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Governo de SP inicia ‘Na Rota da Água’ com mais de 1.100 entregas de frente de obras de água e saneamento
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O governador Tarcísio de Freitas iniciou nesta quinta-feira (18) o “Na Rota da Água”, uma série de entregas e visitas técnicas a obras de resiliência hídrica e saneamento nas mais de 370 cidades atendidas pelo novo contrato da Sabesp. As primeiras entregas, de um total de 1.100 frentes em andamento, beneficiam Itapecerica da Serra, Embu das Artes e Embu-Guaçu, na Grande São Paulo.
O pacote é coberto por cerca de R$ 70 bilhões que a Sabesp vai investir até 2029 para universalizar o saneamento para 28 milhões de pessoas na área de cobertura da companhia. Somente nas três cidades atendidas pelas entregas desta quinta, os investimentos programados de 2026 a 2029 equivalem a quase cinco vezes o valor empregado entre 2024 e 2025.
Nos últimos 2 anos, Itapecerica da Serra, Embu das Artes e Embu-Guaçu somaram R$ 168,3 milhões em obras e serviços da Sabesp. De 2026 a 2029, os aportes chegarão a R$ 798 milhões, um aumento de 374% que reflete os novos padrões pós-desestatização, em vigor desde julho de 2024. Em seis anos, os três municípios vão somar quase R$ 1 bilhão em água tratada e saneamento.
O foco do “Na Rota da Água” é dar mais visibilidade e transparência às obras de segurança hídrica e reforço de abastecimento garantidas no novo contrato da Sabesp. “Para o Governo de São Paulo, água e saneamento são sinônimos de dignidade. Estamos provando que é possível fazer a diferença para que a universalização dos serviços seja realidade para todos”, disse o governador Tarcísio de Freitas.
Em Itapecerica da Serra, o governador vai entregar 3 km de uma nova adutora e visitar a obra de ampliação de uma estação elevatória de esgoto. Em Embu-Guaçu, Tarcísio inaugura a modernização de uma estação de tratamento de água. Juntos, os investimentos somam quase R$ 140 milhões.
Fonte: Agência – SP
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Três anos após temporal, prevenção e tecnologia viram legado em São Sebastião
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19 de fevereiro de 2026
Sirenes, alertas no celular, treinamento da população e tecnologia avançada para prever grandes eventos meteorológicos se tornaram ferramentas importantes na prevenção de desastres adotadas pelo Governo de São Paulo após a chuva que matou 65 pessoas em São Sebastião, no Litoral Norte. Três anos depois, a tragédia deixou lições que norteou novos procedimentos para salvar vidas.
Em 19 de fevereiro de 2023, as equipes da Defesa Civil do Estado de São Paulo foram mobilizadas nos primeiros momentos do temporal. Porém, a perda de comunicação pela falta de sinal telefônico e os bloqueios na única rodovia que corta o município dificultaram o acesso às áreas atingidas.
“Nós não tínhamos a perspectiva da dimensão do tamanho do desastre. Perdemos comunicação e isso dificultou muito a tomada de decisão inicial”, relembra o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Rinaldo de Araújo Monteiro, que participou das operações à época.
O município, com cerca de 120 quilômetros de extensão e relevo acidentado, foi impactado principalmente por deslizamentos de terra — fenômeno de alto potencial letal. Em alguns trechos, havia até três metros de altura de lama, impedindo a passagem de equipes de resgate e de ajuda humanitária.
Virada tecnológica nos alertas
Depois do desastre, a Defesa Civil acelerou uma transformação no sistema de monitoramento e comunicação de risco. Em dezembro de 2024, o Estado de São Paulo passou a contar com o sistema Cell Broadcast, tecnologia que envia alertas diretamente aos celulares localizados em áreas de risco, sem necessidade de cadastro prévio.
Entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram emitidos 216 alertas pelo sistema no estado. Diferentemente do antigo modelo por SMS, que exigia cadastro por CEP, o Cell Broadcast utiliza um sinal sonoro específico e georreferenciamento.
“O alerta extremo toca até a pessoa dar um ‘ok’. Enquanto ela não interagir, ele continua emitindo o sinal. Mas não basta a tecnologia: a população precisa saber o que fazer quando recebe esse aviso e para onde deve se deslocar”, afirma o coronel.
Por isso, a população de áreas de risco de regiões como a Vila do Sahy, em São Sebastião, receberam treinamentos comunitários da Defesa Civil, com definição de rotas de fuga para casos de emergência e de pontos seguros.
A modernização também incluiu reforço na rede de monitoramento meteorológico. O radar instalado em Ilhabela passou a complementar a leitura atmosférica no Litoral Norte, ampliando a capacidade de identificação de sistemas de chuva de baixa altitude — condição que esteve presente no evento de 2023 e que não foi capturada pelos radares existentes até então.
O Estado de São Paulo conta atualmente com sete radares meteorológicos, sendo dois inaugurados desde 2023.
