Segurança
DHPP de Vila Velha conclui inquérito sobre homicídio em Cobi de Baixo

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha, concluiu o inquérito policial que apurou o homicídio de Halison Vieira, conhecido como “Deblon”, de 45 anos, ocorrido no dia 21 de janeiro de 2025, no bairro Cobi de Baixo, em Vila Velha.
De acordo com as investigações, a vítima, que era comerciante e atuava com ferro-velho e aluguel de imóveis na região, foi assassinada com diversos disparos de arma de fogo, vindo a óbito ainda no local, nas proximidades da linha férrea.
Segundo o adjunto da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vila Velha, delegado Cleudes Júnior, a autoria do crime foi identificada como sendo um homem de 30 anos. “Uma testemunha ocular relatou que o suspeito chegou ao local exaltado, afirmando que faria uma ‘cobrança’. Momentos depois, ao encontrar a vítima, apresentou um vídeo no qual uma adolescente alegava ter sido vítima de abuso sexual pela vítima do homicídio, Halison Vieira”, explicou o delegado.
Ainda de acordo com o delegado, o suspeito exigiu explicações, mas, sem dar oportunidade de defesa à vítima, efetuou diversos disparos de arma de fogo. “As investigações indicaram que a motivação do crime estaria relacionada a esse suposto abuso. No entanto, apesar das diligências realizadas, não conseguimos identificar a suposta vítima nem confirmar a veracidade da acusação. Também não foram encontrados registros ou antecedentes da vítima relacionados a crimes de natureza sexual”, disse.
Segundo o delegado Cleudes Júnior, o homem de 30 anos, apontado como autor do homicídio, era conhecido das forças de segurança por envolvimento com o tráfico de drogas e outros crimes na região da Grande Cobi. “Ele foi assassinado no dia 25 de fevereiro de 2025, no bairro Cobi de Cima, também por disparos de arma de fogo. A DHPP instaurou inquérito para apurar a morte dele, que segue em investigação. A polícia não descarta que o homicídio possa estar relacionado ao crime anterior, mas outras hipóteses, como disputas pelo tráfico de drogas, também são consideradas”, contou.
Assim, o inquérito policial foi concluído com a devida indicação de autoria e motivação. Contudo, em relação ao autor, operou-se a extinção da punibilidade em razão de seu falecimento. Diante disso, o Poder Judiciário decretou a extinção da punibilidade, nos termos do artigo 107 do Código Penal. Em razão desse fato, o inquérito foi relatado com pedido de arquivamento, considerando a impossibilidade de prosseguimento da persecução penal.
Fonte: Polícia Civil – ES
Segurança
DEPMA e Bem-Estar Animal de Vila Velha realizam operação contra maus-tratos e posse irregular de aves

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DEPMA), em conjunto com a Gerência de Bem-Estar Animal da Prefeitura Municipal de Vila Velha (PMVV) e com o apoio da Guarda Municipal de Vila Velha (GMVV), deflagrou, nesta terça-feira (07), uma operação voltada ao combate de maus-tratos a animais e à posse irregular de aves silvestres no município. A ação ocorreu nos bairros Cobilândia e Aribiri, em Vila Velha, e apreendeu oito aves.
No primeiro endereço, localizado no bairro Cobilândia, as equipes averiguaram denúncia de maus-tratos envolvendo um cão da raça pitbull, mantido em corrente curta e em condições inadequadas de bem-estar. Durante a fiscalização, foram encontradas quatro aves silvestres mantidas de forma irregular — dois coleiros, um trinca-ferro e um corrupião. O responsável, um homem de 43 anos, assinou um termo circunstanciado (TC) por posse irregular de fauna, com base no artigo 29 da Lei nº 9.605/98. Ele também foi notificado a regularizar, no prazo de 30 dias, as condições do animal doméstico, sob pena de responder criminalmente por maus-tratos.
