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Entre o azul das telas e as cores de Vitória: Nobat apresenta “TELAVIVA”

marcelo

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Entre o azul das telas e as cores de Vitória: Nobat apresenta “TELAVIVA”
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O artista Nobat lança o single “TELAVIVA”, acompanhado de videoclipe, dando continuidade ao projeto multidisciplinar Movimento, que articula música, cinema e literatura. A nova canção parte de uma reflexão contemporânea sobre o vício nas telas e na chamada luz azul dos dispositivos digitais, mas transforma esse tema em uma experiência vibrante, dançante e solar — um convite ao resgate do olhar e da presença no mundo real.

Em diálogo direto com essa proposta, o videoclipe, dirigido pelo fotógrafo e pesquisador Rafael Sandim, foi gravado integralmente em Vitória e utiliza paisagens naturais e arquitetônicas da cidade como elementos centrais da narrativa. Locais emblemáticos como o Cais das Artes, a praia de Camburi, a boate Bolt e outros pontos da capital aparecem como cenários de uma celebração das cores, da beleza e da vida fora das telas. Ao mesmo tempo, o personagem surge constantemente atravessado pelo azul — seja por meio de uma faixa sobre os olhos, seja pela presença física de computadores — simbolizando a prisão imposta pela mediação tecnológica.

Musicalmente, “TELAVIVA” apresenta uma combinação de groove, guitarras suingadas, baixo pulsante, elementos eletrônicos, baião e trompete, criando uma atmosfera que mistura energia, movimento e sensualidade. A faixa conta com produção musical e beat assinados por Brandu e marca a segunda música de Nobat com mixagem e masterização de Dan Abranches, artista e produtor radicado em Vitória, que vem conquistando cada vez mais projeção nacional com seus trabalhos.

Se em “Antes de Kiev”, primeiro single do projeto, Nobat explorava atmosferas mais densas e introspectivas, agora ele aposta em uma energia luminosa, sem abrir mão da crítica. “TELAVIVA” se afirma como um manifesto sensorial: um lembrete de que existem muitas cores além do azul das telas — e que elas estão logo ali, à nossa volta.

Com mais de uma década de atuação na música, Nobat construiu uma trajetória marcada pela experimentação estética e pelo diálogo entre diferentes linguagens artísticas. Cantor, compositor e produtor cultural, o artista já colaborou com nomes como Elza Soares, BNegão, Marina Sena, Curumim, Giovanni Cidreira e Sérgio Pererê, além de circular por importantes festivais e projetos culturais no Brasil. Em seus trabalhos, transita entre canção, música eletrônica, ritmos afro-brasileiros e pop contemporâneo, consolidando-se como uma das vozes autorais mais inquietas de sua geração. Atualmente, desenvolve o projeto multidisciplinar Movimento, que integra álbum, livro de poesias e curta-metragem, ampliando sua pesquisa artística para além do formato musical.

FICHA TÉCNICA — MÚSICA

Composição: Nobat
Arranjos: Nobat e Brandu
Produção musical: Brandu — Estúdio Casa12 (Belo Horizonte-MG)
Guitarra: Jonatah Cardoso
Baixo: Fernando Bones
Mix e master: Dan Abranches — Estúdio Selva.REC (Vitória-ES)

FICHA TÉCNICA — CLIPE

Direção: Rafael Sandim
Roteiro: Nobat e Rafael Sandim
Produção e figurino: Nobat
Direção de arte: Ana Pio
Assistente de luz: Pietra Araújo
Assistente de produção e still: Flávia Francisca

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Último episódio de websérie aponta o papel da juventude negra no combate ao racismo

marcelo

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Último episódio de websérie aponta o papel da juventude negra no combate ao racismo
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A websérie “A Resistência da Juventude Negra” vai abordar o impacto das mobilizações do Fejunes na construção do futuro da juventude negra capixaba, em programa que será disponibilizado no dia 11 de fevereiro, nas plataformas digitais

A websérie documental “A Resistência da Juventude Negra” entra na reta final, com foco no papel da juventude negra no combate ao racismo estrutural e na luta por equidade de direitos, por meio da valorização da cultura afro-brasileira e da garantia de oportunidades iguais na educação, mercado de trabalho e espaços de poder.

O terceiro e último episódio, “Caminhos para a Transformação”, será disponibilizado no próximo dia 11 de fevereiro, no YouTube (@fejunesforum5094) e no Instagram (@fejunes) do Fórum Estadual de Juventude Negra do Espírito Santo (Fejunes). O programa traz um registro documental da Marcha Contra o Extermínio da Juventude Negra a partir de uma conexão entre passado e presente.

Violência racial

Realizada há 18 anos pelo Fejunes, a manifestação ocorre tradicionalmente em 20 de novembro, no Dia Nacional da Consciência Negra, quando os jovens percorrem espaços urbanos de Vitória com o objetivo de denunciar a violência racial, a letalidade policial e os altos índices de homicídios contra jovens negros e pobres.

