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Moda

“Fashion for Forests” inicia nova fase com camisetas que financiam o reflorestamento da Amazônia

Após estreia do projeto na SPFW, colaboração une moda e povos originários para financiar projetos de reflorestamento na Amazônia, com início das vendas online nesta quinta-feira (18.12)

marcelo

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“Fashion for Forests” inicia nova fase com camisetas que financiam o reflorestamento da Amazônia
Catarina Bellino, Amir Slama e Txai Suruí no SPFW N60 — Foto: Divulgação
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O projeto “Fashion for Forests”, criado por Amir Slama, a ativista Txai Suruí e a empresária Catarina Bellino, deu um novo passo nesta quinta-feira, 18 de dezembro, com o lançamento oficial da “Tree Shirt” no e-commerce. As camisetas, estampadas pela artista Claudia Liz, marcaram a apresentação do projeto durante a última edição da São Paulo Fashion Week, chegam agora ao público como uma ferramenta que une moda e impacto socioambiental.

Catarina Bellino, Amir Slama e Txai Suruí no SPFW N60 — Foto: Divulgação
Catarina Bellino, Amir Slama e Txai Suruí no SPFW N60 — Foto: Divulgação
A proposta do projeto é usar a moda como plataforma de conscientização ambiental e ação prática. Parte da renda obtida com as vendas será destinada a projetos de reflorestamento no Território Indígena Sete de Setembro, em Rondônia, no sul da Amazônia, em parceria com a ONG Kanindé e com os Paiter Suruí, que já lideraram iniciativas responsáveis pelo plantio de mais de um milhão de árvores na região. O projeto também envolveu alunos da Universidade Belas Artes, que participaram de um desafio criativo sobre a Amazônia apresentado na SPFW.
Reconhecido por sua trajetória na moda brasileira e por sua relação contínua com a Amazônia, Amir Slama destaca o papel da criação como linguagem de mobilização. Já Txai Suruí, uma das principais lideranças indígenas do país, reforça que o movimento responde às emergências climáticas e ao impacto direto da crise ambiental nos territórios indígenas. Para Catarina Bellino, o projeto representa a união entre moda, negócios e responsabilidade coletiva, transformando consumo em ação.

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Negócios

Shopee reforça categoria de moda e beleza ao lado de grandes marcas

A estratégia visa ao alcance de um consumidor exigente que valoriza praticidade, diversidade e agilidade

marcelo

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A estratégia visa ao alcance de um consumidor exigente que valoriza praticidade, diversidade e agilidade
A categoria Lojas Oficiais amplia a conexão da Shopee com o setor de moda e beleza — Foto: Getty Images
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Presente na programação da TV e no fluxo das redes sociais, a Shopee já se consolidou como uma marca onipresente no cotidiano de muitos brasileiros. Nascido em Singapura em 2015 e presente no Brasil desde 2020, marketplace ganhou relevância rapidamente no país – prova disso é a presença no top dez da pesquisa “As marcas que conquistaram o Brasil”, realizada em 2025 pela Ecglobal, que identifica empresas capazes de criar conexão genuína e engajamento com a população. Para a head de categoria Leila Carcagnoli, isso é fruto de uma estratégia hiperlocal, atenta aos hábitos, às referências e às preferências do consumidor nacional.

“Estamos ligados ao estilo do brasileiro e trabalhamos com nomes muito presentes no imaginário coletivo, como Xuxa, Ludmilla e Terry Crews”, afirma.

O reflexo dessa visão é claro: mais de 90% das vendas na Shopee no país são de vendedores brasileiros. Some a esse cenário uma plataforma dinâmica, confiável, repleta de cupons e outros benefícios e o resultado é um verdadeiro paraíso para os apaixonados por consumo.

Desde 2021, a plataforma ganhou um novo capítulo com o lançamento da seção Lojas Oficiais. Por lá, consumidores encontram itens de marcas que eles já conhecem – caso de L’Oréal Paris e Havaianas. O propósito é se aproximar de um público mais premium, que escolhe a Shopee para comprar aquilo que já está familiarizado.

