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João Gomes é confirmado no Festival Movimento Cidade 2026, que promete a maior edição da história
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Vencedor do Grammy Latino, o cantor pernambucano João Gomes é a mais nova atração confirmada do Festival Movimento Cidade 2026. O anúncio foi feito como um “presente de Natal” ao público capixaba e reforça o peso da programação da 8ª edição do maior festival de artes integradas do Espírito Santo, que acontece entre os dias 14 e 16 de agosto, na Prainha, em Vila Velha.
Além de João Gomes, o lineup já conta com nomes de destaque da música nacional, como Ajuliacosta, Ury Vieira, Zeca Pagodinho e O Kannalha. Ao todo, o festival reunirá mais de 15 atrações musicais, três dias de programação intensa e mais de 20 horas de atividades que integram música, cinema, intervenções urbanas, batalhas de dança e rima, além de manifestações culturais capixabas.
João Gomes sobe ao palco no último dia do evento, após um ano histórico em sua carreira. Em 2025, o artista foi eleito Artista Sertanejo no Prêmio da Música Brasileira, conquistou seu primeiro Grammy Latino com o álbum Dominguinho — em parceria com Mestrinho e Jota.pê — e ainda recebeu o título de Homem do Ano na Música pela GQ Brasil. No repertório, o público pode esperar sucessos que marcaram a música brasileira recente, como Meu Pedaço de Pecado, Se For Amor, Dengo, Lembrei de Nós, Beija Flor e ABC da Vaquejada, prometendo transformar o domingo do festival em um grande coro coletivo.
A programação começa na sexta-feira, 14 de agosto, com entrada gratuita, quando se apresentam a rapper Ajuliacosta — vencedora do prêmio Best New International Act no BET Awards 2025 — e o cantor Ury Vieira. No sábado, 15 de agosto, sobem ao palco Zeca Pagodinho e o baiano O Kannalha, vencedor do Prêmio Multishow. Os ingressos para os dias pagos já estão à venda.
Segundo a sócia-diretora do Movimento Cidade, Luísa Costa, a confirmação de João Gomes reflete o momento vivido pelo festival. “O João representa uma geração que dialoga com diferentes públicos e territórios, exatamente como o Movimento Cidade. Anunciá-lo nesta edição reforça nosso compromisso de entregar uma programação diversa, potente e conectada com o Brasil real, conectando o festival com a cultura capixaba”, destacou.
Após reunir cerca de 100 mil pessoas em 2025, o Movimento Cidade se prepara para realizar, em 2026, a maior edição de sua história. O festival mantém a tradição das mostras audiovisuais e amplia as experiências que ocupam a Prainha, consolidando o evento como um espaço de encontro entre diferentes linguagens artísticas.
Com o tema “Cidade são pessoas”, a edição de 2026 reforça a essência do festival, celebrando o papel do ser humano na construção, transformação e reinvenção dos espaços urbanos. A proposta destaca que nenhuma cidade existe sem as pessoas que a habitam, circulam, criam e sonham.
Uma das novidades deste ano é o novo formato do evento: serão dois dias com venda de ingressos e um dia totalmente gratuito. A organização explica que a mudança foi necessária para garantir a continuidade do festival diante de um cenário de instabilidade e perda de patrocínios importantes. No dia 14 de agosto, o acesso permanece gratuito mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível — ação que já resultou na arrecadação de mais de 80 toneladas de alimentos desde 2022.
Nos dias 15 e 16, a entrada será mediante compra de ingressos, com opções diárias ou no formato “Passaporte”, válido para os dois dias pagos. Todas as modalidades contam com opções de inteira e meia-entrada, conforme a legislação vigente.
Mantendo o compromisso com a inclusão, o Festival Movimento Cidade também disponibilizará ingressos gratuitos para pessoas em situação de vulnerabilidade social ou econômica, pessoas transgênero e pessoas com deficiência. As solicitações podem ser feitas até 30 de dezembro, pelo Instagram oficial do festival (@movimento.cidade), e serão analisadas conforme critérios estabelecidos pela organização.
