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SP Por Todas: Governo de SP intensifica segurança das mulheres nos blocos de Carnaval na capital
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6 horas atrásem

A Secretaria de Políticas para a Mulher do Governo do Estado de São Paulo consolida as ações de segurança e proteção para as mulheres neste Carnaval na capital paulista com uma série de ações articuladas. Entre elas está a divulgação do movimento SP Por Todas nos blocos durante os dias de folia.
Essa ação de divulgação e conscientização começou no pré-Carnaval e está sendo intensificada nestes dias de folia na cidade. A bandeira do movimento SP Por Todas percorre nesta segunda-feira (16) o bloco Me Lembra Que Eu Vou, na esquina da Rua Henrique Schaumman com a Teodoro Sampaio, zona oeste da capital.
Equipes da secretaria estarão presentes nos blocos de rua da capital todos esses dias de Carnaval, levando a bandeira do movimento e mensagens de conscientização, combate ao assédio sexual e proteção às mulheres.
Além disso, as equipes distribuem panfletos do protocolo Não se Cale, adesivos e incentivam o uso do aplicativo Mulher Segura, que permite o registro de boletins de ocorrência 24 horas. O app conta ainda com botão do pânico, que pode ser acionado por mulheres com medidas protetivas que precisem de ajuda imediata.
Mulheres vítimas de qualquer tipo de violência podem contar com atendimento especializado da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) Móvel, que estará nesta terça-feira (17) na Avenida Ipiranga, centro da capital, com equipes preparadas para ouvir as vítimas, registrar ocorrências e encaminhá-las, quando necessário, a uma delegacia física ou a outros serviços, como o Instituto Médico Legal (IML).
Reforço no combate à violência contra a mulher e à discriminação
A proteção das mulheres é prioridade das forças de segurança durante o Carnaval. Nos blocos, policiais militares femininas realizam o acolhimento imediato de vítimas de importunação sexual, em atuação integrada com a Cabine Lilás do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), responsável pelo monitoramento de ocorrências de violência contra a mulher. Paralelamente, a Polícia Civil intensifica o combate à violência de gênero com o reforço da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) Móvel.

São Paulo por Todas
SP Por Todas é um movimento promovido pelo Governo do Estado de São Paulo para ampliar a visibilidade das políticas públicas para mulheres e fortalecer a rede de proteção, acolhimento e autonomia profissional e financeira. Entre as soluções estão o aplicativo SP Mulher Segura, que conecta a mulher diretamente à polícia em casos de risco, além da ampliação de serviços especializados em todo o estado.
Fonte: Agência – SP
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Governo de SP leva imagens reais do Cantareira ao metrô para conscientizar sobre consumo racional de água
Publicado
42 minutos atrásem
16 de fevereiro de 2026
As composições da Linha 4-Amarela de metrô ganharam um visual personalizado com uma ação imersiva da campanha do Governo de São Paulo para urgência na economia do uso da água. A partir da desta segunda-feira (16), o trem está envelopado com adesivos para conscientizar milhares de passageiros que usam o sistema todos os dias sobre a gravidade da situação e a necessidade de reduzir o consumo. A iniciativa faz parte da campanha “Gota por gota. Mais do que Nunca”, lançada neste mês.
As peças trazem imagens reais do reservatório do Cantareira e remetem aos níveis abaixo da média nos reservatórios que abastecem a Grande São Paulo, situação agravada pela seca mais severa dos últimos 10 anos. Os adesivos ficarão dentro dos trens, preenchendo o espaço interno do vagão. A ideia é transportar os passageiros para um cenário real de desabastecimento dos reservatórios e conscientizar sobre a importância da economia de água.
Os adesivos contam com diversas mensagens de conscientização. “Vivemos a maior seca dos últimos anos. A situação é grave e cada gota importa. Faça sua parte: economize água”, diz o texto. Em outro trecho, a campanha também traz informações que ajudam o passageiro a economizar água no dia a dia. Uma delas, por exemplo, indica que trocar a mangueira por vassoura nas atividades de limpeza gera uma economia de até 279 litros de água.
Apesar das fortes chuvas registradas em diversas regiões do estado de São Paulo, os volumes não têm se concentrado nos reservatórios de água. Por isso, o cenário requer medidas urgentes, que envolvem tanto o Governo de São Paulo quanto a população, para evitar o desabastecimento. As telas das estações da Linha-4 Amarela também trazem as mensagens de conscientização.
