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Economia

Regis Dudena assume Secretaria de Reformas Econômicas da Fazenda

marcelo

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Regis Dudena assume Secretaria de Reformas Econômicas da Fazenda
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O advogado Regis Dudena é o novo secretário de Reformas Econômicas (SRE) do Ministério da Fazenda. A nomeação foi publicada na edição desta quinta-feira (29) do Diário Oficial da União. Ele substitui Marcos Barbosa Pinto, que deixou o cargo no início de janeiro para retornar à iniciativa privada.

Até então à frente da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), Dudena passa a comandar uma das áreas estratégicas da Fazenda, responsável pela política microeconômica do ministério. Entre as atribuições da SRE estão a revisão de benefícios fiscais, a modernização de marcos regulatórios, propostas de tributação sobre renda de capital, a agenda de crédito, infraestrutura financeira e mudanças no mercado de capitais.

Marcos Pinto atuou diretamente na elaboração e tramitação da reforma tributária, além de programas como o Desenrola e da proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Ao anunciar sua saída, no fim do ano passado, afirmou que deixaria o governo para se dedicar à família.

À frente da Secretaria de Prêmios e Apostas desde abril de 2024, Dudena teve papel central na regulamentação do mercado de apostas de quota fixa e das chamadas bets, cujas regras entraram em vigor em 1º de janeiro de 2025. A iniciativa buscou coibir a atuação de sites ilegais e reduzir a evasão fiscal no setor.

Advogado especializado em Direito Público e Regulatório, Regis Dudena é graduado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) e doutor na área de Estudos do Sistema Financeiro Nacional pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ele já atuou na Casa Civil da Presidência da República, tanto na área jurídica quanto na Secretaria Executiva, além de ter passagens por setores regulados e instituições financeiras.

Dudena também é próximo do secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, com quem trabalhou como assessor especial na Secretaria Especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil durante o governo de Dilma Rousseff.

Fonte: Agência Brasil

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Proposta de subsídio ao diesel importado tem adesão de 25 estados

marcelo

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Proposta de subsídio ao diesel importado tem adesão de 25 estados
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Das 27 unidades da Federação, apenas duas não aderiram à proposta de subsídio de R$ 1,20 ao diesel importado, informou nesta tarde o Ministério da Fazenda. A medida, que integra o pacote para segurar a alta dos combustíveis, terá o custo dividido igualmente entre a União e os estados que aceitaram o acordo.

A pasta não divulgou as duas unidades federativas que não aderiram. Em entrevista coletiva, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que está conversando com os governos estaduais para tentar convencê-los a entrar no acordo.

  • Pacote para conter alta dos combustíveis inclui subsídios e isenções.
  • Governo eleva imposto do cigarro para bancar querosene e biodiesel.

De caráter temporário e excepcional, a proposta prevê um subsídio total de R$ 1,20 por litro de diesel importado por dois meses. O custo será dividido igualmente entre o governo federal e os estados, com R$ 0,60 arcados pela União e os outros R$ 0,60 pelas unidades da federação.

A medida, informou a Fazenda, terá custo de R$ 4 bilhões: R$ 2 bilhões para a União e R$ 2 bilhões para as unidades da Federação. Até a semana passada, a pasta informava que a medida custaria R$ 3 bilhões nos dois meses em que vigorará.

Na semana passada, o Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) informou que a participação dos estados será proporcional ao volume de diesel consumido em cada região, embora os critérios específicos ainda estejam em definição.

A adesão é voluntária. As cotas dos estados que optarem por não participar não serão redistribuídas entre os demais, preservando a autonomia das unidades federativas.

Produtores nacionais

Além do subsídio ao diesel importado, o governo anunciou nesta segunda-feira (6) um subsídio de R$ 0,80 por litro de diesel produzido no Brasil. Também prevista para vigorar por dois meses, a ajuda custará R$ 6 bilhões (R$ 3 bilhões mensais), mas nesse caso o custo será totalmente bancado pelo governo federal.

Fonte: Agência Brasil

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Preço médio do self-service por quilo chega a R$ 86,86 em São Paulo

marcelo

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Preço médio do self-service por quilo chega a R$ 86,86 em São Paulo
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Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (6) pelo Procon-SP mostra forte variação de preços em restaurantes do tipo self-service considerando as diferentes regiões da capital paulista.

