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Manifestações do Amor: temporada 2026 da Orquestra Sinfônica começa dia 11

A Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo (Oses) divulga sua temporada 2026 com a temática Manifestações do Amor, sob curadoria e direção musical do maestro Helder Trefzger. A temporada terá início nos dias 11 e 12 de fevereiro, no teatro Sesc Glória.
“O amor é tema recorrente nas composições clássicas ao longo da história. Grandes compositores se inspiraram nesse tema, em suas múltiplas dimensões, para produzir obras primas, seja na música vocal ou na música instrumental”, afirmou o maestro.
Dentro das séries Quarta e Quinta Clássica e Pré-estreia e Concertos Sinfônicos, destacam-se importantes obras como Petrushka e Pássaro de Fogo, de Stravinsky, a Sinfonia n.º 6, “Trágica”, de Mahler, Don Juan, Also sprach Zarathustra e As Quatro últimas canções, de Strauss, a Quinta Sinfonia de Shostakovich e a Sexta Sinfonia “Patética”, de Tchaikovsky, dentre outras, com a presença de renomados artistas convidados.
Os locais das apresentações previstas para o ano intercalam entre o Teatro Sesc Glória, Teatro Universitário da Ufes e o recém inaugurado Theatro Carlos Gomes. Nas séries de concertos abertos e ao ar livre, a Oses se apresenta em parques, como o Parque Botânico da Vale e o Parque Cultural Casa do Governador, além das quadras de escolas estaduais do Governo do Estado, entre outros locais abertos.
Trefzger rege o pianista Cristian Budu no Concerto para piano em Sib menor, de Tchaikovsky, além das obras La Nuit et l’Amour, de Augusta Holmès e a Abertura-Fantasia Romeu e Julieta, também de Tchaikovsky. Ainda em fevereiro, nos dias 25 e 26, o maestro convidado Knut Andreas rege Petrushka, de Stravinsky. No mesmo programa, o trompista Guilherme Catão interpreta o Concerto para trompa n.º 1, de Strauss. Ainda no repertório, a Abertura n.º 2, de Louise Farrenc.
Março começa com uma apresentação especial para o Dia Internacional das Mulheres, com a presença da cantora convidada Mãeana, sob a regência de Ludhymila Bruzzi e uma orquestra formada só de mulheres, no dia 6. Nos dias 11 e 12 de março, Trefzger rege o programa que inclui obras de Florence Price e Richard Wagner, além da Terceira Sinfonia de Johannes Brahms, no Theatro Carlos Gomes. Fechando o mês, no dia 27, Simone Menezes rege a Sinfônica do ES com a presença da soprano Camila Provenzale. No repertório, obras de Villa-Lobos e Philipp Glass. A apresentação, que será no novo complexo Cais das Artes, contará com projeções de fotografias de Sebastião Salgado.
O maestro Anderson Alves abre o mês de abril, nos dias 8 e 9, com o Concerto para viola e orquestra, de William Walton, interpretado pelo violista convidado Iberê Carvalho. Completam o programa A Lenda do Boto, de Alexandre Guerra e a Sinfonia de Câmera n.º 1, de Schoenberg. Já no dia 11, o maestro Sanny Souza rege uma apresentação da Série Sinfônica no Parque, com obras de Florence Price, Louise Farrenc, Alexandre Guerra, Augusta Holmès, dentre outros. Para encerrar o mês de abril, nos dias 29 e 30, o trompetista Marlon Humphreys vai solar o Concerto para trompete e orquestra, de Alexander Arutiunian. Ainda no programa, a Sinfonia n.º 5, de Dmitri Shostakovich, que conta com a regência de Helder Trefzger.
A agenda de maio começa com uma apresentação no Parque Botânico da Vale, no dia 3, sob a regência de Trefzger e solo do violista Rodney Silveira. Dentro do repertório, obras de Wagner, Max Bruch, Juliana Ripke, Prokofiev e Tchaikovsky. Nos dias 27 e 28 de maio, um dos pontos altos da temporada: a Sinfonia n.º 6, “Trágica”, de Gustav Mahler, sob a regência de Trefzger.