Dados do Atlas da Violência 2025 e pesquisas da Fiocruz indicam que pessoas negras representam cerca de 76% a 77% das vítimas de homicídio no país. O perfil das vítimas é majoritariamente masculino, jovem (15 a 29 anos), negro (pretos e pardos) e morador de periferias ou áreas vulneráveis.

Protagonismo juvenil

Com idealização e direção de Filipe Lima, o último episódio da websérie se propõe a demonstrar a força da juventude como protagonista das lutas históricas do movimento negro, abordando o impacto das mobilizações na construção do futuro da juventude negra capixaba. “Ela busca entender o que motiva a juventude negra a se organizar e a resistir ao racismo estrutural, explorando a relevância da Marcha Contra o Extermínio da Juventude Negra como uma plataforma de denúncia e luta pela vida, contra a violência que ainda assola suas comunidades”, destaca.

De acordo com a presidente do Fejunes e produtora executiva Emanuella Gonçalo, a websérie oferece ao público a oportunidade de acompanhar as edições da Marcha Contra o Extermínio da Juventude Negra e do Festival Cultura Negra no ano de 2025. Por meio de imagens, entrevistas e depoimentos, os jovens dão vida ao esforço coletivo para transformar a dor e a opressão em força de resistência. “A partir dessas duas mobilizações, a série também revela os desafios enfrentados pelos jovens negros na luta contra o racismo, as barreiras sociais e as dificuldades impostas pelo sistema”, afirma.

Bônus

Após a disponibilização deste episódio, a produção irá exibir um bônus com os bastidores das gravações, no dia 18 de fevereiro, nas plataformas do Fejunes. “A ideia é revelar os desafios e possibilidades da equipe de produção ao registrar os eventos em formato de websérie”, observa Emanuella Gonçalo.

O diretor Filipe Lima acrescenta: “A Resistência da Juventude Negra é um tributo à juventude que, com coragem e determinação, dá voz à sua história e a coloca como protagonista na construção de um futuro mais igualitário, onde o racismo e a desigualdade não mais prevalecerão”.

PROGRAME-SE: “A Resistência da Juventude Negra” – websérie em três episódios e um bônus

Onde assistir:
Instagram: @fejunes
YouTube: www.youtube.com/@fejunesforum5094

3ª episódio
Data: 11 de fevereiro
Horário: 11h
Tema: Caminhos para a Transformação
Sinopse: Uma conexão entre passado e presente, tendo a juventude como protagonista das lutas históricas do movimento negro, abordando o impacto das mobilizações na construção do futuro da juventude negra capixaba.

Episódio bônus
Data: 18 de fevereiro
Horário: 11h
Sinopse: Bastidores das gravações revelam desafios e possibilidades da equipe de produção ao registrar os eventos em formato de websérie.

Episódios disponíveis:
1º episódio
Tema: Superando Barreiras e Conquistando Espaços
Sinopse: Apresentação da Marcha Estadual Contra o Extermínio da Juventude Negra, com foco nas conquistas e desafios diários da juventude negra capixaba.

2º episódio
Tema: A Luta e a Arte como Resistência
Sinopse: Como arte e mobilização social se entrelaçam no Festival de Cultura Negra como poderosas ferramentas de resistência e afirmação da identidade negra.

Projeto selecionado pelo Edital nº 08/2024 – Cultura Digital da Secretaria de Estado da Cultura (Secult-ES), na Linha de Fomento 1 – Produção de Obra Seriada – Webséries.

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Apuração do Carnaval de Vitória 2026 acontece na quarta (11)

marcelo

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Apuração do Carnaval de Vitória 2026 acontece na quarta (11)
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Depois de duas noites intensas de desfiles no Sambão do Povo, o Carnaval de Vitória 2026 entra na reta final com a apuração das notas do Grupo Especial, marcada para quarta-feira (11), a partir das 16h, no próprio Sambão, em Vitória.

A contagem dos pontos será realizada em local aberto ao público, sob responsabilidade da Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo Especial do Espírito Santo (LIESGE), conforme determina o regulamento oficial do carnaval.

Como funciona a apuração

O julgamento dos desfiles é feito por um corpo de 27 julgadores, com três avaliadores para cada um dos nove quesitos em disputa. As notas variam de 9 a 10, podendo ser fracionadas em décimos. Em cada quesito, a menor nota é descartada, e as duas maiores seguem para a soma final.

As notas abaixo de 10 precisam, obrigatoriamente, ser justificadas pelos julgadores. Caso haja rasura, a Comissão de Apuração decide a validade da pontuação com base nas observações registradas.

Antes da abertura dos envelopes, também são anunciadas eventuais penalidades, que podem envolver falhas em obrigatoriedades regulamentares, tempo de desfile, armação, concentração ou dispersão.

Quesitos avaliados

As escolas do Grupo Especial disputam pontos nos seguintes quesitos: bateria, samba-enredo, harmonia, evolução, enredo, alegorias e adereços, fantasias, comissão de frente e mestre-sala e porta-bandeira.