No sistema cobrado por quilo, o preço médio ficou em R$ 86,86 em fevereiro de 2026. Os valores oscilam entre R$ 79,49 e R$ 94,36, respectivamente, nas zonas norte e oeste, com diferença de 18,7%.

  • Mercado eleva previsão da inflação para 4,36% este ano.
  • Estudo aponta fatores estruturais para inflação de alimentos no Brasil.

Na modalidade de preço fixo, o valor médio ficou em R$ 58,91. Na região norte, a média é de R$ 36,74, enquanto na sul chega a R$ 71,39 (variação de 94,3%).

Com preço médio de R$ 38,65, o prato feito do dia teve variação entre R$ 32,47, na zona norte, e R$ 44,85, na zona oeste, com diferença de 38,13%.

Já o prato executivo de frango variou entre R$ 35,11 e R$ 51,31 (46,14%), com valor médio de R$ 42,98.

O levantamento analisou 350 estabelecimentos distribuídos pelas cinco regiões do município, com dados coletados em fevereiro.

A pesquisa também indica que a maioria dos estabelecimentos oferece mais de um tipo de refeição, o que amplia as opções para o consumidor.

O Procon-SP recomenda, no entanto, que é preciso ter atenção na comparação de preços e na escolha conforme o custo-benefício.

Comparativos

O Procon-SP explica que, no caso de self-service por quilo, foi possível fazer comparações de preços entre aqueles estabelecimentos do município de São Paulo comuns a todos os levantamentos feitos desde 2020.

Dessa forma, a amostra foi constituída por 51 estabelecimentos. Na série histórica, considerando os mesmos restaurantes ao longo do tempo, o preço médio do self-service por quilo chegou a R$ 91,21 em fevereiro de 2026.

O valor representa um aumento de 2,37% em comparação a outubro de 2025, quando o preço médio era de R$ 89,10. 

Em relação a janeiro de 2020, o preço médio teve variação positiva de 65,93%, acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do mesmo período (40,23%).

O preço do prato feito também apresentou aumento médio. Considerando estabelecimentos investigados nos três levantamentos (fevereiro de 2025, outubro de 2025 e fevereiro de 2026), é possível fazer a comparação dos preços em 198 estabelecimentos.

Entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026, o valor médio do prato feito teve variação positiva de 1,54%. No acumulado de 12 meses, o índice foi 5,77% maior, superando o percentual inflacionário do período (4,89%).

*Estagiário sob supervisão de Odair Braz Junior

Fonte: Agência Brasil

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Mercado eleva previsão da inflação para 4,36% este ano

marcelo

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Mercado eleva previsão da inflação para 4,36% este ano
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A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,31% para 4,36% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (6), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Em meio às tensões causadas pela guerra no Oriente Médio, a previsão para a inflação deste ano foi elevada, pela quarta semana seguida, mas ainda se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

  • Estudo aponta fatores estruturais para inflação de alimentos no Brasil.
  • Mercado eleva previsão da inflação para 4,31% este ano.
  • Prévia da inflação de março fica em 0,44%, pressionada por alimentos.

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em fevereiro, a alta dos preços em transportes e educação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,7% – aceleração diante do registrado em janeiro (0,33%). No entanto, o IPCA acumulado em 12 meses recuou para 3,81%, abaixo dos 4% pela primeira vez desde maio de 2024.

A inflação de março, já com os possíveis impactos da guerra no Oriente Médio, será divulgada na próxima quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Para 2027, a projeção da inflação subiu de 3,84% para 3,85%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, mês passado, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual. Antes da escalada do conflito no Irã, a expectativa predominante era de um corte de 0,5 ponto.

Em 15% ao ano, a Selic estava no maior nível desde julho de 2006, fixada em 15,25% ao ano. De setembro de 2024 a junho de 2025, a taxa foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas quatro reuniões seguintes.

Após esse período prolongado de manutenção da taxa, havia indicação de início de um ciclo de redução, entretanto, diante das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio, o BC não descarta rever o ciclo de baixa, caso seja necessário. 

O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 28 e 29 de abril.

Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,75% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,85%.

Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,45.

Fonte: Agência Brasil

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