Sirenes e cultura de prevenção
Além da tecnologia digital, o Estado implantou uma sirene de alerta na Vila do Sahy, área classificada como de risco muito alto para deslizamentos no Litoral Norte. O acionamento soma-se aos treinamentos da Defesa Civil junto à população.
Para o coordenador da Defesa Civil, o maior legado vai além dos equipamentos. “Não conseguimos eliminar o risco. Nós vivemos em um país tropical, precisamos conviver com a chuva e com os fenômenos naturais. O que fazemos é mudar a cultura da percepção do risco, para que a pessoa receba o alerta, compreenda a gravidade e se coloque em segurança”, afirma.
A Defesa Civil também ampliou a estrutura municipal. Hoje, os 645 municípios paulistas contam com coordenadorias de Defesa Civil estruturadas e viaturas equipadas. O fortalecimento local é tratado como eixo central do sistema estadual.
“Para termos um sistema estadual forte, precisamos ter sistemas municipais fortes. O município, por menor que seja, tem que ter uma estrutura mínima para saber o que fazer no período de chuva, para que ele tenha condições de dar uma resposta ou saber quem ele vai acionar para apoiá-lo”, resume Monteiro.
Obras e reforço estrutural
Além do resgate, a Defesa Civil também realiza obras de prevenção e recuperação em municípios paulistas. No Litoral Norte, o conjunto de medidas incluiu obras de contenção e intervenções em infraestrutura. O governo estadual investiu R$ 7 milhões destinados a serviços emergenciais nos municípios afetados pelas chuvas, além de R$ 20 milhões em convênios para recuperação de infraestrutura em São Sebastião e Ubatuba.
Também foram entregues viaturas e kits operacionais, ampliando a capacidade de resposta a eventos climáticos extremos.
Legado de São Sebastião
Para a Defesa Civil, o principal aprendizado foi a necessidade de estar permanentemente preparada para cenários críticos em um contexto de eventos climáticos cada vez mais frequentes e intensos.
“Tempo, em ações de Defesa Civil, custa vida. Desde São Sebastião, temos percebido um crescimento vertiginoso no sistema estadual de Defesa Civil. Estou há 20 anos no sistema e tinham coisas que pensávamos que fosse um sonho e que não fosse ser atingido. Por exemplo, os 645 municípios, com Defesa Civil e viaturas”, conclui o coronel.
Mais investimentos
Além das ações de prevenção e resposta a desastres, o Governo de São Paulo ampliou os investimentos em reconstrução e melhoria da infraestrutura urbana em São Sebastião após a tragédia de 2023. Na área de habitação, foram entregues 704 moradias definitivas, com investimento de R$ 260,4 milhões. Outras 256 unidades habitacionais seguem em obras no município, além de ações de regularização fundiária e melhorias habitacionais em andamento.
No saneamento, a Sabesp empenhou R$ 29 milhões para ampliar o abastecimento de água e o tratamento de esgoto em bairros atingidos, incluindo a entrega de sistemas e unidades voltadas às novas moradias.
Na educação, o Estado investiu R$ 56,7 milhões na reconstrução da Escola Estadual Plínio Gonçalves e na construção da Escola Municipal Nair Ribeiro e da creche Juquehy 2, ampliando em cerca de 1 mil vagas a oferta na rede pública de São Sebastião como parte das ações de recuperação social e urbana após o desastre.
No campo do desenvolvimento econômico, o Governo de São Paulo disponibilizou linhas emergenciais de crédito para apoiar a retomada da atividade produtiva após a tragédia. Pelo Banco do Povo, foram destinados R$ 30 milhões, com liberação de R$ 1,8 milhão em 91 operações aprovadas no Litoral Norte. Já por meio da Desenvolve SP, foi estruturada uma linha de crédito de cerca de R$ 500 milhões, com aproximadamente R$ 5 milhões liberados para municípios e empresários da região, incluindo São Sebastião.
No setor agropecuário, foram criadas linhas específicas para atender a comunidade pesqueira, com R$ 12 milhões liberados a 117 profissionais, além de R$ 3 milhões destinados a 61 produtores pelo FEAP Litoral.
A resposta estadual também contemplou ações nas áreas de saúde e estrutura operacional. Os municípios do Litoral Norte receberam R$ 8,6 milhões para reforço das equipes de saúde no atendimento de urgência e emergência, além da aquisição de medicamentos e insumos. Em apoio às operações de resposta e prevenção, o Estado investiu ainda R$ 1,4 milhão na entrega de viaturas e equipamentos da Defesa Civil, incluindo kits operacionais, caminhões-pipa e outros recursos, fortalecendo a capacidade de atuação frente a eventos climáticos extremos na região.
Fonte: Agência – SP
Brasil
Polícia Militar captura 8 foragidos da Justiça durante Carnaval de São Paulo
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18 de fevereiro de 2026
A Polícia Militar capturou oito homens procurados pela Justiça no Carnaval em diferentes pontos de São Paulo. As prisões ocorreram após os suspeitos serem identificados pelo sistema Muralha Paulista, do Governo de São Paulo, para leitura facial e identificação de foragidos da Justiça.