Novas atrações devem ser anunciadas nas próximas semanas, ampliando ainda mais a diversidade da programação do Festival Movimento Cidade 2026.
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Guarapari recebe festival gratuito na Praia do Morro com mais de 10 atrações
Publicado
10 horas atrásem
4 de fevereiro de 2026
Entre os dias 5 e 8 de fevereiro, a Praia do Morro, em Guarapari, será o palco do Guarapari Music Festival. Instalado ao lado do Parque Filadélfia, o evento oferece quatro dias de programação gratuita com um line-up eclético: são mais de dez atrações que transitam pelo sertanejo, pagode, axé, pop rock, reggae, funk, congo e MPB.
A abertura será na quinta-feira (5), com show da banda Sambasoul, às 20 horas, seguida da apresentação da banda Casaca, às 22 horas. Na sexta-feira (6), sobem ao palco Anderson Ventura, às 19 horas, Pagode e Cia, às 21 horas, e Jefinho Faraó e Funk Retrô, às 23 horas.
Já no sábado (7), a programação começa às 19 horas com o Luau do Casanova, seguido por Pele Morena, às 21 horas, e Magioni, às 23 horas. O encerramento, no domingo (8), fica por conta do grupo Pedala Samba, às 18 horas, da cantora Flavia Mendonça, às 20 horas, e da dupla Breno e Bernardo, às 22 horas.
Nos intervalos das apresentações, a animação do público fica por conta dos DJs XL e Relima. Segundo os idealizadores do projeto, Oscar Soares e Wellington Rosa, o objetivo é resgatar a essência das férias no estado. ‘Queremos proporcionar as memórias dos verões capixabas, com eventos pós-praia e valorização das bandas locais, unindo música, gastronomia e convivência familiar em um ambiente leve’, afirmam.
Praça gastronômica
Além da música, o público poderá desfrutar de uma praça gastronômica com opções para todos os gostos e bolsos, com pratos a partir de R$ 12. O cardápio inclui desde os clássicos hambúrgueres e pizzas até o tradicional churrasquinho. As crianças também têm diversão garantida em uma área kids exclusiva (serviço tarifado).
O festival é realizado por Anauê Produções e Bloco Surpresa, e apoio da Prefeitura Municipal de Guarapari.
Serviço
Evento: Guarapari Music Festival
Data: 05 a 08 de fevereiro
Horários: 17h às 01h
Local: Av. Celso Bastos Couto. Quadra 112, Praia do Morro – Guarapari, lado do Parque Filadélfia.
Entrada: Gratuita
Programação Musical
05/02 (qui) – 20h: Sambasoul
05/02 (qui) – 22h: Casaca
06/02 (sex) – 19h: Anderson Ventura
06/02 (sex) – 21h: Pagode e Cia
06/02 (sex) – 23h: Jefinho Faraó e Funk Retrô
07/02 (sáb) – 19h: Luau do Casanova
07/02 (sáb) – 21h: Pele Morena
07/02 (sáb) – 23h: Magioni
08/02 (dom) – 18h: Pedala Samba
08/02 (dom) – 20h: Flávia Mendonça
08/02 (dom) – 22h: Breno e Bernardo
Nos intervalos: Dj XL e Dj Relima
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Exposição “Arte em todos os sentidos” no MAES entre fevereiro e abril
Publicado
11 horas atrásem
4 de fevereiro de 2026
Entre fevereiro e abril, o Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio Del Santo (MAES), no Centro de Vitória, abre suas salas para uma exposição que propõe ao público um encontro ampliado com a produção artística moderna e contemporânea brasileira a partir de um recorte singular: o olhar construído ao longo de décadas por um colecionador privado. A mostra Arte em Todos os Sentidos apresenta 41 obras de 36 artistas capixabas e nacionais, reunidas a partir de um acervo particular que, pela primeira vez, passa a ser compartilhado de forma sistemática com o grande público.