As primeiras peças desta campanha foram lançadas em TV aberta e canais fechados, emissoras de rádio, mídias digitais e OOH (out of home) no início deste mês e dão continuidade a uma série de campanhas de conscientização que vêm sendo realizadas desde 2024 pelo Governo de SP.
Inovação e investimentos
Desde o ano passado, São Paulo conta com um modelo inédito de acompanhamento e gestão integrada dos recursos hídricos para proteção de reservatórios e mananciais. Uma das medidas é a gestão gradual de demanda no período noturno, que já economizou cerca de 83 bilhões de litros de água nos últimos meses. O volume equivale ao consumo mensal de 14 milhões de pessoas.

O Governo de São Paulo também está fazendo investimentos inéditos em obras estruturantes e iniciativas tecnológicas para garantir o fornecimento de água. Desde 2023, o maior plano de resiliência e segurança hídrica da história está viabilizando R$ 25 bilhões em iniciativas integradas para despoluição de rios, prevenção de enchentes, ampliação da oferta de água e obras para reduzir o impacto das mudanças climáticas.
Fonte: Agência – SP
Brasil
Pesquisa revela que uso de álcool e drogas pelos pais influencia consumo dos filhos
Publicado
11 horas atrásem
16 de fevereiro de 2026
“Tal pai, tal filho? Os estilos parentais podem interromper o padrão intergeracional do uso de álcool e outras drogas?” Foi a partir desse questionamento que um grupo de pesquisadores brasileiros analisou dados do comportamento de 4.280 adolescentes e seus responsáveis, chegando a dois importantes resultados.
Sim, as atitudes dos pais continuam sendo um dos fatores mais relevantes na prevenção ao consumo de álcool e drogas entre jovens. Porém, a forma como os responsáveis educam seus filhos pode amenizar significativamente o risco, até mesmo em famílias em que os cuidadores usam essas substâncias, incluindo cigarro, vapes (cuja comercialização é proibida no Brasil) e maconha.
Essa redução do risco é mais significativa quando a relação entre as gerações é marcada por vínculo, presença, diálogo e regras claras de conduta, características do chamado estilo parental “autoritativo”, que combina acolhimento e monitoramento. Ao todo, foram analisados quatro estilos parentais (veja quadro), sendo os outros: autoritário, que também reduziu o risco a drogas, mas com impacto menor para álcool; permissivo e negligente. Os dois últimos não apresentaram efeitos protetores.
Já os perfis de consumo foram separados em abstêmios; os que só bebem e os que usam duas ou mais substâncias.
O consumo de álcool pelos pais foi associado a uma probabilidade de uso pelos filhos de 24% para bebidas alcoólicas e 6% para duas ou mais drogas. Se os responsáveis consomem várias substâncias, o risco de os jovens usarem vai a 17% e 28%, respectivamente.
Os achados, publicados no site da Addictive Behaviors, estão descritos em artigo da edição de março da revista científica.
“Com esse estudo, reforçamos o fato de que o padrão de uso de álcool e outras drogas pelos pais influencia o dos filhos. Porém, se eles colocarem regras e limites em casa e derem afeto, esses fatores de proteção minimizam muito o risco que eles mesmos trazem quando consomem essas substâncias. Além disso, o maior preditor de abstinência dos jovens é o não uso pelos responsáveis. Quando eles são abstinentes, 89% dos adolescentes também não usam nem álcool nem outras drogas lícitas ou ilícitas. Foi a associação mais forte que encontramos”, afirma a professora Zila Sanchez, do Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), autora principal do artigo.
Coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Prevenção ao Uso de Álcool e outras Drogas (Previna), da Unifesp, Sanchez publicou dezenas de estudos sobre o tema, entre eles um, em 2017, que demonstrava uma associação gradual entre estilos parentais e consumo de drogas por adolescentes.
À época, os resultados apontavam que jovens cujos pais eram negligentes tinham maior probabilidade de frequentar aulas sob uso de drogas.
Visão ampliada
A pesquisa é parte do projeto “Redução do consumo de álcool entre adolescentes através de uma intervenção multicomponente de base comunitária”, financiado pela FAPESP, que também apoiou o artigo por meio de uma Bolsa de Pós-Doutorado para Luis Eduardo Soares dos Santos.
