumidor.

O Procon-SP recomenda, no entanto, que é preciso ter atenção na comparação de preços e na escolha conforme o custo-benefício.

Comparativos

O Procon-SP explica que, no caso de self-service por quilo, foi possível fazer comparações de preços entre aqueles estabelecimentos do município de São Paulo comuns a todos os levantamentos feitos desde 2020.

Dessa forma, a amostra foi constituída por 51 estabelecimentos. Na série histórica, considerando os mesmos restaurantes ao longo do tempo, o preço médio do self-service por quilo chegou a R$ 91,21 em fevereiro de 2026.

O valor representa um aumento de 2,37% em comparação a outubro de 2025, quando o preço médio era de R$ 89,10. 

Em relação a janeiro de 2020, o preço médio teve variação positiva de 65,93%, acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do mesmo período (40,23%).

O preço do prato feito também apresentou aumento médio. Considerando estabelecimentos investigados nos três levantamentos (fevereiro de 2025, outubro de 2025 e fevereiro de 2026), é possível fazer a comparação dos preços em 198 estabelecimentos.

Entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026, o valor médio do prato feito teve variação positiva de 1,54%. No acumulado de 12 meses, o índice foi 5,77% maior, superando o percentual inflacionário do período (4,89%).

*Estagiário sob supervisão de Odair Braz Junior

Fonte: Agência Brasil

COMPARTILHE ESTA MATÉRIA
Continue lendo

Economia

Mercado eleva previsão da inflação para 4,36% este ano

marcelo

Publicado

em

Mercado eleva previsão da inflação para 4,36% este ano
COMPARTILHE ESTA MATÉRIA

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,31% para 4,36% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (6), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Em meio às tensões causadas pela guerra no Oriente Médio, a previsão para a inflação deste ano foi elevada, pela quarta semana seguida, mas ainda se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

  • Estudo aponta fatores estruturais para inflação de alimentos no Brasil.
  • Mercado eleva previsão da inflação para 4,31% este ano.
  • Prévia da inflação de março fica em 0,44%, pressionada por alimentos.

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em fevereiro, a alta dos preços em transportes e educação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,7% – aceleração diante do registrado em janeiro (0,33%). No entanto, o IPCA acumulado em 12 meses recuou para 3,81%, abaixo dos 4% pela primeira vez desde maio de 2024.

A inflação de março, já com os possíveis impactos da guerra no Oriente Médio, será divulgada na próxima quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Para 2027, a projeção da inflação subiu de 3,84% para 3,85%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, mês passado, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual. Antes da escalada do conflito no Irã, a expectativa predominante era de um corte de 0,5 ponto.

Em 15% ao ano, a Selic estava no maior nível desde julho de 2006, fixada em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro reuniões seguintes.

Após esse período prolongado de manutenção da taxa, havia indicação de início de um ciclo de redução, entretanto, diante das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio, o BC não descarta rever o ciclo de baixa, caso seja necessário. 

O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 28 e 29 de abril.

Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,75% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,85%.

Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,45.

Fonte: Agência Brasil

COMPARTILHE ESTA MATÉRIA
Continue lendo

MAIS LIDAS

Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com