“Construímos um ecossistema completo, em que o usuário aproveita benefícios reais além dos bons preços como cupom de frete grátis, cupons de desconto, variedade de produtos, cashback e uma experiência dinâmica e divertida com as Shopee Lives e Shopee Vídeos”, diz Leila.

Entre os exemplos de empresas que compõem esse rol estão ainda Maybelline, Samsung, Samsonite e muito mais.

A head de categoria da Shopee, Leila Carcagnoli — Foto: Marcos Kinker e Humberto Beltrão
A head de categoria da Shopee, Leila Carcagnoli — Foto: Marcos Kinker e Humberto Beltrão

No ano passado, a seção atingiu o marco de mil marcas parceiras, e este ano a meta mais ambiciosa é focar no setor de moda e beleza. Nomes como Mantecorp e Simple Organic se juntaram ao ecossistema em 2025 para ampliar sua presença digital e ainda encontraram capilaridade – de acordo com um estudo do Sensor Tower de 2025, a Shopee é o aplicativo de compras mais acessado do Brasil e dados internos mostram que só o segmento de beleza é acessado por 35 milhões de pessoas mensalmente. Na plataforma, eles também encontram descontos atrativos e logística ágil e consolidada, característica importantíssima para o mundo veloz em que vivemos.

“Estamos intensificando nossos investimentos em logística para garantir ainda mais agilidade nas entregas. Na Grande São Paulo, cerca de uma em cada três encomendas é recebida até o dia seguinte”, enfatiza Leila.

Há aproximadamente 1 milhão de metros quadrados em espaços logísticos – que incluem 15 centros de distribuição, 200 hubs e 3.000 agências Shopee, que funcionam como pontos de coleta, retirada e devolução de produtos.

A comunidade Shopee

 

Para movimentar o mercado digital ao lado desses novos parceiros, a Shopee aposta na força das comunidades.

“Em cinco anos no Brasil, a empresa conquistou mais de 25 milhões de seguidores, com destaque para a comunidade dos Shopee Lovers, que surgiu organicamente e se tornou parte essencial da construção da empresa. A persona ‘Dona Shô’, que foi criada pelos próprios usuários, reforça essa conexão”, assinala a head.

Como consequência da estratégia, as vendas da seção Lojas Oficiais mais do que dobrou no terceiro trimestre de 2025 quando comparadas ao ano anterior.

A expansão também acompanha um novo squad de influenciadores que dialogam com o universo da moda, beleza e estilo de vida. São nomes como Shantal, Mateus Verdelho, Rob Freitas, Gisela Saback, Nah Cardoso e Aline Gotschalg. Em 2026, a Shopee deve fazer sua estreia no Baile da Vogue com uma ativação inédita que reunirá marcas e parcerias inesperadas. Acompanhe as redes sociais da etiqueta para mais detalhes.

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Negócios

Megaloja da Havan em Vila Velha deve gerar 150 vagas

Unidade será instalada na Avenida Carlos Lindenberg e integra o plano de expansão que deve levar a Havan a 200 lojas até 2026

marcelo

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Megaloja da Havan em Vila Velha deve gerar 150 vagas
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A nova megaloja da Havan será construída em Vila Velha e deve abrir 150 vagas de emprego direto já na fase inicial. O anúncio foi feito pelo prefeito Arnaldinho Borgo, que confirmou a instalação do empreendimento na Avenida Carlos Lindenberg, uma das principais vias do município.

A expectativa é que a unidade comece a funcionar em até seis meses após o início das obras. A confirmação ocorre após a visita do empresário Luciano Hang à cidade nos últimos meses, como parte do plano de expansão da rede.

Hoje, o Espírito Santo conta com apenas uma loja da Havan, em Linhares. A empresa trabalha para alcançar 200 megalojas até 2026 e ultrapassar 25 mil colaboradores em todo o país. Hang afirmou que as viagens têm o objetivo de avaliar o potencial de consumo e a logística de novas operações.

As unidades da Havan são conhecidas pelo grande porte, fachada inspirada na Casa Branca e a estátua da Liberdade na entrada. O modelo reúne diversos setores do varejo, como eletrodomésticos, eletrônicos, brinquedos, decoração, roupas e utilidades domésticas.