Desenvolvido em quatro municípios de pequeno porte no Estado de São Paulo – Cordeirópolis, Iracemápolis, Salesópolis e Biritiba-Mirim –, o projeto busca investigar estratégias comunitárias eficazes de prevenção ao uso de álcool por adolescentes, produzindo evidências científicas capazes de orientar políticas públicas e programas de prevenção. Com populações entre 18 mil e 25 mil moradores e diversidade geográfica, as cidades abrigam diferentes contextos para esses jovens.
Os dados foram coletados entre 2023 e 2024 em quatro cidades paulistas. A idade média dos jovens foi de 14,7 anos, com distribuição quase igual entre meninos e meninas (foto: Previna/Unifesp)
“O artigo é decorrente dos dados do que chamamos needs assessment, ou seja, quando fazemos o diagnóstico da situação relacionada aos adolescentes do município. Essa é a fase pré-intervenção para entender como são esses jovens e seus pais. Utilizamos instrumentos extremamente consolidados para medir os estilos, mas inovamos ao trabalhar os dados conjuntos com os perfis de consumo dos pais e dos filhos, olhando para os padrões”, explica a professora à Agência FAPESP.
Os dados foram coletados entre 2023 e 2024 nas quatro cidades. A idade média dos jovens foi de 14,7 anos, com distribuição quase igual entre meninos e meninas. O consumo de álcool no último mês (19,9%) e o consumo excessivo episódico (11,4%) foram os comportamentos mais frequentes entre os filhos – entre os pais os porcentuais foram de 56,4% e 20,3%, respectivamente. Não houve análise separada para o fato de o responsável ser o pai ou a mãe.
Os pesquisadores aplicaram a Análise de Classe Latente (LCA, na sigla em inglês) para identificar perfis de uso de substâncias em ambas as gerações e modelaram sua associação por meio de Análise de Transição Latente (LTA).
A LCA é uma técnica estatística que permite identificar subgrupos não observáveis (classes latentes) dentro de uma população a partir de padrões de respostas em variáveis observadas, estimando probabilisticamente cada indivíduo que pertence a essas classes.
Também uma técnica estatística, a LTA identifica grupos “ocultos” (classes latentes) e estima probabilidades de passagem entre eles. Em estudos longitudinais, essa transição representa mudanças ao longo do tempo. Nessa pesquisa, a “transição” é interpretada como uma associação entre gerações, ou seja, a probabilidade de adolescentes pertencerem a determinados perfis de uso de substâncias dependendo do perfil observado em seus pais.
A professora ressalta que na fase de diagnóstico o grupo trabalhou com todos os adolescentes matriculados em escolas dos quatro municípios.
Impactos
Sanchez destaca que, mesmo em famílias com boas práticas educativas, o consumo de bebidas alcoólicas pelos responsáveis seguiu associado ao uso de álcool pelos adolescentes, reforçando a necessidade de cautela com a naturalização desse comportamento dentro de casa. “Quando o consumo é frequente e tratado como algo banal se traduz em maior risco, independentemente do vínculo afetivo existente”, completa.
Em todo o mundo, o álcool é um dos principais fatores de risco responsáveis pelo aumento de doenças crônicas não transmissíveis, como cardiovasculares, cânceres e diabetes. Além de efeitos físicos (possibilidade de lesões hepáticas, comprometimento do sistema cardiovascular e maior vulnerabilidade a infecções), o álcool aumenta as chances de quadros de ansiedade, dificuldades de concentração e transtorno depressivo.
Retardar o início do uso entre jovens é considerada uma das estratégias mais eficazes para diminuir o consumo futuro e os danos posteriores. Estudos epidemiológicos têm demonstrado que intervenções de base comunitária, compostas por ações de prevenção escolar (voltadas ao adolescente), de programa familiar e de estratégias ambientais (para a comunidade), promovem efeitos mais consistentes e de longo prazo.
No Brasil, apesar da proibição da venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos, mais da metade da população (56%) experimentou pela primeira vez antes dessa idade e um quarto (25,5%) passou a beber regularmente nessa fase, de acordo com o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad III), realizado pela Unifesp em parceria com o Ministério da Justiça e a Ipsos Public Affairs e divulgado em 2025.
O levantamento mostra que pouco mais de um quarto (27,6%) dos adolescentes de 14 a 17 anos já consumiu álcool em algum momento da vida, o que corresponde a cerca de 3,2 milhões de pessoas. No último ano, o uso foi relatado por 19% – o equivalente a 2,2 milhões de jovens.