A exposição integra o projeto Acervo RDA – Preservação e Difusão do Acervo Ronaldo Domingues de Almeida na Midiateca Capixaba, iniciativa voltada à preservação, organização e disponibilização pública de um conjunto expressivo de obras de arte. O projeto foi contemplado no Edital nº 18/2024 da Secretaria da Cultura do Espírito Santo e conta com recursos do Funcultura e da Política Nacional Aldir Blanc, do Ministério da Cultura, articulando ações de difusão cultural, memória e acesso democrático à arte.

O recorte apresentado no MAES evidencia a diversidade de linguagens, suportes e gerações que atravessam a coleção. Pinturas, gravuras, desenhos, fotografias e esculturas compõem um percurso que permite observar aproximações e contrastes entre diferentes momentos da arte brasileira, sem a pretensão de estabelecer uma narrativa linear ou cronológica. A exposição propõe, antes, uma leitura aberta, em que obras e artistas se colocam em relação a partir da experiência sensível do visitante.
A curadoria parte da compreensão de que uma coleção privada, quando exposta publicamente, deixa de operar apenas como expressão de um gosto individual e passa a atuar como dispositivo cultural. Nesse deslocamento, o acervo assume caráter público e contribui para a construção de repertórios compartilhados, ampliando o debate sobre memória, território e produção artística.

Um dos eixos centrais da mostra é a convivência entre artistas amplamente reconhecidos no cenário nacional e nomes fundamentais da produção capixaba. No caso dos artistas do Espírito Santo, a seleção privilegia obras que revelam facetas menos evidentes de suas trajetórias. Já a presença de artistas de outros estados — alguns deles raramente exibidos em Vitória — amplia o campo de referências e insere a produção local em diálogo com contextos mais amplos da arte brasileira.
O título Arte em Todos os Sentidos nasce a partir de uma obra de Paulo Bruscky, integrante do acervo, e funciona como chave conceitual da exposição. A escolha aponta para a ideia de arte como experiência que ultrapassa o campo visual, envolvendo comunicação, percepção e reflexão.
A abertura do acervo ao público é resultado de um processo de amadurecimento do próprio colecionador, Ronaldo Domingues de Almeida, que atua como curador adjunto da exposição. Em seu depoimento, ele destaca que a coleção não foi pensada como projeto desde o início, mas se constituiu de maneira espontânea, a partir do convívio cotidiano com a arte e das relações estabelecidas com artistas ao longo do tempo.
“Nunca planejei formar um acervo ou me tornar colecionador. Queria apenas conviver com arte no meu espaço cotidiano. Foi pelas pessoas — amigos, artistas, visitas — que me vi reconhecido como colecionador, antes mesmo de assumir essa condição para mim”, afirma.

Segundo Almeida, o crescimento do acervo esteve sempre ligado à experiência proporcionada por cada obra, combinando interesse estético, reflexão e uma dimensão afetiva que orientou suas escolhas. Com o passar dos anos, no entanto, a permanência das obras restrita ao espaço privado passou a ser questionada.
“Com o tempo, a pergunta tornou-se inevitável: qual o sentido de manter tantas obras restritas a poucos? Dessa inquietação nasceu a vontade de partilhar, de transformar o privado em público”, relata.
Esse desejo de compartilhamento se concretiza agora em duas frentes complementares: a exposição física no MAES e a digitalização das obras para inserção na Midiateca Capixaba. Para o colecionador, mesmo em um contexto em que a obra de arte circula como mercadoria, ela preserva uma dimensão simbólica que exige circulação, encontro e fruição coletiva para cumprir plenamente sua função social.