Em Junho e novamente em outubro, estão previstas 30 apresentações em escolas públicas estaduais do Espírito Santo, com a Série Orquestra nas Escolas. Sob a regência dos maestros Helder Trefzger e Sanny Souza, e solos das violinistas Jacqueline Lima e Karen Silva, a Oses interpreta obras de Strauss, Mozart, Nino Rota, Henry Mancini, entre outras. Nos dias 24 e 25, serão apresentadas uma série de obras de Richard Wagner, incluindo Liebestod, da ópera Tristão e Isolda e a abertura de Tannhauser, além de trechos de Lohengrin e de Os Mestres Cantores de Nuremberg, sob regência de Helder Trefzger, no Teatro Sesc Glória. Fechando o mês de junho, no dia 28, uma apresentação da Série Famílias, no Parque Cultural Casa do Governador, com Luccas Martins e Regional Capixaba
Julho começa com duas récitas, nos dias 15 e 16, do Vitória Ópera Estúdio, projeto integrante do Festival Música Erudita, da qual a Oses é uma das realizadoras. O Concerto para piano e orquestra n.º 2, de Rachmaninov, será interpretado nos dias 29 e 30 de julho, pelo pianista vencedor do prêmio Prelúdio 2025, Estevão Gomes, sob a regência de Helder Trefzger. O Pássaro de Fogo, de Stravinsky, e Simplesmente Gershwin, de Marlon Humphreys, completam o repertório.
Em agosto, os cantores capixabas André Prando e Luiza Dutra participam de um concerto com obras autorais, nos dias 12 e 13, no Teatro Carlos Gomes. No dia 16, no Parque Botânico da Vale, a fagotista Ariana Mendonça vai solar o Romance para fagote e orquestra, Op. 62, de Edward Elgar. Ainda no repertório, obras de Wagner, Denise Garcia e Marlon Humphreys. Para fechar agosto, nos dias 26 e 27, Claudio Cruz toca o Concerto para violino em Ré maior, de Ludwig van Beethoven e rege a Oses em Don Juan, de Richard Strauss.
Em Setembro, nos dias 16 e 17, o pianista Fabio Martino será o solista no Concerto para piano n.º 2, de Franz Liszt. Sob regência de Trefzger, o programa conta ainda com a Sinfonia Patética, de Tchaikovsky.
Encerrando setembro e iniciando outubro, nos dias 30 e 01, no Teatro da Ufes, um programa de fôlego, que inclui Also Sprach Zarathustra e As quatro últimas canções, de Strauss, com a soprano Ludmilla Bauerfeldt. No dia 11, dentro da Série Famílias, o maestro adjunto Sanny Souza rege a Sinfônica do ES com obras de Elodie Bouny, Johann Strauss Jr, Wolfgang Amadeus Mozart, Henry Mancini e Chiquinha Gonzaga.
O mês de novembro começa com duas récitas, nos dias 6 e 8, da ópera que abre o Festival de Música Erudita do Espírito Santo. Já no dia 28, acontece o encerramento do Festival, com uma apresentação da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, que também é realizadora do Festival, junto com os cantores vencedores do Concurso Natércia Lopes, sob a regência de Helder Trefzger.
Dezembro trará uma apresentação, no dia 6, da série Sinfônica no Parque, com solo da violoncelista Jessica Viana, interpretando a Élégie, Op. 24, de Fauré. No mesmo programa, a Suíte do balé A Bela Adormecida, de Tchaikovsky e a abertura da ópera As bodas de Fígaro, de Mozart. No dia 16, Dora e Jacques Morelenbaum são os convidados para uma apresentação da série de Concertos Especiais, no Parque Cultural Casa do Governador. A Temporada ainda reserva duas outras apresentações com temas natalinos e de desenhos animados, voltados para o público infanto-juvenil.
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Com homenagem a mestre Ciça, Viradouro é campeã e conquista o 4º título no Carnaval do Rio

A Unidos do Viradouro é a grande campeã do Carnaval 2026 do Rio de Janeiro. É a quarta vez que a escola conquista o título na Marquês de Sapucaí desde que foi fundada, em 1946.
A escola emocionou ao levar para a avenida o enredo “Pra cima, Ciça”, em homenagem ao mestre de bateria que soma 15 anos de história na agremiação.
Na apuração, realizada na tarde desta quarta-feira (18) na Marquês de Sapucaí, a agremiação teve notas perfeitas em todos os quesitos e totalizou 270 pontos, apenas 0,1 ponto à frente de Beija-Flor e Vila Isabel.
A Viradouro é uma escola de samba de Niterói, mas há muitos anos participa do Carnaval na cidade do Rio. Possui três títulos de campeã do Grupo Especial, conquistados nos anos de 1997, 2020 e 2024.
Na última vez em que foi campeã, a agremiação fez um desfile tecnicamente perfeito ao levar para a Sapucaí o enredo “Arroboboi, Dangbé”, sobre o culto vodum às serpentes.
Durante a apuração do Grupo Especial, a torcida da Unidos do Viradouro tomou a Cidade do Samba e fez festa a cada nota 10 anunciada para a escola de Niterói.
Assim que o locutor anuncia a pontuação máxima, o espaço em vermelho e branco explodia em gritos e bandeiras agitadas. Um coro puxava o ritmo da comemoração: “Olê, olê, olê, olê, olá… Ciça, Ciça!”.