Em relação à maconha, o Lenad mostra que cerca de 1 milhão de adolescentes usaram alguma vez na vida, sendo metade no último ano. Na população em geral, quase um em cada cinco brasileiros (18,7%) experimentou pelo menos uma substância psicoativa (nesse caso excluindo álcool e produtos à base de nicotina).
Fonte: Agência – SP
Brasil
Policiais fantasiados da turma do Chaves prendem cinco suspeitos em blocos na República neste domingo (15)
Publicado
22 horas atrásem
15 de fevereiro de 2026
Policiais civis fantasiados de personagens da turma do Chaves prenderam cinco suspeitos que atuavam durante blocos de Carnaval na região da República, no Centro de São Paulo, neste domingo (15). A equipe, infiltrada entre os foliões, identificou e flagrou a prática de crimes em meio à aglomeração.
Na ação, dois homens foram presos por tráfico de drogas, com apreensão de cigarros de maconha. Mais tarde, um terceiro homem foi flagrado com mais cigarros de maconha, pinos com cocaína, ampolas contendo lança-perfume e dinheiro. Em outro momento, as duas mulheres foram detidas por receptação de celular furtado. As abordagens ocorreram após o monitoramento do comportamento dos suspeitos no meio do público.
Os dois primeiros homens e as duas mulheres detidos foram encaminhados ao 2º Distrito Policial, no Bom Retiro, e o terceiro homem, ao 78º DP, no Jardins, onde permaneceram à disposição da Justiça. Os materiais apreendidos foram encaminhados para perícia.
A Polícia Civil reforça que a atuação disfarçada é complementar às demais estratégicas e permite identificar com mais precisão o modus operandi de grupos criminosos que se aproveitam de grandes eventos para praticar delitos, especialmente furtos, tráfico e receptação.
Além da região da República, equipes à paisana seguem atuando em pontos estratégicos da capital, como Ibirapuera, Consolação e Paraíso, com foco na prevenção e repressão a crimes patrimoniais.
Balanço da Operação Carnaval
As ações integradas das forças de segurança já resultaram na recuperação de mais de 60 celulares roubados ou furtados durante os dois primeiros fins de semana de Carnaval na capital. Somente no sábado (14), 32 aparelhos foram apreendidos em diferentes pontos da cidade.
A Polícia Civil iniciou a triagem dos equipamentos para identificação dos proprietários, por meio do programa SP Mobile, que cruza dados de operadoras com registros de ocorrência e já permitiu a restituição de milhares de aparelhos às vítimas.
Entre as ocorrências recentes estão a prisão de três suspeitos por policiais fantasiados de Scooby-Doo, com recuperação de oito celulares, além de ações da Polícia Militar que resultaram na apreensão de outros 18 aparelhos nas regiões do Paraíso e do Ibirapuera.
Em outro ponto da capital, durante um megabloco na Consolação, agentes infiltrados fantasiados de Caça-Fantasmas recuperaram 12 celulares e prenderam uma suspeita.
Até o momento, a Operação Carnaval 2026 já contabiliza 42 prisões na cidade de São Paulo, incluindo casos de furto, roubo, tráfico, adulteração de bebidas e cumprimento de mandados judiciais, com apoio do sistema Muralha Paulista.

Operação Carnaval
A ação integra o esquema especial da Secretaria da Segurança Pública para o período carnavalesco. A Polícia Militar mobiliza mais de 13 mil policiais por dia em todo o estado, sendo mais de 5 mil na capital, com monitoramento por câmeras, drones e sistemas inteligentes.
A Polícia Civil mantém equipes à paisana em áreas de grande concentração, reforça o combate a furtos e roubos — especialmente de celulares — e garante o funcionamento normal das delegacias e da Delegacia Eletrônica.
Para a proteção das mulheres, há equipes especializadas com policiais femininas voltadas ao acolhimento de vítimas, em integração com a Cabine Lilás do Copom, além de unidades móveis da Delegacia de Defesa da Mulher em grandes blocos.
A combinação entre inteligência, tecnologia e presença estratégica das equipes tem sido fundamental para ampliar a segurança dos foliões e dificultar a atuação de quadrilhas durante a maior festa popular do país.

Fonte: Agência – SP

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