Na sequência, os agentes se deslocaram até o bairro Aribiri, onde localizaram outras quatro aves — um coleiro, um sabiá, um trinca-ferro e um azulão — mantidas sem a devida autorização. O responsável, de 69 anos, assinou um termo circunstanciado (TC) pelo mesmo crime. Ambos foram liberados após assumirem o compromisso de comparecer em juízo.
De acordo com o delegado Leandro Piquet, responsável pelo Núcleo de Proteção Animal da Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DEPMA), as duas ocorrências resultaram em autuações com base no artigo 29, §1º, inciso III, da legislação ambiental. “A primeira ação teve início a partir de uma denúncia de maus-tratos a um cão. No local, além da irregularidade envolvendo o animal doméstico, encontramos aves silvestres mantidas ilegalmente. Já no segundo endereço, a fiscalização foi direcionada à verificação da posse de aves, onde também constatamos a irregularidade. Ambos os responsáveis foram autuados em flagrante e responderão judicialmente. Por se tratar de crime de menor potencial ofensivo, assinaram termo de compromisso para comparecimento em juízo”, explicou.
O delegado também destacou o caráter educativo e ambiental das ações. “Retirar animais da natureza causa prejuízos ao ecossistema e compromete o equilíbrio ambiental para as futuras gerações. Reforçamos que a criação de aves deve ser feita de forma regular, com registro e anilhamento. Não se trata apenas de fiscalização, mas de conscientização e mudança cultural. Seguiremos atuando de forma firme contra práticas irregulares”, ressaltou.
As aves apreendidas foram encaminhadas para atendimento especializado, onde passarão por avaliação veterinária e processo de reabilitação, com posterior reintegração ao habitat natural, conforme os protocolos ambientais.
Fonte: Polícia Civil – ES
Segurança
Abril Laranja: Espírito Santo avança no combate aos maus-tratos aos animais e reforça importância das denúncias

No mês de conscientização contra os maus-tratos aos animais, o Abril Laranja reforça a importância da mobilização coletiva. No Espírito Santo, o trabalho integrado realizado pelo Núcleo de Proteção Animal da Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DEPMA) com outros órgãos da segurança pública tem apresentado resultados expressivos e consolida o Estado como referência no enfrentamento a esse tipo de crime.
Somente no primeiro trimestre de 2026, o Núcleo de Proteção Animal da Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DEPMA) finalizou 27 procedimentos, com 20 indiciamentos e quatro autuações em flagrante, além de garantir o resgate de 65 animais em situação de risco.
“Os números refletem o fortalecimento das denúncias e da atuação policial no combate aos maus-tratos”, destaca o delegado Leandro Piquet, responsável pelo Núcleo de Proteção Animal da Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DEPMA).
De acordo com o delegado Piquet, o volume de denúncias também demonstra o crescente engajamento da população. De acordo com dados do Disque-Denúncia 181, houve um aumento significativo nos registros: foram 1.021 denúncias no primeiro trimestre de 2024, 1.064 em 2025 e 1.785 em 2026 — um salto expressivo que reflete a confiança da sociedade no canal e o fortalecimento das ações de conscientização.
Além disso, foram registradas 127 ocorrências (Boletim Unificado – BU) no primeiro trimestre deste ano. Somados aos chamados realizados via Disque-Denúncia 181, o Estado contabilizou 1.912 denúncias de maus-tratos no período, o que representa uma média superior a 21 registros por dia.
“Apesar de elevados, os números indicam um avanço importante: mais pessoas estão denunciando, o que possibilita a atuação rápida das forças de segurança e o resgate de animais em situação de vulnerabilidade. Parte desse crescimento está diretamente relacionada às campanhas de incentivo à denúncia, inclusive com a ampliação do acesso ao Disque-Denúncia por meio de aplicativos de mensagens”, explicou o delegado.