Terceira a desfilar na madrugada de terça-feira (17), segundo dos três dias de apresentações do Grupo Especial do Rio, a Viradouro emocionou a Sapucaí.
Com homenagem a Ciça, mestre da bateria da própria escola, que também teve passagens pela Estácio de Sá, Unidos da Tijuca, Grande Rio e União da Ilha, a escola reuniu mestres de bateria de outras agremiações em uma alegoria. Selminha Sorriso e Claudinho, há 30 anos na Beija-Flor, desfilaram como destaque. A porta-bandeira e o mestre-sala estavam ao lado de Ciça, em 1992, pela Estácio, quando ela foi campeã naquele ano.
O ponto mais alto da noite foi quando a Viradouro recriou a ação inovadora do desfile de 2007, do carnavalesco Paulo Barros, ao levar toda a bateria sobre um carro. Ciça subiu a escadaria que levava ao topo da alegoria de mãos dadas com Juliana Paes, rainha de bateria há 20 Carnavais.
“Eu acho que posso morrer feliz”, disse Paulo Barros. O carnavalesco desfilou em outro carro, intitulado Jogada de Mestre, chorando e acenando ao público presente.
CLASSIFICAÇÃO FINAL DO CARNAVAL RIO 2026
1º – Viradouro – 270
2º – Beija-Flor – 269,9
3º – Vila Isabel – 269,9
4º – Salgueiro – 269,7
5º – Imperatriz Leopoldinense 269,4
6º – Mangueira – 269,2
7º – Unidos da Tijuca – 268,7
8º – Grande Rio – 268,7
9º – Tuiuti – 268,5
10º – Portela – 267,9
11º – Mocidade – 267,4
12º – Acadêmicos de Niterói – 264,6
O carro que levou a bateria tinha um enorme coração na frente que, ao brilhar, mostrava a silhueta de uma caveira, apelido de Ciça. Ao final do desfile, foi realizada uma paradinha, e os surdos da bateria simulavam o batimento cardíaco. O público cantou os versos do enredo da escola: “Se for para morrer, que seja do samba”.
“Sou enredo no maior Carnaval do mundo. A emoção é triplicada, um momento único da minha vida”, afirmou Ciça.
Durante o desfile, Ciça participou da comissão de frente e, depois, trocou de roupa para levar a bateria do recuo.
Outro destaque da escola foi o abre-alas, com um enorme leão que rugia, além de patas e cabeça móveis e uma coroa giratória. A alegoria, de 15 metros, simbolizava a Estácio de Sá.
Com 12 mil lâmpadas de LED, o carro representava a favela que virava tambores; nas janelas, telas mostravam sambistas como Dominguinhos do Estácio e Luiz Melodia.
Uma ala tinha 50 mulheres fantasiadas de Luma de Oliveira, recriando a fantasia que ela usou com uma coleira com o nome do então marido. No desfile deste ano, a coleira tinha o nome de Ciça.
A Viradouro recebeu penalidade por excesso de pessoas com camisetas nas laterais e na parte da frente da escola durante o desfile. A punição foi apenas financeira, sem desconto de pontos na apuração.

TODAS AS CAMPEÃS DO CARNAVAL DO RIO DE JANEIRO
Portela – 22 títulos
Mangueira – 20
Beija-Flor – 15
Salgueiro – 9
Império Serrano – 9
Imperatriz Leopoldinense – 9
Mocidade Indep. de Padre Miguel – 6
Unidos da Tijuca – 4
Viradouro – 4
Vila Isabel – 3
Unidos da Capela – 2
Estácio de Sá – 1
Prazer da Serrinha – 1
Vizinha Faladeira – 1
Recreio de Ramos – 1
Acadêmicos do Grande Rio – 1
Fonte: Liesa (Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro)
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – ALÉXIA SOUSA
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“Para nadar é preciso vencer o mar” chega ao complexo jesuítico de Reis Magos

O complexo jesuítico de Reis Magos, em Nova Almeida, recebe, na próxima terça-feira (24), a partir de 16h, a exposição “Para nadar é preciso vencer o mar”, do artista José Bechara.
A iniciativa, que ocupa o recém-restaurado Centro de Interpretação Aldeia de Reis Magos, promove um encontro entre a arquitetura do século XVII e a força da arte contemporânea, reforçando o papel do monumento como um espaço vivo de produção cultural.
Após passar por uma profunda readequação e restauro, o complexo agora serve de cenário para obras que exploram métodos e materiais diversificados. A exposição de Bechara, que conta com o apoio da Prefeitura da Serra, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura, Esporte e Lazer (Setur), irá apresentar pinturas inéditas e esculturas de variadas dimensões.