No dia 13 de fevereiro, na primeira noite do Carnaval, no Sambódromo do Anhembi, na capital paulista, um procurado foi preso pela PM ao tentar entrar no local. Agentes que atuavam no policiamento foram informados após alerta do Muralha Paulista. O suspeito tentava acessar um dos portões do sambódromo. Após o monitoramento do local, ele foi detido e conduzido à unidade avançada da 1ª Delegacia de Atendimento ao Turista (Deatur), instalada no espaço do evento.
Já no sábado de carnaval (14), os agentes da Força Tática do 7º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M) realizavam patrulhamento em um bloco de Carnaval na Praça da República, no centro da capital, quando foram alertados via Muralha Paulista da presença de um suspeito com mandado de prisão. O homem, foragido desde maio do ano passado, foi encaminhado ao 2º Distrito Policial e o caso foi registrado como captura de procurado.
Uma outra equipe da PM, também no sábado, realizava patrulhamento na zona oeste de São Paulo, quando foi acionada pela sala de monitoramento, após alerta emitido pelo sistema, quanto à presença de um homem de 60 anos com mandado de prisão em aberto. Ele foi conduzido ao 14º DP, onde o caso foi registrado como captura de procurado.
No mesmo dia, outras ações da PM em diferentes municípios do estado possibilitaram a captura de três procurados.
Em São José do Rio Preto, um homem de 24 anos, que trabalhava na montagem de uma estrutura de carnaval, foi identificado pela equipe policial. Após pesquisas no sistema Muralha Paulosta, foi comprovado o mandado em aberto por tráfico de drogas.
No município de Campinas, um procurado pela Justiça foi identificado durante uma blitz, após ele se recusar a fazer o teste do bafômetro. A outra captura ocorreu em Igaratá durante um evento de Carnaval na praça da cidade. O homem foi preso e encaminhado para a Delegacia Seccional de Jacareí.
Outros dois foragidos também foram presos em ações no centro de São Paulo, no domingo de carnaval (15). No Largo do Arouche, um suspeito tentou desviar a direção ao ver a equipe policial, o que chamou q atenção dos militares. Ele foi abordado e, após consultas, foi confirmado que o homem estava procurado pelo crime de roubo.
Na rua Rego de Freitas, uma equipe de alunos soldados do 3º Batalhão de Choque abordaram um homem foragido do sistema prisional. Ele foi encaminhado ao 2º DP.
Muralha Paulista
O programa Muralha Paulista opera quase 100 mil câmeras interligadas, distribuídas entre leitores de placas, equipamentos de reconhecimento facial e dispositivos de monitoramento em tempo real. A rede integra câmeras e sensores de órgãos públicos e privados a bases de dados e indicadores de localização, ampliando a capacidade de análise e resposta das forças policiais, operacionais e especializadas.
As câmeras do Muralha Paulista cruzam informações com o Banco Nacional de Mandados de Prisão e utilizam reconhecimento facial para identificar automaticamente foragidos da Justiça. Também contribuem para monitorar e ajudar a organizar o trânsito, localizar pessoas desaparecidas e veículos furtados ou roubados por meio da leitura e análise de placas.
A tecnologia restringe rotas de fuga, dificulta a movimentação dos criminosos e aumenta a capacidade de resposta das forças de segurança. Uma vez identificados e presos, os autores deixam de reincidir nesses tipos de crimes.
Fonte: Agência – SP
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USP oferece curso de extensão sobre economia, cultura e poder na internet
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1 dia atrásem
18 de fevereiro de 2026
A disciplina de pós-graduação Economia, Cultura e Poder na Internet agora também será ofertada como curso de extensão para pessoas externas à USP. As aulas acontecerão entre 11 de março e 1º de julho de 2026, às quartas-feiras, das 9h às 12h, no Auditório do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, na Cidade Universitária, em São Paulo. São 40 vagas destinadas a profissionais, pesquisadores e demais interessados nos impactos sociais, econômicos e políticos da internet. As inscrições vão até o meio-dia de 20 de fevereiro, neste link, com confirmação da matrícula a partir de 2 de março.
Coordenado por Pablo Ortellado (EACH-USP e IEA-USP) e Luiz Fernando Martins Castro (NIC.br), o curso tem como objetivo apresentar uma análise crítica e interdisciplinar das transformações promovidas pelo ambiente digital. A programação aborda desde os fundamentos técnicos e a história da internet até temas contemporâneos como economia de dados, governança digital, inteligência artificial, regulação jurídica, polarização política nas redes sociais e os efeitos culturais das tecnologias digitais.
O curso é uma realização da Cátedra Oscar Sala, parceria do IEA com o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br). O objetivo é qualificar o debate acadêmico e público sobre as dimensões técnicas, econômicas, políticas, jurídicas e culturais da internet, contribuindo também para a formulação de políticas públicas na área.
Para aprovação, os participantes deverão cumprir frequência mínima de 75% e apresentar um trabalho final em formato de artigo voltado ao público amplo.
Mais informações e inscrições estão disponíveis aqui.
Fonte: Agência – SP

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