Em caso de empate, o regulamento prevê sorteio prévio de três quesitos de definição, considerados nessa ordem até que se decida. Persistindo a igualdade, o critério passa a ser a quantidade de notas 10; se ainda assim não houver vencedor, o resultado é definido por sorteio.

O que está em jogo

  • As escolas do 1º ao 9º lugar permanecem no Grupo Especial em 2027
  • A campeã de 2026 poderá escolher a posição no desfile do próximo ano
  • A última colocada é rebaixada para o Grupo de Acesso
  • A campeã do Grupo de Acesso em 2026 passa a desfilar no Grupo Especial em 2027

Corpo de julgadores do Carnaval 2026

Coordenação: José Antônio Rodrigues
Enredo: Claudio Rocha, Thiago Ribeiro e André Camargo
Alegorias e Adereços: Thiago Lacerda, Alexandre Gonçalves e Mauricio Tavares
Fantasias: Gustavo Luiz Santos, Maciel Tavares e Sandro Gomes, Marcia Frey, Luiza Regazzi e Thais Susewind
Comissão de Frente: Carla Soares, Junior Scapin e Amanda Rocha
Evolução: Marcos Guimarães, Gisele Borges e Wilson Dias Neto
Harmonia: Elmo Evangelista, Jorge Hindriches e Luiz Eduardo Fernandes
Bateria: Fernando Motta, Nelson Pestana e Edimar Silva
Samba-enredo: Walter Honorato, Marcos Monteiro e Sandro Carvalho

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Exposição “Do Traço ao Aço” chegará a Vila Velha dia 24 de fevereiro

marcelo

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Exposição “Do Traço ao Aço” chegará a Vila Velha dia 24 de fevereiro
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Natural de Vila Velha, o artista plástico capixaba José Carlos Vilar, levará para sua cidade a exposição “Do Traço ao Aço”, a partir de 24 de fevereiro. A arte dele poderá ser vista até maio na Galeria da Casa da Memória de Vila Velha, na Prainha.

Vilar, desde 1970, constrói sua cartografia com desenhos e esculturas, tendo o tempo e seus registros como aliados. Esse tempo que não é linear, revela como abstraiu seu figurativo e chegou ao formalismo.

Nesse passeio pelos papeis veio à tona um Vilar que ainda não foi visto: o Desenhista. Uma exposição inédita apresentando o longo percurso da pesquisa com essa parada para ver como o encontro dos desenhos com a escultura tem rendido boas estratégias de repensar a trajetória desse mestre artista escultor.

Essa exposição inédita é a primeira do mestre Vilar, na sua cidade natal, que apresenta uma pequena mostra da relação entre desenho e a construção da memória de seus trabalhos, onde seus desenhos são uma espécie de certidão de nascimento de suas esculturas e a cada tempo passado outras certidões nascem com o desdobrar de seus projetos. Camadas de seu devir com o DNA soldado num e no outro, não importando a materialidade trabalhada. Um maravilhoso momento de se admirar e repensar a trajetória desse mestre da arte em metais.

Como um ensinante eterno, Vilar descreve como executa seus trabalhos deixando rastros e pistas de seu procedimento de Esculturar: “Primeiro de tudo faço um croqui, ou vários croquis de ângulos diferentes. Na verdade, o primeiro passo vem antes do desenho, vem desse relacionamento, desse diálogo diário e constante com os meus trabalhos aqui no ateliê, se me tirarem de perto não sou capaz de criar, preciso deles, são eles que dão pistas para onde devo ir, vão me sinalizando, eles que dizem se devo ir para um caminho ou outro. É tão importante que quando vendo um trabalho, construo uma maquete, se ainda não tiver para que ele permaneça aqui”, explicou.

Exposição “Do Traço ao Aço” chegará a Vila Velha dia 24 de fevereiro

Depois dessa primeira etapa Vilar faz a maquete em papel Paraná, mas não se contenta com a de papel porque ela vai acabar, rasgar, pode molhar. “Então faço a maquete de ferro, que me garante a permanência dela aqui e é o mesmo material, o ferro, e nessa hora é que tenho respostas do que preciso para construí-la, em escala maior ou não. Nem sempre saem como estava pensando, nem sempre elas me servem como norteadora de uma escultura maior e aí parto para fazer outra maquete com modificações, até chegar onde eu quero. O processo é mais ou menos assim. Esse é meu procedimento. O contato permanente com meus trabalhos é suficiente para ter coisas novas para fazer”, detalhou.

A exposição é uma realização do IHGVV Instituto Histórico e Geográfico de Vila Velha (presidente Luiz Paulo Rangel), edital de fomento Aldir Blanc, Funcultura, com apoio da PMVV. Curadoria Rosana Paste, e a organização é de Viva Vilar. Abertura no dia 24 de fevereiro, 19h, na Galeria da Casa da Memória de Vila Velha, na Prainha.

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