A exposição utiliza materiais que dialogam com o tempo e a natureza, como processos de oxidação em lonas e o uso de rochas ornamentais em esculturas externas, aproveitando a iluminação e a atmosfera única do complexo histórico.
Para o prefeito da Serra, Weverson Meireles, a chegada de grandes mostras ao município é fundamental para a valorização da identidade local.
“A mostra fortalece o diálogo entre arte, memória e território, reafirmando a vocação cultural de Reis Magos. Iniciativas como esta valorizam nossa identidade, ampliam o acesso à cultura e reconhecem a potência criativa que transforma lugares, aproxima pessoas e fortalece o sentimento de pertencimento”, destaca o prefeito.
Imersão e Patrimônio
O Centro de Interpretação Aldeia de Reis Magos, tombado pelo Iphan, foi planejado para oferecer uma experiência comunicativa sobre a história dos indígenas e jesuítas no Espírito Santo. Com a inclusão de mostras de arte contemporânea, o espaço amplia sua vocação, atraindo não apenas fiéis e historiadores, mas também entusiastas das artes visuais.
Para a exposição de José Bechara, o espaço abre as portas de forma gratuita. Os interessados, porém, devem retirar ingressos no link a seguir: “Para nadar é preciso vencer o mar”
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Projetos levam música para a Prainha e praças da cidades a partir de domingo

A Prefeitura de Vila Velha vai realizar novas edições dos projetos Arte no Parque e Luau da Vila, com apresentações musicais em diferentes regiões do município. A programação vai integrar o calendário cultural da cidade e vai ocupar espaços públicos com shows e atividades formativas.
No próximo domingo (22), o Arte no Parque vai acontecer em frente à Igreja do Rosário, na Prainha, com palco montado na área externa. Às 16h30, o cantor e violeiro Jorge dos Santos vai subir ao palco com a viola de 15 cordas, instrumento criado por ele em 2013 e que se tornou sua principal marca artística. Natural de Caratinga (MG), o músico iniciou carreira em 2007 e reúne mais de mil composições próprias registradas.
Às 18 horas, o grupo América 4 vai apresentar show construído a partir de pesquisa musical desenvolvida ao longo de 38 anos de trajetória. O repertório vai dialogar com a música andina e com ritmos latino-americanos, incorporando referências do tropicalismo, da MPB, do congo e do maracatu, além de influências regionais do Espírito Santo e de Minas Gerais.
E na próxima semana, nos dias 27 e 28, o Luau da Vila e o Arte no Parque vão ampliar a programação cultural em outros pontos da cidade.
Na sexta-feira (27), o Luau da Vila vai acontecer no Parque Urbano Duque de Caxias. Às 18h30, o músico Felipe Peó vai conduzir um aulão de forró aberto ao público. Às 19 horas, ele fará show em homenagem a Luiz Gonzaga. Às 20h30, a banda Big River vai interpretar canções de Alceu Valença.
No sábado (28), o Arte no Parque vai retornar à Igreja do Rosário, na Prainha, com duas sessões do projeto Jovens Pianistas Capixabas, às 16h30 e às 19h30.
Também no sábado (28), o Luau da Vila chegará à Ponta da Fruta. Às 17h30, o grupo América 4 vai se apresentar. Às 19 horas, Jorge dos Santos executará repertório autoral na viola de 15 cordas. Às 21 horas, Big River encerra a noite com tributo a Alceu Valença.
O secretário municipal de Cultura, Roberto Patrício Junior, afirma que a ocupação cultural dos espaços públicos amplia o acesso da população à produção artística e fortalece vínculos entre território e comunidade. “Quando o município ativa praças e espaços históricos com música e formação artística, ele reforça a identidade local e amplia a circulação de bens simbólicos. A cultura estrutura pertencimento, memória e autoestima coletiva”, diz.
Confira a programação
Arte no Parque
Domingo (22/02)
Local: Em frente à Igreja do Rosário, Prainha
16h30 – Jorge dos Santos
18h – América 4
Sábado (28/02)
Local: Igreja do Rosário, Prainha
16h30 – Jovens Pianistas Capixabas – Primeira sessão
19h30 – Jovens Pianistas Capixabas – Segunda sessão
Luau da Vila
Sexta-feira (27/02)
Local: Praça Duque de Caxias
18h30 – Aulão de forró com Felipe Peó
19h – Felipe Peó canta Luiz Gonzaga
20h30 – Big River canta Alceu Valença
Sábado (28/02)
Local: Ponta da Fruta
17h30 – América 4
19h – Jorge dos Santos – Viola 15 Cordas
21h – Big River canta Alceu Valença