O acervo de Ronaldo Domingues de Almeida reúne centenas de obras de aproximadamente 100 artistas, entre modernos e contemporâneos, com forte presença de artistas capixabas. Integram esse conjunto nomes históricos como Homero Massena, Levino Fânzeres e Álvaro Conde, além de artistas contemporâneos como Hilal Sami Hilal, Andreia Falqueto, Júlio Tigre, Sandro Novaes, Claudia Colares, Orlando de Faria Rosa, Lando, Didico e Rick Rodrigues. O diálogo com a produção nacional se estabelece por meio de obras de artistas como Amilcar de Castro, Tomie Ohtake, Cildo Meireles, Alex Vallauri, Sante Scaldaferri e Antônio Poteiro.
Ao apresentar um fragmento desse acervo ao público, Arte em Todos os Sentidos convida o visitante a refletir sobre o papel das coleções privadas na construção da história da arte e sobre a importância de transformar patrimônios individuais em bens culturais compartilhados.
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Sambão do Povo: o palco do carnaval que nasceu da força popular
Publicado
12 horas atrásem
4 de fevereiro de 2026
Principal símbolo do Carnaval de Vitória, o Sambão do Povo só existe graças à mobilização direta da comunidade carnavalesca da capital capixaba. Oficialmente chamado de Complexo Cultural Walmor Miranda, em homenagem a um dos mais tradicionais reis momo do Espírito Santo, o espaço é conhecido popularmente por um nome que reflete sua origem: Sambão do Povo.
O espaço que receberá nesta sexta (6) e sábado o desfile 2026 do grupo especial, é parte fundamental da história deste que virou o terceiro mais importante evento de carnaval do país.
Localizado no bairro Mário Cypreste, na região da Grande Santo Antônio, em Vitória, o sambódromo capixaba foi inspirado na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. O projeto foi apresentado por Sinval Siri, então secretário municipal de Turismo, durante a gestão do ex-prefeito de Vitória, Hermes Laranja, como alternativa definitiva para sediar os desfiles das escolas de samba da capital.
Comunidade garantiu a construção do Sambão do Povo
A previsão inicial era que o Sambão do Povo fosse concluído ainda em 1986, após o sucesso do desfile realizado na Avenida Nossa Senhora da Penha, uma das principais vias de Vitória. No entanto, atrasos na obra colocaram em risco a realização do Carnaval de Vitória de 1987.

Diante da possibilidade de a capital ficar sem desfile, sambistas, moradores e lideranças comunitárias se uniram em um grande mutirão popular. Liderado por Sinval Siri, o esforço coletivo permitiu que o Sambão do Povo fosse construído em menos de 120 dias, um feito histórico para a cultura do Espírito Santo. A inauguração oficial ocorreu em 27 de fevereiro de 1987.
Interrupção dos desfiles e retomada do Carnaval em Vitória
O Sambão do Povo foi palco dos desfiles do Carnaval de Vitória até 1992. Naquele ano, diversas escolas de samba decidiram não desfilar em protesto contra a falta de apoio financeiro da Prefeitura de Vitória e da iniciativa privada, responsáveis pelo custeio das agremiações.
Além disso, o sambódromo enfrentava problemas estruturais, incluindo a demolição de parte da arquibancada para a construção de uma quadra que nunca foi executada. Com isso, os desfiles no Sambão do Povo foram interrompidos até 2001.

Mesmo fora do sambódromo, o Carnaval não deixou de acontecer na capital. Em 1998, os desfiles voltaram às ruas de Vitória, com apresentações na Avenida Jerônimo Monteiro, no Centro, em formato de exibição, sem competição.
Após reformas estruturais, já na gestão do ex-prefeito Luiz Paulo Vellozo Lucas (2001–2004), o desfile das escolas de samba retornou definitivamente ao Sambão do Povo, onde permanece até hoje como o principal palco do Carnaval do Espírito Santo e um dos maiores símbolos da cultura popular de Vitória.

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