Ainda segundo o delegado, a atuação conjunta entre sociedade civil, protetores independentes, organizações não governamentais, prefeituras e forças de segurança tem sido fundamental. “Enquanto voluntários atuam na linha de frente dos resgates, o poder público investe em políticas de prevenção, como campanhas de castração e educação ambiental, e a Polícia Civil intensifica a investigação e responsabilização dos autores. Essa integração tem gerado resultados concretos, fortalecendo a rede de proteção animal e ampliando a capacidade de resposta do Estado”, contou.
O Espírito Santo segue avançando e se consolidando como referência nacional no combate aos maus-tratos “Neste Abril Laranja, o chamado é claro: denuncie. A participação da população é essencial para interromper ciclos de violência e garantir um futuro mais digno para os animais”, afirmou o delegado Leandro Piquet.
Abril Laranja
O Abril Laranja é uma campanha internacional dedicada à prevenção e combate aos maus-tratos contra animais, com foco na conscientização da sociedade sobre a importância da denúncia e da proteção animal. Durante o período, órgãos públicos e entidades reforçam ações educativas e operacionais, incentivando a participação da população no enfrentamento desse tipo de crime.
Fonte: Polícia Civil – ES
Segurança
PCES identifica autor de abandono de animal na Praia do Morro, em Guarapari

A Polícia Civil do Estado do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia Especializada de Infrações Penais e Outras (Dipo) de Guarapari, em parceria com o Núcleo de Proteção Animal da Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DEPMA), identificou o autor do abandono de um cachorro, de cor caramelo, ocorrido no domingo de Páscoa (05), na orla da Praia do Morro, em Guarapari. O suspeito, um aposentado de 74 anos, foi localizado e ouvido nesta terça-feira (07), na unidade policial. Ele será indiciado pelos crimes de maus-tratos a animais e adulteração de veículo automotor.
As investigações tiveram início nessa segunda-feira (06), após as equipes tomarem conhecimento do caso por meio de imagens divulgadas nas redes sociais, que mostravam o animal sendo abandonado em via pública. Diante dos fatos, os policiais iniciaram diligências com o objetivo de identificar o responsável e responsabilizá-lo pela conduta criminosa.
Após levantamentos, os policiais civis conseguiram identificar o veículo utilizado na ação, um automóvel Gol de cor preta. A equipe se deslocou até o bairro Coroado II, em Guarapari, onde localizou o veículo com as mesmas características das imagens divulgadas.
Durante as diligências, o suspeito não atendeu à equipe policial. No local, uma testemunha informou que o suspeito ao perceber a presença da viatura, teria entrado rapidamente na residência, sendo ele o proprietário do veículo estacionado em frente ao imóvel.
Em vistoria preliminar, os policiais constataram indícios de adulteração no veículo, como marcas de lixamento nos vidros e irregularidades na placa, em desacordo com o padrão do Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran|ES). Diante disso, foi acionado o guincho para remoção do automóvel, que será submetido à perícia para apuração de possíveis ilícitos penais.
Segundo o delegado Rodrigo Peçanha, titular da Delegacia Especializada de Infrações Penais e Outras (Dipo) de Guarapari, o trabalho integrado foi essencial para a rápida elucidação do caso. “Recebemos as informações, realizamos diligências no local, conseguimos qualificar o suspeito e identificar o veículo utilizado na prática do crime. O automóvel foi apreendido e o investigado será indiciado pelos crimes de maus-tratos a animais e adulteração de veículo automotor”, afirmou.
O delegado Leandro Piquet, responsável pelo Núcleo de Proteção Animal da Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DEPMA), destacou a gravidade do abandono de animais. “O abandono de animal é uma das formas mais graves de maus-tratos, pois rompe o vínculo com o tutor. O animal, muitas vezes, não sabe buscar alimento, água ou se proteger, ficando completamente vulnerável. Por isso, é fundamental que a população denuncie. Procure a delegacia mais próxima ou utilize o Disque-Denúncia 181. A participação da sociedade é essencial para o êxito do trabalho policial”, ressaltou.
Fonte: Polícia Civil – ES
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