 

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Negócios

TIG vira sucesso entre a geração Z, tem 135% de crescimento no faturamento e realiza seu primeiro desfile nesta terça

Depois de um incêndio que destruiu a fábrica da marca em 2022, a TIG se reinventa e vive seu melhor momento

marcelo

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TIG vira sucesso entre a geração Z, tem 135% de crescimento no faturamento e realiza seu primeiro desfile nesta terça
Renata Figueiredo e Adriana de Mauro, as sócias por trás da TIG — Foto: Divulgação
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Sem medo de se reinventar, Renata Figueiredo e Adriana de Mauro, as sócias por trás da TIG, souberam surfar as ondas (e intempéries) do mercado de moda nacional ao longo dos 22 anos de existência da marca. Fundada em 2003 como La Tigresse, a label já passou por diferentes fases e hoje está na mais próspera delas, depois de cair nas graças da geração Z e dobrar seu faturamento nos últimos dois anos, segundo elas.

O bom momento soa quase como uma recompensa cármica. Dois anos após o início da pandemia – que derrubou o faturamento da TIG em 90% nos primeiros meses –, um incêndio devastou a fábrica da marca em uma madrugada de novembro de 2022. Apesar de ninguém ter se ferido, o dano material envolveu a destruição de boa parte do estoque, tecidos e maquinário. Na época, Renata, Adriana e Marco Gurgel (que se juntou ao time como diretor de comunicação e imagem) não se deixaram abalar. Havia uma nova coleção para ser entregue no mês seguinte, e no outro. Desde 2010, a etiqueta lança 12 coleções por ano, uma por mês, cada uma com cerca de 80 modelos e produção de 12 mil peças. O mix vai de jeans e camisetas estilizadas com tingimentos marcantes, silks e pedrarias de perfume urbano a vestidos de festa de renda ou malha com drapeados. “A gente é ‘novidadeiro’, mas começamos a fazer isso por uma questão de caixa. Funciona muito bem para nós: há lançamentos todo mês e não fazemos reposição. Ou você compra a coleção do mês ou fica sem”, conta Adriana.

A marca, que já chegou a ter dez lojas, atua hoje com o e-commerce, três endereços físicos (distribuídos em São Paulo e Campinas) e a presença em mais de 200 multimarcas pelo Brasil. Mas foi nos últimos dois anos que a TIG viveu um verdadeiro boom, conquistando de vez a geração Z, algo que nem o trio consegue explicar completamente. “Nossas amigas mandam fotos das filhas vestindo TIG, você vai a uma festa de 15 anos e todas as meninas estão de TIG. É uma loucura”, diz Renata. Ainda que o objetivo nunca tenha sido se restringir a um único público específico: “Quando a gente pensa em moda no Brasil, falamos de um país continental. De atacado, de varejo, do Rio Grande do Sul a Manaus. Se você define ‘a mulher da nossa marca é essa’, automaticamente exclui alguma. Claro que existe uma estética, mas a gente tenta não se limitar”, explicam.

No TikTok, são centenas de vídeos de fit checks e provadores nas lojas da etiqueta, criados por clientes e fãs. A marca chegou até a lançar um perfil daily (nome usado para contas mais íntimas nas redes) para dialogar com esse público em uma linguagem mais espontânea e bem-humorada. No Instagram, o investimento em marketing de influência é robusto: a TIG mantém contratos fixos com dez influenciadoras de perfis variados e realiza também parcerias pontuais. São nomes como Livia Nunes, Maria Braz, Carol Toledo e Thássia Naves. “Mas a maior influenciadora da TIG somos nós mesmos”, brinca o trio à frente da marca, que frequentemente aparece em vídeos e fotos nas redes sociais da grife. Essa aproximação deu até origem ao TIG P.O.V., podcast gravado na sala da casa de Renata e que já recebeu convidados como a jornalista Astrid Fontenelle, a influenciadora Thai de Melo e a diretora de moda Rita Lazzarotti.

Tig — Foto: Divulgação
Tig — Foto: Divulgação

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